Review: Private Sessions (Hydrogyn)

Private Sessions (Hydrogyn)
(2012, Rapid Fire)

Ser uma banda de rock com uma vocalista feminina já não é nada que surpreenda nos dias de hoje. Aliás, de tão banal é acaba quase por ser contraproducente. Os Hydrogyn são um dos exemplos de mais uma banda de rock melódico liderada por uma bela senhora. Este seu novo trabalho mostra-nos o seu lado mais forte até à data, sem comprometer o seu lado melódico. E é desta conjugação que nasce Private Sessions, um disco engraçado, embora não mais do que isso. Se por momentos (nomeadamente entre as faixas Forbidden Kind e I Don’t Know How) a banda se aproxima de uns Evanescence ou mesmo Within Temptation, no restante álbum até se demarca bem dessas referências, atuando mais no campo de uns Clandestine, por exemplo, com uma sonoridade mais crua e mais rockeira. Seja como for, os Hydrogyn aparentemente estão à vontade em qualquer dos campos, embora isso não se reflita na criação de um álbum de assombrar. Sim, é agradável à audição, mas pouco mais fica depois disso.

Tracklist:
1. Something To Say
2. Forbidden Kind
3. Scream
4. I Don't Know How
5. Heated Nights
6. Creeper
7. Don'tcha Walk Away
8. Roseline's Song
9. Feeling
10. Un Monde Perdu
11. It Doesn't Matter
12. Alone (Bonus Track)

Lineup:
Jeff Westlake – guitarras
Julie Westlake – vocais
Chris Sammons – baixo
Joe Migs – bateria
Rev. Davo Chandler – sound

Internet:

Edição: Rapid Fire

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