sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Entrevista: Chainsheart

Aquilo que começou em 2011 como um projeto em solitário de Yiannis Savva, tornou-se nos Chainsheart, mais um nome muito interessante a chegar-nos de Chipre. Sucessivas mudanças de formação não têm sido, no entanto, impeditivas para criar grandes músicas e o resultado está à vista com Leaving Planet Hell, um segundo disco do coletivo muito mais orientado para o melodic heavy metal do que a estreia.

Obrigado por esta oportunidade e parabéns pelo vosso álbum novo! Podem começar por falar um pouco dos Chainsheart para quem não vos conhecem?
Os Chainsheart começaram como um projeto a solo do vocalista Yiannis Savva. Depois das gravações do primeiro álbum Just Another Day, Yiannis decidiu formar uma banda com os músicos que trabalharam com ele em estúdio. Estavam criados os Chainsheart. Depois de algumas apresentações ao vivo e de algumas mudanças de formação, todos os membros foram substituídos novamente com exceção do baterista MG. Depois, o guitarrista Petros Mendonis foi substituído por Kikis Apostolou (ex Armageddon Rev.16: 16) e tornou-se o principal compositor das músicas novas com Yiannis Savva. Para o baixo veio Paris Lambrou (Astronomikon, Arrayan Path) que mais tarde foi substituído por Aristodemos Ioannou. Na guitarra ritmo juntou-se à banda, neste momento, Alex Chamberlain. Os dois últimos membros juntaram-se à banda após o lançamento do álbum Leaving Planet Hell.

Estão de volta com o segundo álbum. Há diferenças importantes em relação à estreia?
Sim muito diferenças. Leaving Planet Hell ainda tem algumas influências de hard rock, mas está misturado com mais Melodic Heavy Metal.

O vosso primeiro álbum tinha sido um lançamento independente. Este é lançado pela Pitch Black Records. Como se deu essa junção?
Para o segundo álbum queríamos algo mais sério. E é claro que queríamos que mais pessoas nos ouvissem. A Pitch Black Records é uma boa editora de heavy metal e faz o melhor não só por esta banda como por todas as suas bandas.

Nomes como Arrayan Path, Armageddon Rev. 16:16 e Chainsheart (e, eventualmente, outros que não conhecemos) tocam um peculiar estilo de metal. Podemos dizer que se está a desenvolver algo como a Escola de Metal Cipriota?
(Risos)! Sim!!! Por que não? Chipre tem músicos muito talentosos e tenho certeza que conseguem fazer muito.

A respeito dos convidados presentes em Leaving Planet Hell - Bob Katsionis e Nicholas Leptos – como se proporcionou a sua participação
Temos uma amizade de longa data com Nicholas e ele é uma das melhores vozes aqui. E também Kikis Apostolou tem no passado e também recentemente trabalhado com Nicholas em algumas músicas de Arrayan Path. Com Bob também temos uma boa amizade e foi ele que fez a mistura de Leaving Planet Hell. Precisávamos de alguns teclados e ele era a pessoa certa!!!

De que fala Leaving Planet Hell? Quais são os principais assuntos no aspeto lírico?
Leaving Planet Hell é sobre os problemas da Terra que se tornou um verdadeiro inferno. Tem acontecido tanta coisa que com este título queríamos mostrar que ainda há muitas pessoas no planeta estão frustradas. O principal assunto no aspeto lírico é o social, que tem a ver com todos esses problemas. Mas sempre com otimismo!

A respeito do processo de gravação e produção como foi a experiência?
A experiência foi realmente boa! Trabalhamos sempre como uma família e tudo decorreu muito bem!!!

Quais são os próximos planos que têm em mente que nos possam ir adiantando?
Ainda temos alguns espetáculos para fazer em Chipre a partir de outubro e já estamos a trabalhar para o próximo álbum.

Muito obrigado. Querem acrescentar mais alguma coisa?
Agradecemos por esta entrevista! Esperamos poder falar em breve.

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