quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Entrevista: Matteo Brigo


Guitarrista dos prog rokers italianos Maieutica, Matteo Brigo concretizou um sonho antigo e lançou aquele que é a sua primeira experiência laboratorial, desculpem, o seu primeiro disco a solo. It Works! é um disco instrumental, orientado para a guitarra e conceptual. Fomos conhecer as motivações deste guitarrista italiano.

Viva Matteo! Como estás? Como é que esta criatura que criaste ganhou vida?
Olá para todos! Por aqui tudo ótimo! Foi um trabalho muito intenso porque tive que lidar com todos os detalhes do álbum. Quando tens uma banda podes dividir as tarefas com os outros membros, mas aqui o caso era mais complexo, mas também mais gratificante, porque tudo resultou como eu queria. Tudo começou há muito tempo. Eu sempre quis criar um álbum instrumental e tantas vezes comecei a trabalhar num, mas acabava sempre por empancar em algo e desistia. Finalmente tomei a rédea da situação e disse: "É agora a altura certa" e comecei a trabalhar nele a sério.

E definitivamente, funciona?
Espero que sim! Estou muito orgulhoso do resultado final. Quase toda a gente que ouviu o álbum deu-me um feedback positivo assim... parece funcionar!

It Works! é, então, a tua estreia como guitarrista a solo. Quando e por que decidiste que este era, efetivamente, a altura certa para fazer um álbum como este?
It Works! é um sonho que se tornou realidade. Desde que comecei a tocar guitarra que queria lançar um álbum assim. Até agora sempre toquei e compus a pensar com a cabeça de outros. Tinha que pensar no som, melodia e metas da banda e tive que adaptar o meu estilo e a minha forma de tocar. Tudo foi ligado por compromisso. A certo ponto... kaboom... Algo explodiu! Comecei a criar algo que realmente representam a música que ouço na minha cabeça.

Este é um álbum conceptual, mas sendo um álbum instrumental, como é que trabalhaste o conceito?
Cada faixa é como um capítulo de uma história. Alguns momentos envolvem reflexão e contemplação, outros são ação pura. Tentei processar a melhor música de acordo com a história. É uma história de ação de modo que o álbum é muito brilhante e agitado, mas há momentos mais introspetivos e filosóficos como a última música. Aqui os personagens, após uma viagem no tempo, paradoxos e aventuras estranhas voltam tempo presente. Mas será realmente assim? Tudo o que mudaram no passado também poderá ter mudado o seu tempo presente. É assim que começa Who Knows, uma música progressiva, que é diferente do modo fascinante e cativante do álbum. O processo criativo foi bastante simples também porque não tinha que pensar nas letras. Um problema a menos!

O principal personagem é um cientista louco. Podes falar um pouco sobre ele?
Tive a ideia de tocar com um vídeo jogo antigo, Day Of The Tenctacle, uma história de ciência estranha, uma das histórias mais surreais e engraçadas que conheci. Génio puro! O pano de fundo do jogo está cercado por invenções malucas deste cientista louco como máquinas do tempo, monstro do tentáculo e outros materiais estranhos. Esse é o lugar onde tudo começa. Adicionei algumas caraterísticas e detalhes da década de 80 de filmes que gosto como Back To The Future, Ghostbuster e muitos outros. O cientista louco é uma espécie de alter-ego meu, porque gasto muito do meu tempo no laboratório a tentar trazer à vida um estranho material musical encantador. Tudo irónico!

Musicalmente este é um típico álbum de guitar hero dos anos 80/90. Quais são os nomes (guitarristas ou não) que mais te influenciaram?
Adoro o shred dos anos 80 e anos 90 e estou sempre a tentar descobrir novos álbuns dessa idade de ouro. Ao mesmo tempo, tento estar atualizado sobre as novidades nesta área. Certamente queria recriar a essência happy-go-lucky dos clássicos, Steve Vai e Joe Satriani, mas a lista é muito longa: Van Halen, Marty Friedman, Vinnie Moore, Paul Gilbert, Yngwie Malmsteen... Falando de bandas, o meu ponto de referência, está muitas vezes ligado ao heavy metal e hard rock. Mas tenho que ouvir material novo que vou descobrindo e tento absorver os inputs de muitos estilos musicais diferentes.

Falando de influências, há também algumas de filmes de culto, como aliás já mencionaste. Quais os que tiveram maior relevância para ti?
Eu sou um fanático dos filmes dos anos 80! Comédia, fantasia, ficção científica! Tudo era grande nos anos 80! Sou inspirado principalmente por Back To The Future, Weird Science ou Querido, Encolhi os Miúdos. Mas gosto de todos os filmes com Michael J. Fox ou Arnold Schwarzenegger, ambos verdadeiramente inspiradores do meu mundo innerd.

Para além deste trabalho a solo, também és membro da banda de rock progressivo Maieutica. De alguma forma os dois trabalhos se interligam?
Não, não estão interligados. Maieutica tem um estilo diferente, mais obscuro e mais complexo. Quando componho material novo para os Maieutica tenho de banir a ironia e a leveza, porque os seus movimentos poéticos e musicais agem em áreas diferentes. Além disso, é uma banda de verdade, com um cantor e com letras profundas e filosóficas. Depois de anos a tocar esse tipo de música senti a necessidade de fazer algo relacionado com a parte irónica e ensolarada de mim.

E com um álbum lançado ainda este ano, R.E.S.. Podes falar um pouco deste disco?
R.E.S. é álbum de rock progressivo com influências metal e alternativas, cantado em italiano. Todo o álbum roda em torno de viagens e movimentos interiores e exteriores. Há influências exóticas nas melodias e muitas atmosferas diferentes. Tentamos experiências interessantes e uma série de diferentes estilos, mantendo intacta a nossa marca. Estou muito orgulhoso de canções como Primo Contatto ou Maelstrom. É completamente diferente de It Works!. R.E.S. é uma viagem onírica e sonhadora; It Works! é uma descarga de adrenalina, uma louca aventura no espaço-tempo!

E a respeito de próximos projetos?
Estou sempre a compor novo material para Maieutica ou para o meu projeto a solo. Adoraria levar It Works! para palco e estou à procura de uma banda completa. Também estou a trabalhar num novo videoclip e espero lançar algo entre setembro e outubro. Sigam o meu canal do youtube, a ser constantemente atualizado. https://www.youtube.com/user/MatteoBrigo

Muito obrigado, Matteo! Queres acrescentar mais alguma coisa?
Muito obrigado! Para mais informação ou detalhe sobre o meu trabalho, por favor, acedam a www.matteobrigo.com. Obrigado a todos que lerem esta entrevista e vemo-nos em breve neste mundo musical mágico!

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Review: Very Heepy Very Purple V (Avi Rosenfeld)

Very Heepy Very Purple V (Avi Rosenfeld)
(2016, Independente)
(6.0/6)

Apesar deste trabalho servir como a nossa apresentação com Avi Rosenfeld, o certo é que Very Heepy Very Purple V é já o 27º álbum do músico israelita, o que mostra que temos andado um pouco distraídos. Basta ler o título do disco para se perceber quais são as principais influências e não restam dúvidas que o hard rock clássico dos Uriah Heep e Deep Purple está aqui bem representado. E este conjunto de dez temas é tão genial que podemos afirmar que se trata de um caso em que o aluno supera o mestre! Mas repare-se que Avi Rosenfeld não se limita a copiar o passado. Influencia-se fortemente nele, é certo, mas consegue imprimir um intenso cunho pessoal que ajuda a elevar este conjunto de canções onde o swing do baixo, a magia do hammond, as harmonias da guitarras, os ritmos do honky tonky e as magistrais melodias a patamares de imortalidade. E dentro dessa personalização refere-se a inclusão de ritmos jazzísticos aleatoriamente distribuídos ao longo disco mas mais perfeitamente notórios em Valhalla; ou então o recurso a ambiência orientais, resultantes da inserção de elementos culturais associados à origem do instrumentista. De tal forma é importante esta orientalidade que num tema como Delilah (um dos mais sensacionais de todo o disco), por momentos aproximamo-nos de uns Orphaned Land ao nível do trabalho vocal e coral. Este acaba por ser um tema marcante, ainda pelo seu sentimento gypsy, pelo genial trabalho de piano e pela introdução de harmónium. Mas, independentemente deste destaque individual, permitam-me referir que Very Heepy Very Purple V é todo ele da melhor casta, um disco genial, verdadeiramente magistral e que deve marcar presença na discografia de todo e qualquer fã de verdadeiro hard rock. Um daqueles discos que se ouvem vezes sem conta, umas atrás das outras! Simplesmente portentoso!

Tracklist:
1.      Desert Butterfly
2.      Babylon
3.      Wanna Play Like Ritchie Blackmore
4.      Delilah
5.      Valhalla
6.      Dealer
7.      Kanata
8.      Breaking Bad
9.      Silver Johnny
10.  Sea Of The Lost And The Pharaohs

Line-Up:
Avi Rosenfeld – guitarras, vocais
TOTO 1966 BPC, Igor Pokalitov – guitarras
Vahtango Zadiev, Rildevar Silva, Marco Buono, Arpie Gamsz, Guilherme Araújo Dzielinski, Marcelo Vieira, Deyian, Massimo Gerini, Trishit Karmakar – vocais
Milos Delic, Thomas Lofholm, Dean Wuksta, Mark Miller, Gilberto Heredia Cerda – bateria
Cedric Camus, Dani Solis, Marco Branlindo, Simon Lau, Gabriele Caroniti, Ian MacIntosh, Anton Wannemakers, Jason Cook – baixo
Matias Amor, Victor Hugo Santafe Ossa, Braulio Morales – teclados
Carlo Peluso, George Barabas, Mark Brown, Sven Wannas, Massimo Saccutelli, Simon Oslender – hammond
Koray Alarslan – piano
Ayyo Rama - harmonium

Internet:
Facebook   
Youtube   

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Entrevista: Culver Kingz


Michael Thompson e Billy Trudel já se conhecem desde 1983! Por diversas razões os seus caminhos acabaram por nunca se cruzar num projeto sólido e apenas agora, mais de 30 anos depois os dois conseguem criar e lançar um disco em conjunto. O projeto chama-se Culver Kingz e a o álbum, adequadamente… This Time. O vocalista Billy Trudel abre o livro das memórias, passa rapidamente em revista os seus últimos 30 anos de carreira e exulta por este disco finalmente estar cá fora.

Olá Billy! Podemos dizer "finalmente"? Finalmente tu e Michael terminaram o disco que queriam fazer?
Sim, finalmente! Michael e eu começamos a trabalhar juntos em 1983, com uma banda que chamamos Slang. Escrevemos muitas músicas juntos e tocamos em muitos espetáculos, mas nunca conseguimos obter o interesse das editoras. Depois, em 1985, a Geffen Records ofereceu um contrato a Michael, mas eu já me tinha envolvido com uma outra banda chamada The City, que assinou pela Chrysalis Records. Portanto, não pudemos terminar o projeto, pelo que Michael teve que encontrar outro vocalista para me substituir. Foi quando conheci Moon Calhoun e ele mudou o nome da banda para o Michael Thompson Band.

Como se voltam a conectar tantos anos após o vosso primeiro contato?
Ao longo dos anos, Michael e eu sempre mantivemos contato e sempre admirei o trabalho e o talento dos outros, mas nunca tive tempo para pensar a respeito de fazermos algo juntos. Até que no final de 2011, Michael ligou-me e convidou-me até à sua casa. Naquela noite fomos para estúdio e ele toucou algumas ideias de músicas que tinha. Fui para casa e escrevi a primeira canção para este projeto chamada Better Days. Fui lá no dia seguinte e gravamos o que seria o início de nossa nova aventura Culver Kingz!

De qualquer forma, em algum momento deste longo período, vocês chegaram a trabalhar juntos com fortes e eficazes ideias de uma reunião, como agora aconteceu?
Quando trabalhas muito não vês para além do momento em que estás e no que estás a fazer. Isto até olhares para trás e perceberes o quanto já criaste ao longo dos anos. Quando fazes uma pausa para relaxar, é quando esses momentos se juntam para fazer algo especial. Michael e eu respiramos para que pudéssemos reunir o nosso passado novamente.

Por que razão Culver Kingz? Este nome tem algum significado especial?
Naquela altura, Michael e eu vivíamos em Culver City, Califórnia. Michael ainda vive e tem estúdio lá, por isso o nome do projeto surgiu do ambiente estávamos a criar.

E é por isso que o disco, apropriadamente, se chama This Time? É desta vez e com certeza para continuar?
Sim, temos uma segunda oportunidade para fazer música juntos. This Time é sobre uma separação triste, mas também significa que desta vez é o que queremos fazer, o nosso caminho, a música que era especial para nós.

De regresso ao passado, o que aconteceu naquela altura que vos fez ir por caminhos separados?
Nada, apenas foi difícil manter a nossa banda junta. Quando fazes algo enquanto jovem, tens tanta paixão que tudo é sobre o amor à música. Mas à medida que envelheces, precisas ganhar a vida para sustentar a tua família e o teu estilo de vida. Desta vez, tivemos tempo para voltar a sentir a paixão pela música e tempo para o fazer.

O teu curriculum nos últimos 30 anos é verdadeiramente incrível! Se eu te perguntasse qual o trabalho que te deu mais prazer, o que responderias?
Sempre que se é convidado para fazer um projeto ou trabalhar com um determinado artista, é uma emoção. Adorei trabalhar com todas as pessoas talentosas que me permitiram trabalhar com eles. De cada um tenho a minha própria memória especial.

Nestes últimos 30 anos, quais foram os teus maiores momentos? Aqueles momentos verdadeiramente inesquecíveis?
Wow, tenho tantos! Acho que te ter tocado com Elton John no Estádio de Wembley foi um ponto alto, o Grammy, os Oscars e cantar no Madison Square Gardens. De qualquer maneira, demasiadas memórias para destacar apenas uma.

Esta coleção de músicas é completamente nova ou foram buscar algo ao passado?
Todas estas músicas são novas e atuais. Apenas soam como algo do passado. Queríamos escrever material onde nos sentíssemos bem, não perseguir um género ou tentar manter-se no que acontece agora.

Será que iremos ter a oportunidade de ver Culver Kingz ao vivo? Em caso afirmativo, quem vos acompanhará?
Andar em tour com este projeto seria incrível, portanto vamos fazer figas. Isso é com os ouvintes, se eles nos quiserem, nós estaremos lá.

Muito obrigado Billy! Queres acrescentar mais alguma coisa?
A música foi como o Universo foi criado. É o tom que faz com que os planetas se movem e girem. Sem música, não há vida. Assim, vamos mante-la viva, valorizando-a e ela irá continuar para sempre.

domingo, 28 de agosto de 2016

Flash-Review: MJ 12 (MJ 12)

Álbum: MJ 12
Artista: MJ 12
Editora: Gonzo Multimedia  
Ano: 2016
Origem:  País de Gales
Género:  Jazz fusão, prog rock
Classificação: 4.9/6
Breve descrição: Regresso do mítico Percy Jones (Brand X) aos originais com um novo projeto de jazz fusão, sem limites de composição nem de criatividade. Há imenso espaço para que todos os instrumentos, nomeadamente para o baixo e saxofone, se expandirem em devaneios técnicos, improvisações e variações.
Highlights: Call 911, Bad American Dream Pt. 2, The Wow Signal, Guns And Pussy
Para fãs de: Brand X, HBC, Antoine Fafard, Chick Corea Elektric Band, Mahavishnu Orchestra, Soft Machine

Tracklist:
1.      Call 911
2.      Bad American Dream Pt. 2
3.      Talk Time
4.      Magic Mist
5.      The Wow Signal
6.      Big Daddy’s Road
7.      The Phantom Maracas
8.      Guns And Pussy
9.      Magic Mist Reprise

Line-up:
Percy Jones – baixo
Stephen Moses – bateria
Chris Bacas – saxofone
Davil Phelps - guitarras

Flash-Review: A Lone Voice (Pete Kronowitt)

Álbum: A Lone Voice
Artista: Pete Kronowitt   
Editora: Independente
Ano: 2016
Origem:  EUA
Género:  Indie-folk, Blues, Americana
Classificação: 5.1/6
Breve descrição: Quarto álbum de originais para o compositor e cantor Pete Kronowitt, oriundo de San Francisco, no seu habitual registo de forte componente acústica, com bastantes momentos de grande intimidade, mantendo a sua tendência de critica politica e social.
Highlights: Change Is Gonna Come, Are You here, Necessary Evils, Holding Your Hand, Body, Choice & Mind
Para fãs de: Steve Earl, Elvis Costello, David Elias, Eric Clapton

Tracklist:
1.      Change Is Gonna Come
2.      Got Guns?
3.      Tears On The Back Of Her Head
4.      You Are Here
5.      Necessary Evils
6.      Puppet Master
7.      Holding Your Hand
8.      Body, Choice & Mind
9.      Follow The Leader
10.  The Beast
11.  She Gives
12.  Perfect Day

Line-up:
Chris Donohue – baixo
Halley Elwell – backing vocals
Dennis Holt – bateria e percussão
Pete Kronowitt – vocais, guitarra acústica
Phil Madeira – guitarras, piano, hammond e acordeão
David Mansfield – guitarras, violino e bandolim 

sábado, 27 de agosto de 2016

Notícias da semana


Os Uforia, banda rock, tem um novo vídeo para a faixa Fight Or Flight. Este tema é o tema título do último EP da banda de Toronto lançado a 15 de julho e sucessor de Transmutation (2015) e Imagining (EP, 2012)




A Rockshots Records assinou com os Black Yet Full Of Stars para a edição do álbum homónimo a lançar a 22 de outubro. Black Yet Full Of Stars é apresentado como uma lufada de ar fresco no panorama do prog/power metal. Um excerto instrumental de Tempesta e o álbum teaser já estão disponíveis para visualização.



Os Tytus assinaram com a Sliptrick Records para o lançamento da sua estreia intitulada Rises em outubro de 2016. Os Tytus são uma banda italiana que toca heavy metal seguindo a gloriosa tradição de bandas como Thin Lizzy, Iron Maiden, Black Sabbath ou Megadeth. Um vídeo promocional já está disponível.



A banda italiana de rock/metal progressivo Heartache tem um novo vídeo para o tema Breaking News. Este tema faz parte do álbum Skyscrapers And Firefalls.




Praticantes de rock clássico, os Neon Alley transportam os ouvintes até uma era onde o rock era tocado e criado a partir do coração. Este power trio lança o seu trabalho homónimo tendo-se associado ao realizador de Boston Vladimir Minuty para a criação de vídeos para os dois primeiros singles: That’s How It Is e I Only Want To Be With You. A edição está a cargo da DMV Music.


Os Arcade Messiah têm um novo vídeo para o tema Read The Sky, tema extraído do álbum II, um manifesto de Post Progressive Metal. Entretanto, o terceiro álbum do projeto, intitulado III, está 80% finalizado e deverá estar pronto para outubro/novembro.



Na sequência do lançamento de Sonic Debris em maio através da norte-americana Small Stone Records, e de um concerto arrasador no Sonic Blast Moledo, os lisboetas Miss Lava revelam o 3º single do álbum com um videoclip para Another Beast Is Born. Segundo Johnny Lee, o vocalista: “Another Beast Is Born é uma música com um toque de doom e até de black metal, um lugar escuro que ainda não tínhamos explorado em Miss Lava. É uma música com um riff bem gordo que não sai da cabeça e é uma das minhas músicas preferidas do álbum.”


O excitante projeto canadiano Light Freedom Revival lançou o seu single intitulado Close Your Eyes And Feel. O projeto é liderado por John Vehadija que se associou a Billy Sherwood, Oliver Wakeman e Eric Gillette para o álbum de estreia previsto para o outono deste ano.



Technical Winter é o novo vídeo do guitarrista italiano Giordano Boncompagni. Trata-se de mais um tema retirado do seu último álbum a solo, previsto para setembro e com a participação de Aquiles Priester, Tony MacAlpine e Franck Hermanny.


Flash-Review: Theories Of Flight (Fates Warning)

Álbum: Theories Of Flight
Artista: FatesWarning   
Editora: InsideOut Music   
Ano: 2016
Origem:  EUA
Género:  Prog metal
Classificação: 5.0/6
Breve descrição: Prometem muito os primeiros minutos de Theories Of Flight, o 12º álbum dos veteranos Fates Warning que apresentam o núcleo duro da banda que regressou em 2013. A banda assume que pode seguir diversos caminhos no seu prog metal, mas este agora seguido não mostra muito, a não ser força, peso e pouca inspiração global (porque individualmente, nada a apontar).
Highlights: From The Rooftops, Seven Stars, SOS, The Ghosts Of Home
Para fãs de: Queensrÿche, Dream Theater, Crimson Glory, Armored Saint, Pain Of Salvation

Tracklist:
1. From The Rooftops
2. Seven Stars
3. SOS
4. The Light And Shade Of Things
5. White Flag
6. Like Stars Our Eyes Have Seen
7. The Ghosts Of Home
8. Theories Of Flight

Line-up:
Ray Alder - vocais
Jim Matheos – guitarras 
Joey Vera - baixo
Bobby Jarzombek - bateria