domingo, 31 de janeiro de 2016

INFO: F. P. M. estreiam-se com Já Estou Farto numa homenagem a João Ribas

Alunos do Liceu António Arroio, com gostos musicais semelhantes e influenciados pelo movimento Punk, com o qual cresceram de forma bem próxima (o baterista João Diogo Ribas é sobrinho de João Ribas, mítico membro fundador de Ku de Judas, Censurados e Tara Perdida), cinco anos depois do início da aventura, entre concertos, ensaios e trabalho árduo, os F. P. M. lançam o seu primeiro registo de estúdio. A banda que se apresenta como trabalhadora, franca, honesta, barulhenta e com conteúdo assume-se como estando em permanente evolução criativa, mas sempre com as raízes bem firmadas no lado mais livre, irreverente e abrasivo do Rock, do Punk e do Hardcore. Já Estou Farto é um tema original dos míticos Ku de Judas e é, também, o título do álbum de estreia da banda Lisboeta, sendo ainda o seu single de estreia, numa edição da editora de referência no género a Infected Records. Originalmente escrito em 1984, Já Estou Farto é agora revisitado pelos F.P.M., numa homenagem de João Diogo Ribas ao seu tio, João Ribas. Um tema que conta com dois ilustres convidados: Ruka, guitarrista dos Tara Perdida, e João Pedro Almendra, vocalista original dos Ku de Judas e ex-Peste & Sida, atualmente nos Punk Sinatra. Gravado e produzido por Miguel Marques, no Generator Studios, Já Estou Farto, é um disco com uma mensagem inconformista e directa, olhando e metendo o dedo na "ferida" do panorama atual do "Portugal" em que vivemos. Já Estou Farto é um dos discos mais fortes e honestos do ano e foi lançado em formato digital no dia 29 de janeiro. O formato físico chega às lojas no dia 6 de fevereiro.

Tracklist:
01. Chance
02. Um Ser Em Mim
03. Dia Para Dia
04. Ordem de Despejo
05. Pelas Ruas
06. Novo Ciclo
07. Já Estou Farto
08. Poluição
09. Contraste

Lineup:
Diogo – vocais
Tiago – guitarras
Gui – baixo
Ribas – bateria
Ricardo – guitarras 

Flash-Review: Odds And Lies (Darkwaters)


Álbum: Odds And Lies
Artista: Darkwaters     
Editora:  Premiere Music     
Ano: 2015
Origem:  Portugal
Género:  Heavy metal, Progressive metal
Classificação: 4.9/6
Breve descrição: Após a promissora estreia discográfica com Golden Age Of Decadence (2013) a banda portuguesa Darkwaters (onde pontifica Sérgio Lucas, vendedor do programa Ídolos) regressa com o muito aguardado segundo álbum Odds and Lies. São 11 temas com uma intensa componente emocional, negro e profundo, de riffs muito fortes e com uma excelente produção. Um disco homogéneo, coeso mas melódico, com um ligeiro toque progressivo (embora não exageradamente técnico), que alia o som old school do heavy metal com o poder e groove do metal atual. O disco foi misturado e masterizado pelo mago Daniel Bergstrand (In Flames, Behemoth, Meshuggah) nos Dugout Studio em Uppsala, Suécia.
Highlights: Walk Away, Rat, Confession, Departed, The Purge
Para fãs de: Nevermore, Oblique Rain, Metallica

Tracklist:
1.  Strongest of Them All
2. Departed
3. On You
4. Confession
5. Immolation
6. My Way
7. The Purge
8. Odds and Lies
9. Ultimate Sin
10. Walk Away
11. Rat

Line-up:
Sérgio Lucas – vocais
Jorge Costa – guitarras
Diogo Cardão – guitarras
Tiago Silva – baixo
Filipe Serrano – bateria

sábado, 30 de janeiro de 2016

Notícias da semana

Um dos nomes mais aclamados do cenário do heavy rock psicadélico são os franceses Mars Red Sky. Depois do sucesso de Stranded In Arcadia (2014), o coletivo está de regresso com um novo álbum Apex III – Praise For The Burning Soul. O seu lançamento está agendado para 26 de fevereiro, mas a Listenable Records já está a aceitar pré-encomendas.



Bruno A., mentor do projeto Soundscapism Inc., assinou um contrato com a Ethereal Sound Works para o lançamento da estreia a 19 de fevereiro numa edição especial em digipack. Serão 8 temas adicionadas de um tema bónus, Tomorrows´s Yesterdays (feat. Flávio Silva – Oblique Rain, Left Sun – nos vocais, trompete e percussão), o vídeo Alone In Every Crowd e a versão remasterizada de Sommerregen, também com vocais de Flávio Silva.



Os LoReley assinaram pela editora americana Perris Records, com a qual lançarão uma nova edição do álbum Here We Are Again, com uma nova capa e um booklet de 6 páginas.






Os The Hypothesis são uma jovem banda finlandesa praticante de um metal moderno e fresco e que conta com elementos experientes que já passaram por bandas como Paradise Lost, Vallenfyre, Red Moon Architect, Dimebag Beyond Forever, Dead Shape Figure e Naildown. O vídeo do tema Eye For An Eye, retirado do seu álbum de estreia serve de presentação ao coletivo.



Já vos falamos do projeto The Doom In Us All: A Tribute To Blck Sabbath, numa altura em que a seminal banda britânica parte para a sua derradeira tour. A ideia foi de Ted Kirkpatrick, baterista dos Tourniquet e o CD está disponível via Pathogenic Records. A novidade agora é o vídeo do tema War Pigs com Chris Jericho (Fozzy), Scotti Hill (Skid Row), Dug Pinnick (King’s X) e o próprio Kirkpatric.




O primeiro videoclip dos Xerife já foi lançado. Histórias foi o single escolhido para encabeçar o segundo EP de originais desta banda de rock em português. Gravado na vila de Coruche, o videoclip transporta-nos para o mundo dos livros. Histórias infindáveis, milhares de vidas que se cruzam e que colidem numa só. O porto seguro de uma vida dura, com as portas abertas só para quem vier por bem. O lançamento do EP está previsto para o final do próximo mês de fevereiro, bem como o espetáculo de apresentação do mesmo.



Já se encontra disponível para pré-encomenda a edição revista e aumentada do livro Breve História do Metal Português, escrito por Dico. Originalmente editada em 2013, a obra aborda agora a história do Metal luso até 2015, beneficiando de um significativo aumento de páginas. A edição revista e aumentada de Breve História do Metal Português incluirá no mínimo 320 páginas (a anterior tinha 200), sendo que todas as décadas, à exceção da de 60, incluem agora bastante texto novo, que vem aprofundar vários fenómenos e factos relatados na edição original, por um lado; e abordar outros não incluídos em 2013, por outro. Além disso, Breve História do Metal Português, novamente editada pelo próprio autor, inclui agora um guia de registos essenciais do Metal luso desde os anos 70 até 2015, abrangendo demo-tapes, demo-CD’s, singles, EP’s, álbuns e DVD’s. Ao todo, são mais de 100 itens organizados por década, num guia essencial para os verdadeiros fãs.
Site oficial: 


Os ícones do rock sinfónico Renaissance irão atuar nos Estados Unidos e Reino Unido como suporte do lançamento do seu mais recente DVD Live At The Union Chapel, filmado no The Union Chapel em Londres a 16 de abril de 2015. Neste DVD os fãs podem encontrar todos os grandes êxitos da banda como Carpet Of The Sun, Ocean Gypsy, Mother Russia, Ashes Are Burning, bem como peças novas tais como Symphony Of Light ou Grandine Il Vento. O trailer deste DVD está já disponível.
Watch the trailer: 


Os hard rockers MarysCreek estrearam o lyric video do tema The Ghost Inside, uma das faixas incluídas no álbum Infinity lançado a 22 de janeiro pela Escape Music. Este trabalho foi misturado por Stefan Glaumann (RammsteinWithin Temptation,EuropeParadise Lost) e masterizado por Svante Forsbäck (RammsteinVolbeatLindemannTarja Turunen).



Eric Bell, conhecido por ser membro fundador dos seminais Thin Lizzy, lança a 26 de fevereiro via On The Edge/Cargo Records o seu novo álbum intitulado Exile. O músico norte-irlandês irá depois em tournée pelo Reino Unido, estando também já confirmada a presença do The Eric Bell Trio a 11 de junho no Sweden Rock Festival 2016. Exile é a primeira coleção de material original depois de Lonely Nights In London de 2009.


Foi lançado pela primeira vez em CD o clássico do underground An Evening With Wildman Fischer, com produção de Frank Zappa. Este álbum está descatalogado há décadas e, agora, é a editora Gonzo Multimedia que promove este seu relançamento. Wild Man Fischer nasceu em Los Angeles como Larry Wayne, foi institucionalizado com 16 anos de idade e, posteriormente, diagnosticado com duas desordens mentais: paranoia esquizofrénica severa e bipolaridade. Depois de fugir do hospital vagueou por LA cantando as suas canções à capella por 10 cêntimos cada. Foi Frank Zappa quem o descobriu nas ruas e lhe gravou o álbum de 36 canções em 1968.



Uma espécie de mentor omnipresente”: é assim que os Country Playground se referem a Neil Young, que colocam no topo das referências da banda e a quem decidiram prestar homenagem, dedicando-lhe o segundo single e vídeo do disco Turdus Merula, intitulado Song For Neil.



A associação cultural Extremasound, criada em San Vicente de Alcántara, província de Badajoz, Espanha, promove junto com a Câmara Municipal de San Vicente de Alcántara um Concurso de Bandas, que este ano celebra a IX edição – o Suberock. Os participantes interessados podem consultar o regulamento e fazer a sua inscrição através dos e-mails extremasound@gmail.com ou suberockfestival@gmail.com.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Entrevista: Ian Danter


Jornalista desportivo de renome em Inglaterra, Ian Danter é também um rockeiro à maneira. As coisas com Prove You Wrong, disco de estreia, correram tão bem que, o agora também DJ no Planet Rock, regressa às gravações com um disco onde com menos pessoas se torna mais forte. Second Time Around é o título dessa nova proposta o que nos levou de novo a conversar com Ian Danter sobre a música, sobre o jornalismo desportivo e claro, tema quente (na altura da realização da entrevista) a expulsão de Mourinho do Chelsea.

Olá Ian! Mais uma vez, obrigado, pela tua disponibilidade! O que tens feito desde a última vez que conversamos em 2013?
Olá! Bem, estive ocupado a trabalhar em jornalismo desportivo aqui no Reino Unido e fui ao Brasil fazer a cobertura do Campeonato do Mundo de 2014. Também comecei a trabalhar como DJ no Planet Rock, uma estação de rádio de rock clássico no Reino Unido que é tão divertido quanto o trabalho no futebol na talkSPORT!

Segunda vez por aí e o que tens a dizer sobre isso?
Bem, na realidade não tinha planeado fazer um segundo álbum, mas a grande resposta crítica dada a Prove You Wrong inspirou-me a começar a escrever novamente em 2013 e a escrita continuou em 2014/15. Depois gravei as músicas ao longo de 3 sessões separadas nos Arkham Studios Birmingham durante esse intervalo de tempo.

Mais uma vez, um álbum escrito, tocado e cantado inteiramente por ti próprio. Sentes-te mais confortável agindo assim? Será por teres o controlo total?
Estou mais confiante nas minhas capacidades agora do que em 2012, quando o álbum de estreia foi gravado, de modo que me levou a acreditar mais no meu talento como guitarrista e vocalista, as duas coisas que tinha delegado em outros na maior parte de Prove You Wrong. Sei como as músicas devem soar na minha cabeça e sei que posso obter as performances diretamente para a fita, por isso não há necessidade de fazer alguém aprender se eu o posso fazer tão bem.

Até os convidados são em menor número que no álbum anterior, não são?
Bem, isso aconteceu dessa forma, não foi uma decisão consciente no início. Jane Gillard fez um bom trabalho nos backing vocals femininos de tal modo que a queria para a faixa-título e para a Simple As That, mas sabia que me tinha a mim para fazer o resto sozinho. Alex, o produtor, também foi uma fonte de grande encorajamento para fazer isso sem muita ajuda exterior.

Parece que Second Time Around está um pouco mais orientado para o hard rock do que Prove You Wrong. Concordas? Era essa a tua intenção desde o início?
Pode ser devido ao meu estilo vocal, uma vez que Lee Small tem um tom vocal mais soulful no álbum de estreia em comparação com o meu. Mas, simplesmente escrevi as músicas para mim, sem necessariamente pensar sobre se eles eram mais pesadas do que antes. A intenção sempre foi a de manter as coisas variadas em termos de ritmo e melodia ao longo do álbum, embora mantendo um núcleo central de peso.

Mas, na minha opinião, este álbum é realmente um passo em frente. Prove You Wrong também serviu como uma lição de aprendizagem, não?
Obrigado por dizeres isso. Concordo que Prove You Wrong foi um grande processo de aprendizagem sobre como os arranjos que tinha em mente se traduziriam em canções gravadas. Portanto, fui para o segundo álbum muito mais preparado o que tornou o processo mais suave e eficaz. Até agora, Alex e eu temos uma boa relação de trabalho o que significa que não se perdeu tempo no sentido de obter as músicas gravadas com as melhores performances possíveis.

Então, como foi o processo de gravação desta vez?
Realmente muito simples. Comecei por gravar todas as faixas de bateria. Nessa altura não tinha uma guitarra guia – tinha que me lembrar dos arranjos da minha própria cabeça (risos)! Quando o produtor Alex e eu estávamos satisfeitos com os desempenhos de bateria, acrescentamos, pouco a pouco, o baixo, a guitarra ritmo, guitarra solo, teclados e todos os vocais em cima. Alex foi, como de costume, brilhante sugerindo ideias e momentos que ele imaginava ouvir como os solos de twin guitars em Truth Is A Lie e Chinese Whispers e algumas grandes ideias de riffs para unir diferentes partes como em Mr. Posion. Ele próprio é um músico muito talentoso com muito bom ouvido!

Como está a situação dos Dressed To Kill? Na última vez que falamos estavam a considerar a possibilidade de recomeçar a tocar?
Bem, eles comemoraram 25 anos de carreira e eu fiz alguns espetáculos com eles no ano passado como parte dessa Anniversary Tour. Foi muito divertido como sempre. A banda irá continuar em 2016 e para além disso, mas não vão estar tão ativos no circuito de tournées no Reino Unido como antes. Estão apenas a escalar um pouco as coisas, só isso. Vou tocar com eles de novo? Não descartaria essa possibilidade!

É engraçado que, na última vez que te entrevistei, falamos sobre o regresso de Mourinho ao Chelsea. Agora falamos sobre a sua saída. Como jornalista desportivo, talvez próximo desses movimentos, qual é a tua opinião?
Acho que esqueceu muito rapidamente a sua afirmação quando regressou a Inglaterra de que era o “the happy one”. Certo que ganhou o título, mas depois continuou a provocar confusões desnecessárias com todos e qualquer um que se cruzasse com ele - mesmo no seu próprio clube - e a sua posição foi enfraquecendo em cada uma dessas polémicas. Ele pode ou não ter aprendido as lições de seus últimos meses no Chelsea. Será interessante ver qual o próximo que joga com ele.

Já que falamos de jornalista desportivo, como vêm os teus companheiros de trabalho o teu lado de rock and roll star?
A maioria deles não são fãs de rock e portanto não entendem o que faço, o que é bom para mim. Um ou dois colegas deram-se um grande apoio e foram ver-me tocar ao vivo e felizmente gostaram do que viram e isso é encorajador para mim.

Voltando à música, tens algo planeado para levares este álbum para o palco?
Bem, já fizemos alguns espetáculos com os fantásticos Cats In Space mas espero poder organizar alguns espetáculos por mim próprio e também mais algumas aparições em festivais de verão este ano.

Muito obrigado Ian. Queres acrescentar mais alguma coisa?
Apenas que estou grato a todos os que mostraram interesse na minha música e que espalharam a palavra sobre Prove You Wrong e agora Second Time Around... Quem sabe, pode haver um terceiro álbum se houver interesse do lado de lá. 

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Review: Wild Life (John Dallas)

Wild Life (John Dallas)
(2015, Street Symphonies)
(5.5/6)

Há 10 anos a influenciar a cena metálica de Bolonha, Luca Stanzani, mais conhecido como John Dallas, passou por diversas bandas locais antes de se estabelecer em nome próprio. E assim lança Wild Life, um disco que faz jus ao nome por apresentar um hard rock selvagem, que bebe diretamente da escola clássica (Guns n’ Roses, Def Leppard, Van Halen) embora modernizado (Hardcore Superstar). Por outro lado, como se percebe pelas referências históricas, a cena glam californiana, decadente e provocante, também não é estranha neste disco. Wild Life começa acutilante e sempre a abrir atinge a quinta faixa, Dreamin’ On, quase sem dar tempo para o ouvinte se recompor tal o assalto hard rockeiro. Depois de bem massacrados, podemos analisar outras nuances de John Dallas: Electric é um tema claramente mais compassado, Freedom uma balada com registo acústico e Love’s Fake baralha totalmente pela sua aproximação a algo mais industrial. Claramente o fecho da forma mais pesada e inesperada. No global, Wild Life é um disco francamente agradável e competente sendo aconselhado para quem procura hard rock moderno baseado nos clássicos.

Tracklist:
1.      Under Control
2.      Heaven Is
3.      Falling
4.      Wild Life
5.      Dreamin’ On
6.      Electric
7.      Freedom
8.      Psycho Game
9.      Love’s Fake

Line-Up:
John Dallas – vocais
Convidados anónimos – guitarras, baico, bateria

Internet:
Facebook   

Edição: Street Symphonies    

Playlist Via Nocturna 28 de janeiro de 2016


Melhores álbuns 2015 - Categoria Heavy Metal


quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Review: Aerial Visions (Vinnie Moore)

Aerial Visions (Vinnie Moore)
(2015, Mind’s Eye Music)
(5.8/6)

Vinnie Moore é um dos mais virtuosos e conceituados guitarristas da atualidade. Com um vasto curriculum quer em termos individuais quer com a sua mais recente participação nos UFO, tem espalhado o perfume da sua técnica fantástica ao longo dos anos. No mesmo ano que que a sua banda lança A Conspiracy Of Stars e enceta uma longa tournée, o americano ainda tem tempo para gravar o seu mais recente álbum a solo intitulado Aerial Visions. E quando se é um guitarrista dotado como Vinnie é, quando se conseguem criar canções soberbas baseadas apenas em três instrumentos – guitarra, baixo, bateria -, quando os outros instrumentistas são executantes da primeira linha e quando a genialidade de todos confluem para uma finalidade única de compor e executar belas peças instrumentais, então está tudo dito quando a Aerial Visions. Um disco soberbo onde técnica e emoção andam de mão dada, onde os egos dos mestres nunca se sobrepõem à definição estética da canção, onde as harmonias, riffs e solos são delineados, programados e executados ao mais ínfimo pormenor, onde não faltam ritmos diferenciados e melodias deliciosas. Tudo isto está em Aerial Visions, uma coleção de 10 temas instrumentais do melhor que se tem feito nesta área. Um deles é original dos ZZTop, La Grange, e Vinnie Moore é capaz de, mantendo a sua traça original que o leva a ser prontamente identificado como sendo de quem é, introduzir o seu estilo e a sua identidade. Em suma, mais um sensacional disco do mestre da guitarra! Obrigatório.

Tracklist:
1.      Mustang Shuffle
2.      Now’s The Time
3.      Faith
4.      Slam
5.      La Grange
6.      Looking Back
7.      Aerial Vision
8.      The Dark Dream
9.      Calling Out
10.  A Million Miles Gone

Line-Up:
Vinnie Moore – guitarras
Richie Monica – bateria
Rob DeLuca, Dorian Heartsong, Dave LaRue, Elliott Rubinson – baixo

Internet:
Website   

Edição: Mind’s Eye Music