sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Entrevista: The Ramble Riders

A bluesy-kick-ass-funky-rock-bastards band! Assim se definem os The Ramble Riders. A banda estreia-se com Mexican Ride e prometem muito rock’n’roll, como se depreende desta entrevista com o guitarrista Ricardo Marques. Para já preparam-se para sair para a estrada para apresentar esta aventura mexicana em palco. Onde realmente se revelam.
 
De novo à conversa contigo agora a propósito deste novo projeto The Ramble Riders. Poder-se-á considerar The Ramble Riders a continuação lógica dos US&THEM?
Antes de mais, queríamos agradecer a oportunidade desta entrevista para nos darmos a conhecer a todos os leitores. Não considerámos uma continuação lógica porque enquanto US&THEM, queríamos fazer algumas mudanças no rumo a seguir daí em diante, um pouco no estilo, um pouco na forma como estávamos a chegar às pessoas.
 
Que motivos levaram ao fim dos US&THEM e, posteriormente, ao nascimento dos The Ramble Riders?
Tudo teve a ver com algumas discordâncias entre os membros da banda sobre o rumo a seguir como US&THEM quando tivemos a necessidade de mudar algumas questões, como disse anteriormente. Como vimos que as ideias para o futuro que alguns elementos tinham não coincidiam com a visão de outros elementos decidimos que o melhor seria terminar. Posteriormente reunimo-nos e decidimos, assim, criar os The Ramble Riders.


Como decorreu a seleção dos novos músicos?
Decorreu de uma forma natural. Um pouco demorada mas de uma forma natural. Fizemos algumas audições até que encontrámos o João e o Hugo que, de pronto, verificámos que seriam as pessoas certas para o projeto.
 
 
Em termos de influências, que nomes ou movimentos apontam como principais para a sonoridade The Ramble Riders?
The Ramble Riders será sempre sinónimo de Hard-Rock n’ Roll! Tentámos também, adicionar um pouco de Blues ao nosso som mas sempre com o Hard-Rock no horizonte. As nossas principais influências passam pelos Led Zeppelin, Guns N’ Roses, Rival Sons, ZZ Top, Wolfmother, entre outras.
 
Mexican Ride é o vosso primeiro trabalho. Para já está disponível para download gratuito. Essa é uma política que já vem dos tempos dos US&THEM e que aconteceu também com o teu trabalho a solo. Qual o objetivo principal? Não pensam, que a vossa arte e o vosso trabalho deva ser pago?
Sim, pensámos dessa forma mas entendemos que o panorama musical em Portugal não se move a nosso favor. O nosso objetivo neste momento é dar-nos a conhecer às pessoas e temos a certeza que esta é a melhor forma de o fazer, porque se optássemos apenas pela edição física do nosso trabalho, este não chegava a 10% das pessoas que já ouviram o nosso trabalho.

Porquê a escolha da temática mexicana, quer para o nome do EP quer para o artwork?
Decidimo-nos por este nome e temática devido ao nosso percurso desde o fim dos US&THEM até à gravação deste trabalho. Têm sido tantos os obstáculos que temos encontrado que quase podemos classificar este percurso como uma novela mexicana. Relativamente ao artwork decidimos simplesmente relacionar com o nome do EP escolhido e dar asas à imaginação.
 
Em termos musicais, como descreverias Mexican Ride?
Mexican Ride mostra de forma natural as influências e características dos The Ramble Riders como músicos. Alguns temas já têm algum tempo e outros são bastante recentes. Sabemos que não tocamos música propriamente nova e original, mas acreditamos que tem caráter, honestidade e trabalho de equipa. Tentámos não cingirmo-nos ao que o mercado pede, musicalmente. No fundo, é música, é rock e nós gostamos.
 
Nesta altura já estão em fase de agendamento de concertos. Já têm algumas datas definidas…
Sim, neste momento já temos algumas datas confirmadas. Queremos tocar por todo o país e sem dúvida que é a melhor forma de divulgar o nosso trabalho. É impossível transmitir numa gravação de estúdio o que conseguimos transmitir ao vivo. Basta estarem atentos ao nosso site e Facebook pois surgirão mais datas num futuro próximo.

Obrigado. Querem acrescentar mais alguma coisa que não tenha sido abordado nesta entrevista ou deixar alguma mensagem para os vossos fãs?
Apenas gostávamos de agradecer esta oportunidade de nos darmos a conhecer a todos os seguidores da Via Nocturna e os nossos votos de sucesso no vosso trabalho. E o que podem esperar de nossa parte é puro Rock n’ Roll!! Ramble On!!

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Playlist 27 de fevereiro de 2014


Review: Kaleidoscope (Transatlantic)

Kaleidoscope (Transatlantic)
(2014, InsideOut Music)
(5.4/6)

Quando um grupo como os Transatlantic lança um álbum novo já se sabe: é um festim para os fãs do rock progressivo. O último álbum de originais havia sido em 2009, The Whirlwind, mas como estes músicos podem ser ouvidos numa infinidade de outros projetos e álbuns, ninguém liga muito a estes hiatos. Kaleidoscope é um disco claramente à Transatlantic. Por aqui não há surpresas, mas também há a prova que para aquela gente a inspiração nunca morre, acabando sempre por construir belos álbuns, cheios de técnica irrepreensível, momentos jazzísticos e momentos minimalistas que se cruzam com outros grandiosos. Mais uma vez isso acontece neste disco que pode ser dividido em dois: os temas grandes (leia-se enormes) e os pequenos (leia-se grandes). De um lado, Into The Blue, 25 minutos divididos em 5 partes e Kaleidoscope, praticamente 32 minutos divididos em sete; do outro, Shine, Black As The Sky e Beyond The Sun. Os primeiros têm forte enfâse na complexidade de arranjos, execução técnica e capacidade exploratória dos diversos instrumentos e sonoridades, criando diferenciadas texturas e paisagens que vão evoluindo como se uma banda sonora se tratasse. Os segundos têm maior enfase no conceito de canção, como seja o caso da acústica Shine (curiosamente um tema que era para fazer parte do alinhamento de Momentum, último trabalho de Neal Morse) ou a atmosférica Beyond The Sun. No fundo, mantendo as principais características que fazem dos Transatlantic uma referência no género: são 77 minutos de rock muito orgânico, épico, cheio de diversidades e nuances que fazem de cada lançamento do quarteto e de cada tema uma obra única e apaixonante. Mesmo considerando a dificuldade de ouvir temas com esse tamanho gigantesco.

Tracklist:
1.  Into The Blue
            I.  Overture (Instrumental) 
            II.  The Dreamer And The Healer   
            III.  A New Beginning  
            IV.  Written In Your Heart   
            V.  The Dreamer And The Healer (Reprise) 
2.  Shine  
3.  Black As The Sky
4.  Beyond The Sun  
5.  Kaleidoscope 
            I.  Overture (Instrumental) 
            II.  Ride The Lightning  
            III.  Black Gold    
            IV.  Walking The Road  
            V.  Desolation Days  
            VI.  Lemon Looking Glass (Instrumental) 
            VII.  Ride The Lightning (Reprise)  

Line-up:
Roine Stolt – guitarras, vocais, percussão, teclados adicionais
Pete Trewavas - baixo
Neal Morse – teclados, guitarras acústicas e vocais
Mike Portnoy – bateria e vocais

Músicos adicionais:
Chris Carmichael - violoncelo
Rich Mouser – Pedal Steel Guitar em Beyond The Sun
Daniel Gildenlow – vocais em Into The Blue: IV. Written In Your Art

Internet:

Edição: InsideOut Music

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Entrevista: Ferris & The Wheels

Quando os Bad Axe terminaram Geoff Ferris continuou com o seu baterista Patrick Gullett e ergueram um novo projecto bem mais rockeiro: Ferris & The Weels. A apresentação surge na forma do EP de cinco temas Hollow onde pontifica o tema You Can´t By Yourself que se tornou mundialmente famoso pela abordagem à temática do bullying. O professor Geoff Ferris conhece bem a situação e, naturalmente, este foi um dos tópicos da entrevista que concedeu a Via Nocturna.

Viva Geoff, é um prazer conversar contigo! Ferris & The Wheels é o teu novo projeto. Como surgiu?
Há cerca de ano e meio atrás estava numa banda de Nashville chamado Bad Axe, assim chamada em homenagem à minha cidade natal (Bad Axe, Michigan). Terminamos em 2012 e eu e o meu baterista (Patrick Gullett) decidimos continuar juntos, começamos a escrever novas músicas e o novo nome do projeto foi Ferris & The Wheels.

Como selecionaste e/ou descobriste os músicos que agora tocam contigo?
Conheço o meu baterista há cerca de 4 anos. Conhecemo-nos num local de música através de um amigo mútuo. Encontrei o nosso guitarrista, Jake Lentner em Craigslist.org e o nosso baixista atual foi encaminhado para nós por um amigo comum.

Hollow é o primeiro EP deste teu novo projeto. É um pouco mais pesado e obscuro que os anteriores. O que aconteceu? E era essa a tua intenção desde o início?
Sim, eu sempre fui atraído pela paixão e honestidade na música. Sou um viciado em John Lennon, adoro bom hard rock clássico como Zepplelin, The Who, Stones e rock progressivo como Floyd. Fui muito influenciado por Neil Young e Bob Dylan, além da música alternativa e do grunge dos anos 90. A minha intenção sempre foi a de ser um humilde servo do rock n roll! Sempre gostei de tocar em formato acústico com harmónica, mas nada me deixa mais animado musicalmente do que rockar eletricamente com uma banda completa!

Todas essas músicas são totalmente novas?
Não, duas são de 2008 e três são novas. Hollow e Let’s Get Into Something foram co-escritas com Patrick Gullett. Hold Your Tongue e Allow Me escrevi-as em 2008, mas nunca foram gravadas nem lançadas. Can’t By Yourself é a minha última canção, escrita em 2013.

Sei que um álbum conceptual não tinha sido planeado, mas, na verdade, há uma linha comum entre as músicas?
Certo, não foi um álbum conceptual, mas uma linha comum entrelaça uma montanha russa de altos e baixos emocionais. Hold Your Tongue é um adolescente dizendo: "Eu vou fazer isso sozinho", enquanto Can’t By Yourself é toda sobre ser apanhado e ajudado por um companheiro sonhador. Hollow é o epítome de se ter chateado com alguém que deveria ter amado mais, enquanto Let’s Get Into Something é um clássico da luta sóbrio vs vicio. Finalmente, Allow Me é a confusão que resulta de uma pessoa gritar para que o amor da sua vida o ame mesmo depois de o deixar ir.

Naturalmente temos de falar sobre o vídeo de You Can’t By Yourself. Trata-se de um assunto atual e um vídeo que tem vindo a ganhar atenção mundial. Como professor, como vês o problema de bullying na escola atual?
Eu trabalho com crianças com necessidades especiais, por isso, obviamente, o bullying tem sido um grande problema para eles ao longo dos anos, principalmente a partir de uma falta de compreensão e experiência. Com o recente aumento na inclusão (a prática de ensino de crianças com necessidades especiais na mesma sala de aula que os seus pares com desenvolvimento típico) o bullying tem realmente vindo a diminuir, o que é ótimo. A verdade é que, com todos os adolescentes, o bullying nunca vai acabar. Teremos é que criar formas criativas de ensinar todos a respeitarem-se e amarem-se uns aos outros, à medida que as gerações humanas progridem.

Já têm mais algum vídeo para este trabalho?

Para quando um longa duração? Já estão a trabalhar em novas músicas?
Esperemos ter um álbum completo para lançar na primavera de 2015. E, sim, realmente acabamos 4 novas músicas no nosso último ensaio! Estamos muito determinados a completar um álbum.

Projetos para este ano, como tours ou outros?
Estamos a preparar-nos para uma tournée no final da primavera/verão e estamos ansiosos para tocar na frente de tantas pessoas quanto possível e ajudar as pessoas a divertirem-se!

A terminar, mais uma vez obrigado e dava-te a oportunidade de acrescentar mais alguma coisa que não tenha sido abordada nesta entrevista...
O nosso principal objetivo como banda é a honestidade. Eu não sou o melhor guitarrista nem cantor do mundo, mas sou um compositor dos diabos e a nossa música é honesta. Não fingimos, somos o que somos e isso é uma banda de rock cru. Finalmente queremos ajudar as pessoas, as nossas comunidades, os nossos vizinhos e nosso mundo. Nós somos pela paz e amor e retribuímos. E que melhor maneira de fazer isso do que rockando?

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Review: Sundown On Humanity (Armageddon Rev. 16:16)

Sundown On Humanity (Armageddon Rev. 16:16)
(2014, Pitch Black Records)
(5.5/6)

Nasceram no longínquo ano de 1985 em Chipre mas só agora apresentam o seu primeiro longa duração. Apesar disso, um EP 12’’ homónimo de 1993 permanece como um dos trabalhos mais raros de encontrar e é actualmente uma verdadeira peça de coleccionador. Falamos dos Armageddon Rev. 16:16 que apresentam Sundown On Humanity. Trata-se de uma edição com a chancela de qualidade da Pitch Black Records, editora, também cipriota, que ultimamente tem apresentado excelentes álbuns. Musicalmente a banda pratica heavy metal clássico seguindo linhas de outros seus compatriotas, os Arrayan Path (aqui considerando a cronologia de lançamentos e não a cronologia de origem!) para quem não se lembra, considerados aqui em Via Nocturna como autores do melhor disco de 2013, na forma de IV: Stigmata. As referências são, portanto as melhores. E Sundown On Humanity, de facto, surpreende pela positiva. Heavy metal clássico com uma excelente produção que permite a perfeita perceção de toda a criatividade do trabalho de guitarra e de toda a complexidade dos arranjos. Por vezes os temas parecem demasiado complicados e com estruturas bastante fragmentadas, pelo que se aconselham várias audições. Depois de uma curta introdução e de um tema (Human Sundown) perfeito exemplo do que foi dito anteriormente, com coros, variações rítmicas e um excelente trabalho de guitarra, quase minimalista ao nível dos pormenores, surgem os primeiros dois grandes momentos do disco: Shades Of Tomorrow e Strange Dreams. Ao nível destes ainda haverá a emotiva New Day Will Come e os autênticos hinos Heavy Metal e United. Elementos prog surgem em Why, simultaneamente o mais rápido tema de Sundown On Humanity e os momentos mais épicos no final com Icy Blackness (Kursk), tributo à tripulação do submarino russo Kursk. Surpreendente inicio, com assobio marca o bom humor em Why, enquanto Fallen Angels And Lost Souls apresenta o lado mais sério, negro, maquinal e musculado com a inclusão perfeitamente desnecessária de guturais. Nada que belisque minimamente a qualidade de Sundown On Humanity, um disco com 58 minutos de grandes músicas e com muitas surpresas para ir descobrindo.

Tracklist:
1. E.K. 40 (Intro)
2. Human Sundown
3. Shades Of Tomorrow
4. Strange Dreams
5. Fallen Angels And Lost Souls
6. Hypocrites of Destruction
7. New Day Will Come
8. 13-Seventh Eleven
9. Why
10. Heavy Metal
11. United
12. Icy Blackness (Kursk)

Line-up:
Jimmy Mavrommatis – vocais
Kikis A. Apostolou – guitarra solo
Elias A. Andreou – guitarra ritmo
Nikolas Papaeftychiou – baixo
Kerry Elgar – bateria

Internet:

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Review: Epic (Overland)

Epic (Overland)
(2014, Escape Music)
(5.5/6)

Steve Overland dispensa apresentações. Basta referir o nome de FM para todos os fans de boa música se renderem. Mas o vocalista tem tido outros projetos, referindo-se nomeadamente, por serem mais recentes Shadowman e Overland. Em nome próprio, entenda-se como Overland, já não tínhamos o prazer de ouvir um disco de originais desde 2009, na altura com Diamond Dealer. Ora cinco anos depois aí está o regresso: Epic! Um regresso épico, bem se pode afirmar, tal a excelência deste trabalho. O seu rock continua a ser baseado no AOR, com bastantes coros, belas melodias, doses acentuadas de teclados, guitarras suaves. Naturalmente feito como manda a mais fina e elegante tradição. No entanto, há momentos muito rockeiros, com a guitarra a assumir o principal papel. Acontece em Rags To Riches, por exemplo. Pelo contrário, If Your Heart’s Not In It é o momento mais pop, embora a guitarra solo aqui desempenhe um decisivo papel, num tema que vai crescendo de forma espetacular. Curioso é a ligeira tendência bluesy a surgir em dois temas (Liberate My Heart e Rock Me) que se aproximam do trabalho de Lee Small. If Looks Could Kill e Down Comes The Night são dois momentos clássicos que poderiam estar em qualquer álbum do género de Survivor a Foreigner, passando, naturalmente, pelos FM. Mas deixamos para o fim o mais espetacular tema: So This Is Love, com o piano a marcar o ritmo de uma canção predestinada a ser um sucesso radiofónico. Epic é um disco inteligente, com grandes canções, mas também com excelentes desempenhos de todos os músicos e belíssimos arranjos, sendo de destacar o trabalho da guitarra a dançar e saltitar pelo meio dos arranjos, ocupando todo e qualquer espaço livre. Steve Overland mantém-se ao seu melhor nível e esse é mais um aspeto marcante deste registo. Portanto, fans do género, este é um trabalho a não perder.

Tracklist:
1-Radio Radio
2- If Looks Could Kill
3- Stranded
4- Rags To Riches
5- Liberate My Heart 
6-Down Comes The Night
7- If Your Heart's Not In It
8- Rock Me
9- So This Is Love
10- Wild 
11-  The End Of The Road
12- Time For Letting Go

Line-up:
Steve Overland – vocais
Christian Wolff – guitarras e teclados
Mike Slamer – guitarras, baixo, teclados
Larry Antonino – baixo
Jay Schellen - bateria

Internet:

Edição: EscapeMusic 

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Notícias da semana


Os Crystal Eyes, quarteto de heavy metal formado em 1992, assinaram pela germânica Massacre Records. O novo álbum, Killer, será lançado no final deste ano.




O vídeo final da Stalingrad Trilogy, Das Kreuz dos Macbeth já está disponível. Este tema faz parte do último álbum da banda, Wiedergänger lançado em setembro pela Massacre Records.


Os The Insane Slave têm pronta uma nova música, Holes And Stairs que pode ser ouvida aqui. Os The Insane Slave são uma banda de Rock n’ Roll oriunda da cidade do Porto constituída por Freddie (bateria), André (baixo), Gui (guitarra solo) e César (voz e guitarra ritmo) que em 2001 lançou o EP The Night Rider que lhes proporcionou uma intensa tournée nacional e passagens pelo Reino Unido.


Os The Bourbons apresentaram um conjunto de vídeos filmados no Palco Offbeatz do Music Box. São os vídeos dos temas Behaviour (My Darling My Angel)/Shining Away, Early Time, Red Lips BlackWidow e BAR: Best Amazing Reasons.


Dale Bozzio é uma das mais importantes vocalistas do movimento art rock dos anos 80 e está de regresso com os Missing Persons. Missing In Action é o nome do álbum a ser lançado a 4 de março via Cleopatra Records. O primeiro single Hello, Hello já está disponível aqui. Missin In Action contém 10 temas catchy, com ritmos dançáveis e apontamentos de rock progressivo. A produção esteve a cargo de Billy Sherwood.


Os Stone Dead, banda dos arredores de Alcobaça, estão a preparar o lançamento, no dia 26 de Fevereiro, de um novo (o seu segundo) EP/Promo intitulado The Stone John Experience. A banda, é composta por João Branco, Jonas Gonçalves, Bruno Monteiro e João Santos. Sem qualquer apoio, todo o EP, artwork e material de promoção foi realizado pelos próprios membros da banda e amigos próximos.


Os gaúchos Eridanus continuam a promoção de seu mais recente álbum Hell Therapy que tem tido uma ótima aceitação do público e imprensa brasileira. O grupo anuncia então oficialmente a gravação de seu primeiro vídeo e a música escolhida foi Set It On Fire, single disponibilizado recentemente para download gratuito.


Os Epica estão de regresso com o seu sexto trabalho de estúdio, The Quantum Enigma a ser lançado a 2 de maio via Nuclear Blast. Este trabalho marca o início de uma nova era para o colectivo holandês: moderno, pesado e sem compromissos. Confiram o tracklist:
01 - Originem
02 - The Second Stone
03 - The Essence of Silence
04 - Victims of Contingency
05 - Sense Without Sanity [The Impervious Code]
06 - Unchain Utopia
07 - The Fifth Guardian [Interlude]
08 - Chemical Insomnia
09 - Reverence [Living in the Heart]
10 - Omen [The Ghoulish Malady]
11 - Canvas of Life
12 - Natural Corruption
13 - The Quantum Enigma [Kingdom of Heaven part II ]


Os Sonata Artica também preparam o seu regresso com Pariah’s Child com edição da Nuclear Blast a 28 de março. Para já está disponível mais um trailer (o quinto) deste álbum. Entretanto, o segundo single extraído de Pariah’s Child, Cloud Factory estará disponível a partir de 28 de Fevereiro.



A 18 de abril os Edguy lançam o seu décimo trabalho de estúdio intitulado Space Police – Defenders Of The Crown, via Nuclear Blast. Segundo algumas opiniões, este será o álbum mais pesado da banda alemã sendo, simultaneamente, apontado como o seu melhor. Confiram o tracklist abaixo e façam as vossas encomendas aqui.
1. Sabre & Torch 
2. Space Police 
3. Defenders Of The Crown 
4. Love Tyger 
5. The Realms Of Baba Yaga 
6. Rock Me Amadeus 
7. Do Me Like A Cavemen 
8. Shadow Eaters 
9. Alone In Myself 
10. The Eternal Wayfarer 



The Asgarda, álbum de estreia dos Madness Of The Night, foi lançado em novembro de 2013 via Massacre Records e a banda disponibiliza agora dois vídeos para dois temas desse trabalho: Theatre OfLife e She Is The Demon. Ambos os vídeos foram realizados por Abir Blackshadow e editados pelo multi-instrumentista Daniel Dante.



Quem se estreia em termos oficiais com vídeos são os Messenger. A banda lançou Starwolf – Pt. 1: The Messenger em setembro via Massacre Records e o vídeo do tema The Spectre já está disponível.


O hit de 1972 Hocus Pocus dos holandeses Focus, originalmente incluído no álbum Moving Waves será um dos temas a incluir na banda sonora do novo filme de Robocop, com Samuel L. Jackson, Gary Oldman e Michael Keaton. Entretanto, Golden Oldies é o11º trabalho do coletivo progressivo e inclui regravações de temas clássicos dos Focus.