quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Playlist 26 de Setembro de 2008

1ª hora:

Lost In Space (Avantasia)
The Nazca Lines (Mind’s Eye)

Flashback da semana: Mob Rules (Black Sabbath)
The Mob Rules

E Se A Bela For O Monstro (Riding Pânico)

Entrevista: Riding Pânico


2ª hora:

Glades Of Summer (Sirenia)
Dead Gardens (Nightwish)
War (Judas Priest)
Through The Other Side (Riverside)

Disco da semana: Sleep Now, Quiet Forest (Todesbonden)
Surrender To The Sea
Surya Namascara
Flow My Tear
Sailing Alone
Battle Of Kadesh


As We Eternally Sleep On It (Moonspell)
Traumatismo Ucraniano (Mata-Ratos)
Greed Rules The World (Misery Inc.)

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Entrevista com Riding Panico

Na sequência da escolha dos Riding Pânico como Grupo do Mês, em Setembro, Via Nocturna terá uma entrevista com a banda lisboeta na próxima sessão, dia 26 de Setembro. A entrevista terá o seu inicio pelas 21:30 horas e poderá ser escutada em 90.5 ou 100.8 para quem for da região e, no resto do mundo, em www.rrt.pt.vu, seleccionando a opção “Emissão em Directo”.

Playlist 19 de Setembro de 2008

1ª hora:

Lad Spille Med Vaar Over Jord (Lumsk)
Alone (Green Carnation)
Fallen Deep Inside (Diesel-Humm!)

Flashback da semana: II (Van Halen)
Beautiful Girls

It’s The Fear (Within Temptation)
All My Life (GPS)
Beneath The Waves (Ayreon)
Roses And Razors (Riding Panico)
Spinning In Insanity (Skewer)

2ª hora:

Whale Rider (Edenbridge)
To Rid The Disease (Opeth)
Vicarious (Tool)
Overrated (Psychopunch)
The Ravens (Tristania)

Disco da semana: Volcano (Kneeldown)
Brochure
Medula
Shyknees


This World Is Made Of Lies (X-Cons)
Hopeless Mind (Celestial Dark)
One Second Ago (All Against The World)

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Entrevista com Diesel-Humm!


Via Nocturna (VN): Em primeiro lugar, porque razão foi preciso esperar quase dez anos para ser publicado o vosso primeiro trabalho?

Diesel-Humm! (DH): A banda no inicio tocava covers e alguns originais. Passados alguns anos de existência começamos a gravar alguns temas e testar a seu impacto junto dos amigos, entretanto surge uma mudança na formação o que levou a um período de espera de cerca de 2 anos em que estivemos reduzidos a 3 elementos. Portanto o tempo acabou por passar por nós e quando chegou o momento certo, decidimos gravar o álbum.


VN: De que forma é que a vossa longa experiência acumulada se nota neste trabalho?
DH:
A decisão de gravar o álbum foi tomada quando os elementos acharam que seria o melhor momento, isto significa que o nível mínimo de exigência individual estava estabelecido, pelos nossos padrões. O álbum demonstra a maturidade de uma banda com alguma experiência e em que foram tomados certos cuidados para que nada nos deixasse com a sensação de que se poderia ter feito melhor, quanto ao resto cabe ao ouvinte julgar.


VN: De Stop-The War, já foram retirados dois singles. Como está a ser a sua rodagem nas rádios nacionais?
DH:
Sabemos que existe alguma rodagem mas está ainda longe dos objectivos que queremos, estas coisas demoram o seu tempo e nós estamos preparados para isso.


VN: Também já foi realizado um videoclip para o tema Harmonic Pain. Como correram as coisas?
DH:
O videoclip ainda não foi realizado, estamos na fase de planeamento e uma restruturação financeira que irá permitir a 2ª fase de promoção com a força necessária.


VN: De que forma está a ser a reacção dos fãs e da imprensa a este trabalho?
DH: Nesse aspecto estamos muito contentes, muitas criticas e comentários positivos, é muito comum ouvir dizer que o álbum roda no leitor de cds durante semanas e meses e também que a qualidade do disco merece uma projecção internacional.


VN: Chegaram a fazer uma digressão nacional de promoção a Stop-The War?
DH
: Sim, a digressão de apresentação do álbum está a ser feita por fases, até ao momento fizemos 20 concertos por todo o país e 1 concerto de apresentação na Alemanha. Estamos de saída para uma digressão na Inglaterra e em breve Espanha e Alemanha novamente.


VN: A vossa sonoridade não está muito implementada em Portugal. Isso, na vossa opinião, está relacionado com quê?
DH
: Portugal é um país e mercado muito pequeno, portanto é normal que um género musical menos popular seja afectado igualmente.


VN: E consideram que esse afastamento do público português tem prejudicado a vossa carreira?
DH
: Fazemos o que fazemos por gosto principalmente e não podemos dizer que há afastamento quando nem sequer há uma aproximação inicial...sabemos com o que podemos contar


VN: Também não é normal, uma banda de hard-rock incluir na sua formação original uma violinista. Como surgiu essa oportunidade?
DH
: Na gravação da primeira demo experimentamos adicionar violino numa música e em seguida testamos a fórmula ao vivo e assim ficou.


VN: Falem-me da vossa relação com os Deadly Sin. Têm mantido contactos ultimamente?
DH
: Ultimamente mantemos contactos de grande amizade e comunicações frequentes relativos aos movimentos musicais, alguns membros dos Deadly Sin seguiram novos rumos com impactos gigantescos como por exemplo os Van Canto.


VN: Foi fácil chegar a acordo com a Radical Records?
DH
: Foi relativamente fácil porque tinhamos o master do álbum, simplesmente negociamos condições, o que foi óptimo.


VN: Falem-me do contracto entretanto estabelecido com a Dean Guitars. De que forma é que esse contracto vos pode beneficiar?
DH
: Sobre esse contrato não há muito a dizer... uma marca super conceituada a nível mundial apostar em nós já tem significado que chegue...Megadeth, Pantera, etc são nomes que nos influenciaram...neste momento partilhamos os mesmos instrumentos... para mim já é um beneficio muito agradável para além da mediatização e participação da banda em eventos internacionais.


VN: Em termos futuros, já há alguma novidade que possa ser avançada?
DH
: A banda está a trabalhar na nova imagem, digressões internacionais e no videoclip ; o disco está a ser re-editado num formato Digipack para edição além fronteiras.

domingo, 14 de setembro de 2008

Review: Fallen Sanctuary (Serenity)


Há cerca de um ano, os austríacos Serenity surpreenderam meio mundo com uma das mais fantásticas estreias dos últimos anos. Words Untold & Dreams Unlived, o trabalho de então gerou uma enorme sensação nos meandros do power metal melódico, colocando, para um segundo álbum, a fasquia bem elevada. Esse segundo álbum surge agora, intitulado Fallen Sanctuary e o que se pode dizer é que, no mínimo, os Serenity voltam a não defraudar. Muitos dos predicados apontados à estreia voltam a estar presentes, sejam as estruturas musicais, na linha de Kamelot ou as fantásticas linhas vocais, a lembrar Sonata Arctica. Teclados ora sumptuosos ora subtis, melodias memoráveis, tiques progressivos e muito power, fazem desta obra mais um passo importante na curta carreira dos austríacos. Mas o que mais se destaca é a forma homogénea como o álbum é conduzido. Embora se possam considerar Coldness Kills, Fairytales, The Heartblood Symphony ou Velatum, os temas mais fortes, o que é certo é a que a linha de qualidade marcada pelo álbum apresenta poucas variações. É certo que aqui não encontramos pérolas como Circle Of My 2nd Life, Engraved Within ou Forever (do seu primeiro registo), realmente picos de qualidade difícil de alcançar, mas também não temos momentos insípidos como os dois instrumentais que baptizam o anterior trabalho. No fundo, os Serenity assumem-se mais uma vez como os principais candidatos ao título de melhor banda na sua categoria.

Tracklisting:

01. All Lights Reversed

02. Rust Of Coming Ages

03. Coldness Kills

04. To Stone She Turned

05. Fairytales

06. The Heartblood Symphony

07. Velatum

08. Derelict

09. Sheltered (By The Obscure)

10. Oceans Of Ruby

11. Journey's End [limited-edition bonus]


Lineup:
Mario Hirzinger (teclados),
Andreas Schipflinger (bateria)
Georg Neuhauser (vocais)
Thomas Buchberger (guitarra)
Simon Holzknecht (baixo)


Site: http://www.serenity-band.com/

Myspace: www.myspace.com/serenitybandtyrol

Edição: Napalm (www.napalmrecords.com)

Nota VN: 16,0 (16º)

Playlist 12 de Setembro de 2008

1ª hora:

Till Death Do Us Unite (Avrigus)
Beautiful One (Agua de Annique)
In Purity (Urban Tales)
Sleeping Away (Sinamore)
The Death Of My Life (Seduced By Suicide)
Winterfall (The SymphOnyx)

Flashback da semana: Triumph And Agony (Warlock)
Make Time For Love

Aspide (Riding Panico)
How Long (Unleashed Way) (André Matos)
United (Stratovarius)

2ª hora:

Alien Angel (3)
Fade (Aghora)
Constant Motion (Dream Theater)

Disco da semana: Watershed (Opeth)
Heir Apparent
Burdens
Hessian Peel

The White Swan (Amorphis)
Shadow Sun (Moonspell)
Signs (Probation)

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Entrevista com X-Cons



Via Nocturna (VN): Em primeiro lugar gostaria que explicassem como nasceram e como evoluíram até hoje os X-Cons.

X-Cons (XCN): Os X-Cons nasceram no Porto, nos inícios de 2005. Tudo começou quando nos juntamos pela primeira vez para fazer aquilo que gostávamos, tocar Punk-Rock. Pegamos em algumas músicas que tínhamos na gaveta e juntamos as nossas ideias até conseguirmos atingir uma sonoridade que estivesse de acordo com aquilo que realmente gostássemos. Não começou logo como um projecto sério, mas as coisas foram seguindo o seu rumo e aos 6 meses de banda estávamos já a gravar a nossa primeira demo When Will They Fall? (2005, DIY), a partir daí foi um nunca mais parar de tocar ao vivo e como, sinceramente, nada nos dá mais prazer de fazer aquilo que gostamos, até hoje continuamos no mesmo e com cada vez mais e mais vontade de fazer melhor.

VN: Costumam apontar Strike Anywhere, Pennywise ou Anti-Flag como vossas influências. Todavia, na hora de compor tentam soar aos vossos ídolos ou procuram isolar-se dessas mesmas influências?
XCN: Mal pegamos numa guitarra ou nos juntamos para escrevermos as nossas músicas, tentamos que elas soem como X-Cons. Existe sempre um processo de separação entre aquilo que nos inspira e aquilo que nós somos enquanto banda. Porém, a nível sonoro essas são as bandas que realmente nos marcam, pois são aquelas que ouvimos em conjunto, que discutimos as suas músicas e que nos mostraram no decorrer do nosso crescimento pessoal e musical qual o caminho….e isso sem dúvida deixa uma marca que é impossível negar. No entanto, o processo de composição reflecte muito, em X-Cons, toda uma vivência social que é importante manter. Nenhuma música ou produção artística nasce isolada no tempo e no espaço e a nossa música tenta não fugir a isso.


VN: O vosso nome é um pouco estranho. O que significa exactamente?
XCN: O nosso nome surgiu quase por brincadeira entre nós sendo X-Cons um diminutivo de Exconvicts que significa ex-presidiários. Vivemos numa sociedade em que as paredes de cimento e os valores que nos tentam incutir a toda a hora, quer sejam as outras pessoas, media, etc. nos levam a ficarmos formatados de tal maneira que parece que vivemos em jaulas enormes, onde só existe espaço para as pessoas que se comportam e estão formatadas dessa forma….essa é uma prisão da qual nos queremos separar totalmente e chamar a atenção para a sua existência. Daí vem o nosso Pride Of The Free. Não somos uma banda anti-sociedade ou anti-valores, antes pelo contrário…se a música poderá ter alguma função será mostrar às pessoas algum caminho a seguir.



VN: Como estabeleceram contacto com Infected Records?
XCN: O João da Infected Records, mesmo antes do álbum sair, já nos tinha abordado para quando o álbum saísse pudéssemos fazer a edição em conjunto. O meio underground é relativamente pequeno e toda a gente se conhece e como já tínhamos dado alguns concertos juntos, ele conhecia-nos bem, quer como banda, quer como pessoas.
Como a vontade e paixão pelo Punk-Rock e aquilo que ele representa era algo que nos unia, não foi difícil assumirmos este casamento. Acima de tudo, a Infected pela pessoa do João e as pessoas que vão trabalhando directamente com ele, é uma editora que respeitamos mais que tudo, pois quem é que hoje em dia dá tudo pelo movimento Punk/Hardcore nacional?! Quem realmente vive o Punk por aquilo que ele é e representa?! Podemos contar muito poucas….mas a Infected Records, encontra-se ai.

VN: Para a França e Reino Unido também têm distribuição, certo? Como tem sido a reacção dos fãs e da imprensa por lá?
XCN: Apesar de a edição ter sido feita também nesses países, através das facilidades que a internet nos trouxe, vejo o álbum a circular por países que nunca pensei. O mais fascinante ainda é termos pessoas que nos deixam mensagens no myspace a dizer que adoram o som e que querem receber o álbum. Ouvirmos a nossa música a passar em rádios estrangeiras e permanecermos em destaque é muito bom….sem dúvida. É óptimo quando o trabalho que colocamos durante imenso tempo é reconhecido, tanto no nosso país como no estrangeiro.

VN: Tem previsto poder chegar a mais algum mercado?
XCN: Estamos neste momento em conversações para atingirmos o vasto mercado Japonês e Americano. Temos noção que são países em que existe uma maior disponibilidade para o tipo de som que praticamos e então não podemos desperdiçar….se um dia tivermos que sair de Portugal e percorrer esses países em concertos, não iremos rejeitar. Temos já alguns contactos nesses países a darem-nos um feedback positivo do nosso trabalho.

VN: E em Portugal, as reacções têm sido positivas?
XCN: Acho que até agora não podiam ser melhores. Desde que lançamos o álbum temos tocado por todo o país, têm-nos surgido cada vez mais propostas, já passamos e estivemos em destaque em algumas rádios, e-zines e blogs de música nacionais têm-nos acarinhado bastante e proporcionado que cada vez mais pessoas ouçam a nossa música. Até agora, sem dúvida este é o ponto alto da nossa curta carreira.
Esperamos ainda, no decorrer deste ano promover o Pride of the Free e levá-lo a cada vez mais pessoas, no final do ano faremos esse balanço, mas até agora é extremamente positivo.

VN: Sendo Pride Of The Free o vosso primeiro longa duração, estão plenamente satisfeitos com o resultado final?
XCN: Por muito que me custe não posso responder a essa questão afirmamente. Depois de um ano a trabalhar quase diariamente para um álbum o final acaba por não ser sempre o desejado, pois encontramos sempre coisas que poderíamos fazer diferente e que tornaria, talvez, o álbum melhor. No entanto, quando olhamos pela primeira vez para o álbum completo, só nos deu um orgulho imenso por vermos que, apesar de tudo, realmente ficou um óptimo trabalho quer a nível de produção e edição. Todos os pormenores que não nos deixaram 100% satisfeitos serão os pormenores que nos dão motivação para que no 2º álbum tudo saia ainda melhor.

VN: Actualmente há diversas bandas a praticar uma sonoridade próxima da vossa. Acham que se vive em Portugal um bom momento em termos de punk/hardcore?
XCN: Muita gente costuma apregoar que o Punk já morreu e em Portugal o rigor mortis já se instalou há muito tempo. Eu tenho uma opinião bastante diferente…é verdade que não vivemos momentos áureos como se viveu com o Rock Rendez Vous, nem a vermos o Rock Radioactivo de Mata-Ratos pelos top’s nacionais de vendas, mas reparamos que existem cada vez mais bandas com gravações de extrema qualidade, com bons músicos e que realmente gostam daquilo que fazem. O que se passa neste momento é uma renovação de gerações e como tal, isso leva a algum choque de ideias e mudança mesmo no tipo de música que se faz. O importante é que possamos reconhecer valor e empenho nesta nova geração que surge e que possam sentir o que realmente o Punk/Hardcore representa e isso fará toda a diferença.

VN: Consideram que a vossa exposição seria maior se fossem originários da zona de Setúbal, por exemplo?
XCN: Existem zonas em Portugal em que realmente existe uma maior visibilidade a nível musical, mas, para além das condições que uma banda possa ter, o importante é o valor desta, bem como o trabalho que é desenvolvido. Temos sorte que ao longo deste tempo fomos conseguindo contactos por todo o país e hoje podemos dizer que temos amigos, verdadeiros amigos, em cada canto de Portugal e que nos vão ajudando com a promoção do álbum, quer organizando um show ou fornecendo um local para dormir ou uma refeição. Se calhar somos pessoas do Porto, com um pouco de sorte.

VN: Dois pormenores que, quanto a mim, vos destacam da concorrência é abordagem mais melódica quer em termos vocais, quer instrumentais. É uma opção tomada conscientemente ou são situações que surgem de forma espontânea na hora de compor?
XCN: É importante que para além do aspecto da mensagem que as músicas passam e que fazem com que as pessoas se identifiquem com elas é que as pessoas gostem também daquilo que ouvem. Embora não fosse algo planeado no momento da concepção da banda, foi algo que surgiu naturalmente, pois muitas vezes demasiado ruído poderia fazer com que a letra fosse imperceptível e perdêssemos uma oportunidade de passar algo importante.

VN: Por falar em compor, como se processam as coisas neste âmbito dentro dos X-Cons?
XCN: Nem sempre as músicas surgem da mesma forma. Por vezes, temos um conceito e trabalhamos nele até atingirmos a música na sua totalidade. Outras vezes, alguém chega com um pseudo-riff à sala de ensaios e mostra ao resto da banda e depois todos andamos às voltas até concluirmos a música. O que se torna mais interessante ao longo deste processo, em que vamos evoluindo musicalmente, é que começamos a perceber a forma como cada um de nós vê a música e trabalha através dela e toda a composição se torna muito mais fácil.
A nível lírico experienciamos várias fórmulas, mas um facto curioso foi de na música Rockstars In The White House nos enviarem a letra pela internet e pedirem-nos para fazer a música…foi algo interessante e acho que fizemos os possíveis para corresponder às expectativas.

VN: E em termos líricos, para além da tradicional crítica social, há mais algum tópico que abordem?
XCN: Sem dúvida a crítica social e política são tópicos que abordamos nas nossas letras, através de diversos temas, pois achamos que acima de tudo a música deve ser uma chamada de atenção para o que acontece nos nossos dias. Claro que também temos algumas músicas mais auto-biográficas e também alguma de consciencialização ecológica. No entanto, não queremos que as nossas músicas sejam vistas como uma verdade absoluta, mas sim como um ponto de interrogação que faça as pessoas que as ouvem procurarem as respostas.

VN: Em termos de espectáculos as coisas estão a correr bem, certo?

XCN: Sem dúvida. Tanto a primeira parte da tour de promoção do álbum como a segunda que vamos iniciar agora em Setembro tem corrido bastante bem. Temos percorrido grande parte do país e recebido muito boa aceitação por parte de quem nos ouve e nos procura nos concertos. Claro que esperamos ainda muito mais, ter mais quilómetros de rodagem e podermos tocar sempre para cada vez mais gente, mas temos a percepção que uma banda tem o seu tempo para crescer e tudo se faz através de uma evolução lenta e sustentada e é sem dúvida esse o caminho que tentamos seguir.

VN: Para todos os interessados, onde se pode encontra o vosso CD à venda?
XCN: Nós aconselhamos, para quem pode, comprar o CD nos locais onde vamos actuar. É sempre melhor porque acaba por ser sempre mais barato e ainda tem a oportunidade de nos ver ao vivo, pois é aí que se conhece realmente o valor das bandas.
No entanto, podem encomendar tanto pelo nosso myspace (www.myspace.com/xconsmusic) ou da editora em Portugal (www.myspace.com/infectedrecordsdiy).

VN: Em termos futuro, já algo agendado ou previsto que possa, desde já, ser divulgado?
XCN: Agora em Setembro vamos entrar na segunda parte da tour e podemos já deixar alguns concertos:
Dia 12 de Setembro – Ponte de Sôr – Festival Arrão Rock
Dia 19 de Setembro – Lisboa (Music Box) – Com Strike Anywhere (EUA)
Dia 04 de Outubro – Sesimbra – Com Twisted Minds (França)
Dia 05 de Outubro – Lisboa – Com Twisted Minds (França)
Dia 11 de Outubro - ESPANHA
Dia 12 de Outubro – Coruña
Dia 18 de Outubro – Porto (Casa Viva)

Não podia deixar de terminar a entrevista sem agradecer a oportunidade que nos deram bem como felicitar todos os projectos que em Portugal, de uma ou de outra forma, apoiam a música nacional e investem na sua divulgação.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Playlist 05 de Setembro de 2008

1ª hora:

Celebrity Puree (The Tangent)
Aengus Og Fiddle (Todesbonden)
Segnis (Hyubris)
Kamikaze (Tierra Santa)
Whoerever Bring The Night (Nightwish)
By Sword And Shield (Skiltron)
Principles Of Paradox (Royal Hunt)
Inside The Hourglass (To-Mera)

Flashback da semana: How Will I Laugh Tomorrow When I Can’t Even Smile Today (Suicidal Tendencies)
How Will I Laugh Tomorrow

2ª hora:

A Glimpse Of Sanity (Ava Inferi)
Energize Me (After Forever)
Volvo (Riding Panico)
Devil’s Woman (Diesel-Humm!)
Visions (Judas Priest)

Disco da semana: Pride Of The Free (X-Cons)
Run For Your Life
Manifest
Rockstars In The Whitehouse
Far Away
This World Is Made Of Lies

The Temple Of The Crescent Moon
(Tiamat)
Of Truth And Wisdom (Endamage)
To The Tomb Of Kings (Echidna)