quinta-feira, 31 de março de 2016

Playlist Via Nocturna 31 de março de 2016


Review: Sacred Blood "Divine" Lies (Magnum)

Sacred Blood “Divine” Lies (Magnum)
(2016, Steamhammer/SPV)
(6.0/6)

Se isto fosse um anúncio publicitário, diríamos “desde 1972 a produzir do melhor hard rock”. Mas isto não é publicidade, apesar de a afirmação ser verdadeira. E Sacred Blood “Divine” Lies, novo trabalho dos veteranos Magnum é mais um disco de enorme qualidade, na sequência daquilo a que já nos habituaram. E, a verdade, é que não há muito a dizer desta coleção de 10 temas da banda de Tony Clarkin e Bob Catley. É um disco magnífico, com arranjos majestosos, de composições fantásticas, com estruturas inteligentes e com orquestrações só ao alcance de mentes geniais. Mas os Magnum sempre foram assim, poderão afirmar. Pois sim, mas em Sacred Blood “Divine” Lies, todos esses atributos são maximizados e elevados a um patamar superior de qualidade. Poderemos afirmar que os britânicos vivem, atualmente, o seu maior momento criativo e de inspiração. E é, precisamente, neste novo disco e em 10 canções memoráveis que isso se explana. Nas linhas de piano, nas harmonias e melodias de guitarra, nas melodias e arranjos vocais, nas variações rítmicas, na conexão entre todos os elementos instrumentais e até no trovadorismo de um tema como Quiet Rhapsody. Tudo aqui é perfeito. E construído de tal forma que chega a atingir caraterísticas de um musical, como se Andrew Lloyd Webber também colaborasse. Simplesmente brilhante e um disco (mais um) obrigatório dos Magnum!

Tracklist:
01 Sacred Blood “Divine” Lies 
02 Crazy Old Mothers
03 Gypsy Queen
04 Princess in Rags (The Cult)
05 Your Dreams Won't Die
06 Afraid Of The Night
07 A Forgotten Conversation
08 Quiet Rhapsody
09 Twelve Men Wise And Just
10 Don't Cry Baby

Line-Up:
Tony Clarkin - guitarras
Bob Catley - vocais
Mark Stanway - teclados
Al Barrow - baixo
Harry James – bateria

Internet:
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Edição: Steamhammer/SPV    

quarta-feira, 30 de março de 2016

Entrevista: Tears From Venere

No ativo desde 2011, estes milaneses com o estranho nome Tears From Venere chegam ao primeiro longa-duração de título genérico Temporary Lives. E se a intenção sempre foi a mistura de diversos estilos, pois bem, isso fica perfeitamente demonstrado nesta rodela de estreia. O vocalista Vincenzo Santoriello falou-nos como tudo isso se proporciona.

Olá, Vinnie. Obrigado pela disponibilidade. Quem são os Tears From Venere (TFV)? Podes apresentar a banda aos rockers portugueses?
Olá pessoal, somos os Tears From Venere, uma banda de rock italiana com sede em Milão e que começou em 2011.

O que vos motivou a começar esta banda?
Todos nós fomos à procura de um novo (e fresco) projeto e depois de 5 anos ainda estamos juntos, muito felizes por aquilo que fazemos e motivados como sempre.

Qual o significado de um nome tão estranho?
Tears From Venere é uma mistura entre a língua Inglesa (Tears From) e italiana (Venere = Vénus – Deusa do Amor). Nós defendemos o nosso estado italiano, mesmo cantando em Inglês. Embora o significado esteja mais relacionado com o romance e música.

O vosso som é uma curiosa mistura de rock, pop, metal e punk. Portanto, gostaria de te perguntar quais são as vossas principais influências?
Tocaste no ponto! Somos quatro elementos com diferentes gostos musicais (desde o death metal ao pop-punk) e o nosso som é simplesmente a mistura dos nossos estilos diferentes. As nossas principais influências (provavelmente) são Rise Against, Boysetsfire, Papa Roach e, porque não, os primeiros álbuns de Fonzie!!

Para quem não vos conhece, como é que se descrevem a música de Temporary Lives?
Temporary Lives é uma viagem na montanha-russa da vida, com o contraste entre algumas canções rápidas de punk, com breakdowns metálicos e riffs catchy com outros momentos mais suaves e reflexivos.

A respeito deste álbum lançado em 2015, durante quanto tempo trabalharam nele?
A composição e arranjo das canções levou cerca de um ano, enquanto a pré-produção e gravação levou mais 6 meses aproximadamente. No total, passamos cerca de um ano e meio desde a composição até à masterização.

Como tem sido o feedback quer dentro como fora da Itália?
Para já, estamos muito satisfeitos. Tanto na Itália como na Europa tem sido positivo.

E para um próximo álbum, já há negociações com alguma editora?
Enquanto Temporary Lives foi uma edição DIY (por nossa decisão pessoal) para o próximo álbum gostaríamos de tentar lança-lo através de uma editora, mas de momento ainda não assinamos com nenhuma. Ainda estamos em fase de composição da maioria das músicas, pelo que será prematuro assinar qualquer contrato.

A respeito de promover Temporary Lives ao vivo, o que têm planeado?
Atualmente estamos em tournée por Itália e estamos a prever uma tournée europeia para 2017. Veremos o que vai acontecer nos próximos meses.

A partir de agora, onde pensam que poderão chegar com os TFV? Quais são os vossos principais objetivos?
Essa é uma boa pergunta, mas realmente difícil de responder. Para já, um novo álbum e também uma tour pela Europa são os nossos objetivos primários. Quanto ao resto, tudo o que vier, será bem-vindo.

Mais uma vez, muito obrigado. Queres acrescentar mais alguma coisa?
Muito obrigado pela atenção que nos foi dada. Rockers portugueses, temos uma página no Facebook e Soundcloud e também um canal de Youtube. Por favor, deem uma olhada, seria um prazer para nós.

terça-feira, 29 de março de 2016

Review: Histórias e Segredos (Dona Elvira)

Histórias e Segredos (Dona Elvira)
(2016, Independente)
(5.9/6)

Já tínhamos a Alice e agora vem a Elvira, Dona Elvira. É este o nome de um recente projeto de rock feito em Portugal e cantado em Português. Cinco músicos com experiência acumulada em projetos de várias áreas musicais que se cruzam num projeto único de sonoridade renovada e inovadora. A estreia é feita de forma brilhante com Histórias e Segredos, uma coleção de doze canções de uma enorme qualidade daquilo a que se convencionou chamar de rock português. Muitas vezes a lembrar João Pedro Pais, mas sempre com a introdução de pormenores que o diferenciam e o tornam único e especial. E esses pormenores surgem, por exemplo, na incursão por campos da música popular/tradicional, como acontece nos temas Devoção, Elvira e Mondadeira (três dos momentos com mais magia neste disco) onde também se nota a influência de Zeca. Ou na excelência do trabalho minimalista das teclas, verdadeiramente fenomenal em Pura Ilusão e Elvira ou, ainda, no genial trabalho vocal (incluindo partes à capella) em Mondadeira. Histórias e Segredos é um disco de rock clássico, em português e cheio de portugalidade, que fala de saudade, do destino e do inconformismo nacional, que visita a malandrice de umas quantas senhoras (a Elvira e a Mondadeira) mas sempre com boa disposição. Um disco que tanto endurece o ritmo e a mensagem (Pura Ilusão e Nada Muda Num Instante) como se torna enternecedor em baladas de sentimento à flor da pele – as belíssimas Houve um Tempo e Não Me Liberto de Ti e a bluesy Se Eu Pudesse. E que também sabe ser sinistro e aterrador em A Noite das Almas. Os Dona Elvira são, para já, uma das maiores surpresas do rock nacional e História e Segredos tem tudo para se tornar um clássico do género – a perfeita conjugação entre todos os instrumentos, com um notável rigor ao nível dos arranjos e do equilíbrio musical e instrumental e um notável desempenho de todos os executantes. Isto é rock ao seu melhor nível. Por favor, descubram-no…

Tracklist:
1.      Recomeçar
2.      Devoção
3.      E Anoitece Devagar
4.      Pura Ilusão
5.      Houve um Tempo
6.      Só Assim
7.      Elvira
8.      Mondadeira
9.      A Noite das Almas
10.  Se Eu Pudesse
11.  Não Me Liberto de Ti
12.  Nada Muda Num Instante

Line-Up:
Paulo Lawson – vocais
Tiago Caldeira – guitarras e vocais
Francisco Durão – teclados e vocais
Sérgio Martins – baixo
António Oliveira – bateria

Internet:
Facebook    

segunda-feira, 28 de março de 2016

Entrevista: Xerife

Os Xerife surgem em abril de 2014 e editaram o primeiro EP a 29 de setembro do mesmo ano. A banda do ribatejo tem vindo a afirmar-se no panorama musical português, tendo já passado por alguns espaços conceituados. Fevereiro deste ano vê o lançamento do segundo EP do qual o single Histórias têm vindo a circular com regularidade nos media nacionais. É com orgulho que trazemos até às nossas páginas mais um jovem coletivo nacional de grande qualidade, numa conversa com a vocalista Laura Macedo.

Olá Laura, tudo bem? Quem são os Xerife e como surgiram?
Olá! Os Xerife são, para além de mim, o Marcelo Silva, na guitarra, o Zé Ganchinho, no baixo, o Cláudio Marques, na bateria e o Peka, nas teclas. Nasceram em abril de 2014. Já existíamos enquanto banda de covers (F.M.I.) à exceção do Peka, que entrou mais tarde. Surgiu a necessidade de criarmos as nossas próprias músicas. Queríamos dar o nosso contributo à música portuguesa. E foi em abril que começámos a compor. Nesse verão gravámos o primeiro EP e, em setembro, lançámos o nosso primeiro single Dá-me a Mão. Foi também nessa altura que convidámos o Peka para se juntar a nós, que veio trazer uma nova energia às músicas.

Porque a escolha de um nome como Xerife?
O nome de Xerife surgiu por duas razões. Primeiro, porque achámos que era um nome com uma boa sonoridade e que podia resultar a nível estético. Depois porque, como é uma entidade que não existe em Portugal, simboliza também o que queremos com a nossa música: trazer algo de novo. Se o conseguimos ou não, isso já fica ao critério de quem nos ouve.

Conta-nos um pouco da vossa história até agora…
Depois de em 2014 e em tempo quase record termos lançado o nosso primeiro EP, tivemos alguns concertos durante o verão e continuámos a compor e a preparar o segundo EP, Histórias, que lançámos agora em fevereiro. Pelo meio, passámos pela RTP e RDP, compusemos uma música para uma banda sonora de uma curta-metragem e ganhámos um concurso que consistia em compor uma música para um anúncio. Temos dado pequenos passos, mas vamos subindo degrau a degrau, com muita persistência e às custas do nosso trabalho.

Quais são as vossas principais influências?
Temos várias. Somos muito ecléticos. Do punk rock ao metal, do funk aos blues, ouvimos de tudo um pouco. Stevie Wonder, RHCP, Queen, Radiohead, Metallica, Guns’n’roses, Joe Bonamassa, Tara Perdida, Xutos&Pontapés, Nirvana, BB King, Foo Fighters, Arcade Fire, Jamiroquai… Podíamos ficar aqui algumas horas a dizer referências! (Risos)

Qual é o background musical dos elementos dos Xerife?
Todos temos já alguns anos disto e já integrámos vários projetos de covers e de originais. O Cláudio (baterista) e o Marcelo (guitarrista) fazem também parte dos R12, banda de punk rock, e já integraram outros projetos de covers. O Zé Ganchinho, que é o mais novo da banda, é também baixista dos Caelum's Edge, e o Peka pertence também à banda de originais The Pilinha e aos Los Camaias.

Histórias é o single de avanço do segundo EP. Que outras histórias nos podem contar a respeito deste novo EP?
Há muitas histórias diferentes neste EP. Mas fala sobretudo de pessoas e da forma como nos relacionamos em sociedade. Neste EP está presente uma urgência de sentimentos puros e verdadeiros e de justiça também. 

E, na vossa opinião, a melhor forma de contar essas histórias é exclusivamente em português?
Sim, esse sempre foi um ponto assente quando formámos os Xerife. Cantar na nossa língua. Não só por querermos chegar mais facilmente a quem nos ouve, mas também por ser um desafio bem mais difícil do que escrever em inglês, por exemplo.

E musicalmente não é um disco homogéneo. Como se fundem os vossos diferentes backgrounds musicais no estilo Xerife?
Nós tentamos não pensar muito nisso. Deixamos a coisa fluir. O resultado final é a fusão das várias influências e gostos de cada um. Não estamos preocupados em seguir um determinado estilo.

Os Xerife acabam por se enquadrar naquilo que se convencionou chamar de rock português. Acaba por ser o que melhor vos identifica?
Sim, o rock pode ser muito abrangente. E embora tenhamos algumas influências de funk e pop, penso que nos enquadramos no rock português.

Sei que tiveram uma passagem pelo palco da TVI. Como se proporcionou essa experiência, ainda por cima num canal bastante limitado em termos de abrangência musical e pouco dado a ondas mais rockeiras?
É óbvio que é sempre uma tarefa difícil chegar aos canais de televisão. É um circuito que está muito fechado, ainda mais, quando se trabalha sem agências. Neste caso, a oportunidade surgiu por intermédio da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos, terra onde decorreu a emissão e onde nasceram os Xerife. Infelizmente, e apesar de não ter nada contra a música popular, hoje em dia só há espaço para esse tipo de música, sendo difícil para as bandas de rock ou pop-rock conseguirem integrar estes alinhamentos. Acho que deve haver lugar para tudo e que se deve dar voz às várias bandas que vão surgindo e que têm qualidade. Basta um pouco de projeção para se conseguir chegar bem mais longe.

Já tiveram, entretanto, o vosso concerto de apresentação do EP. Como correu?
Correu muito bem. Escolhemos a fantástica sala do Teatro Ibérico, em Lisboa, cheia de misticismo, onde já atuaram bandas como os Madredeus, por exemplo. Tivemos casa cheia e feedback muito positivo!

E há outras novidades a respeito da apresentação deste EP ao vivo?
Sim, dia 10 de abril vamos estar na FNAC Colombo, em Lisboa, pelas 17h, e dia 15 de abril na FNAC Almada. Estamos a tentar ir também ao centro e norte do país. Assim que tivermos novidades, iremos divulgar.

E para o futuro, que projetos estão previstos para os Xerife, nomeadamente no que diz respeito a um longa-duração?
Este ano vamos andar a promover este novo EP e começar a compor novos temas. Ainda não sabemos se será um disco, uma vez que hoje em dia o mercado musical está um pouco diferente. Ainda vamos pensar e decidir qual será o próximo passo.

Mais uma vez obrigado, Laura. Queres acrescentar mais alguma coisa?
Obrigada eu! Sim, quero agradecer ao Via Nocturna pela entrevista e por cumprir a tarefa árdua de ajudar a divulgar a nova música portuguesa!

domingo, 27 de março de 2016

Review: Temporary Lives (Tears From Venere)

Temporary Lives (Tears From Venere)
(2015, Independente)
(5.3/6)

Hard rock pesado, com uma forte tendência punk é o que oferecem os Tears From Venere em Temporary Lives. Uma coleção de temas crus, ásperos e diretos com intensas descargas de adrenalina. A aproximar-se dos momentos mais pesados criados pelos Hard Riot ou Hardcore Superstar ou de Neverstore/Hide The Knives, quando os italianos mais se aproximam do punk. Temporary Lives vive muito de um coletivo extraordinariamente forte, com temas compactos e coesos, onde até os solos de guitarra estão, na sua maioria, pouco desenvolvidos. Ao invés, é o baixo quem se mostra mais proeminente, com uma postura com muito groove e swing a encorpar significativamente as canções. Ainda assim, há tempo para sermos surpreendidos por momentos mais elaborados como acontece em My Name Is V, Release Me ou Never Look Back, com mais detalhes melódicos a até recurso a elementos acústicos. Temporary Live é um disco muito potente a pedir, claramente, palco.

Tracklist:
1.      Roulette
2.      Temporary Lives
3.      My Name Is V
4.      Release Me
5.      Never Look Back
6.      Raise Your Voice
7.      One More Night
8.      Hey God
9.      Fame And Glory

Line-Up:
Vincenzo Santoriello – vocais e guitarras
Andrea Morelli – guitarras
Simone Morelli – baixo
Matteo Rendina – bateria

Internet:
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Flash-Review: Handle It (Blackfoot Gypsies)


Álbum: Handle It
Artista: Blackfoot Gypsies     
Editora:  Plowboy Records   
Ano: 2015
Origem:  EUA
Género:  Roots, Blues, Country, Soul, Gospel
Classificação: 5.8/6
Breve descrição: Quatro discos em quatro anos de uma banda que começou como um duo e que só neste Handle It se transformou em quarteto. Impressionante coleção de 10 temas de verdadeiro roots americano – country, blues, sulista, rock n’ roll, soul, gospel! E para isso socorre-se de todos os recursos técnicos (fuzz, shake, swing) e instrumentais (honky tonk, harmónica, slide guitar, violino, hammond) e de uma gravação de tal forma orgânica, retro e analógica que mais parece um registo saído diretamente dos estúdios dos anos 60/70.
Highlights: Scream My Name, Pork Rind, Under My Skin, Too Bad, Dead On The Road, Snake Charmer
Para fãs de: The Doors, The Beatles, Johnny Cash, Lynyrd Skynyrd, The Allman Brothers Band

Tracklist:
1.      Scream My Name
2.      Pork Rind
3.      Under My Skin
4.      Too Bad
5.      Spent All My Money
6.      In Your Mind
7.      Dead On The Road
8.      Snake Charmer
9.      So Be It
10.  Call Me After Midnight

Line-up:
Zack Murohy – guitarras
Matthew Paige – bateria
Dylan Whitlow – baixo
Ollie Dogg – harmonica

sábado, 26 de março de 2016

Notícias da semana

Os Derdian informaram que as misturas do seu novo álbum Revolution Era estão quase prontas. Revolution Era é um disco que apresenta regravações dos maiores êxitos dos italianos incluídos nos seus três primeiros álbuns, adicionado de um tema inédito, Lord Of War. A data de lançamento ainda não é conhecida, ao contrário da lista de treze notáveis que colaboram nesta regravação. São todos vocalistas e celebram com a banda os 10 anos da saga New Era. Aqui fica a lista de convidados especiais: Ralf Scheepers (Primal Fear), D.C. Cooper (Royal Hunt), Fabio Lione (Rhapsody of Fire, Angra), Apollo Papathanasio (Ex-Firewind, Evil Masquerade), Henning Basse (Metalium, Firewind), GL Perotti (Extrema), Davide Damna Moras (Elvenking), Mark Basile (DGM), Elisa Martin (Ex Dark Moor), Terence Holler (Eldritch), Roberto Ramon Messina (Ex Secret Sphere, Physical Noise), Andrea Bicego (4th Dimension), Leo Figaro (Minstrelix).

A Purple Pyramid Records irá lançar uma caixa de colecionador de Todd Rundgren contendo material inédito gravado ao vivo em estúdio nos inícios dos anos 70. Todos esses espectáculos foram transmitidos na rádio, naquela altura. Esta caixa inclui performances a solo de Rundgren bem com uma banda completa, nomeadamente a The Hello People e aqui podem encontrar-se temas bem conhecidos como Hello, It's Me, I Saw The Light ou It Wouldn't Have Made Any Difference. A caixa inclui três CD’s e um booklet de 20 páginas com notas escritas por Dave Thomson, fotos a cores, uma palheta autografada, 3 pins coleccionáveis e um backstage pass.


A banda de metal sinfónico oriunda dos EUA, Midnight Eternal, acaba de lançar o lyric vídeo do tema First Time Thrill. Esta é uma das faixas incluídas na estreia homónima da banda a ser publicada nos EUA e Europa a 29 de abril via Inner Wound Recordings e a dois dias antes no Japão, pela Avalon/Marquee.


O compositor e cantor australiano Ben Craven tem um novo trabalho no mercado. Last Chance To Hear é já o terceiro álbum do vocalista e conta com as colaborações de William Shatner e Billy Sherwood, em mais um disco forte em termos de sonoridades cinematográficas de rock progressivo.



A banda de rock progressivo setubalense Esfera lançou a 21 de março o seu álbum de estreia All The Colours Of Madness, produzido por Renato Sousa e Francisco Caetano (The Shape of Tone to Come Studios). Fruto de um longo trabalho de composição e gravação, este álbum conceptual representa uma variedade de paisagens sonoras e influências da banda setubalense e uma afirmação da sua versatilidade. É uma viagem de 8 faixas pelas cores das diferentes emoções, da perspetiva de um cego que entrega a sua esperança numa forma de compreender os conceitos de sanidade e conforto. All The Colours Of Madness já está disponível nas principais plataformas digitais (Spotify, iTunes, Meo Music, Tidal, Deezer, Apple Music, Amazon MP3), e em formato físico. O vídeo do tema Green já foi disponibilizado.


A Lions Pride Music lançou o mais recente disco dos Wild Rose intitulado simplesmente 4 e, agora, apresenta Desperate Heart, o vídeo do primeiro single extraído desse álbum com lançamento agendado para 6 de maio de 2016.