
segunda-feira, 23 de Novembro de 2009
sábado, 21 de Novembro de 2009
Entrevista com Hell City Glamours
Da longinqua Austrália chega-nos a prova que o rock & roll está bem vivo. Os Hell City Glamours misturam o hard rock dos 70’s com uma agradável postura punk e algum glam. A sua estreia já ocorreu o ano passado, mas só agora a Europa começa a descobrir a potência e vivacidade de uma das mais promissoras bandas provenientes do outro lado do mundo. Via Nocturna, contactou um simpatico Oscar Mcblack (guitarrista e vocalista) que nos esclareceu tudo a respeito deste misterioso glamour da cidade do inferno.Considerando que os Hell City Glamours (HCG) não são muito conhecidos em Portugal, podes apresentar a banda?
Os Hell City Glamours são compostos Oscar Mcblack (guitarra e voz), Jono Barwick (baixo), Robbie Potts (bateria) e Mo Mayhem (guitarra) e somos uma banda independente de rock & roll oriunda da Austrália. Antes e acima de tudo, somos amantes da música que acredita na nossa música, no nosso som e nas nossas prestações ao vivo. Estamos juntos há sete anos, já fizemos inúmeras tournés pela Austrália, gravámos 3 EP’s e um longa-duração (o mesmo que agora é disponibilizado pela Powerage Records). Este ano fizemos a nossa primeira tour Americana com concertos em Los Angeles, Nova Iorque e o fantastico festival South By South West em Austin, no Texas. Tivemos a oportunidade de ver muitas coisas maravilhosas, compartilhar o palco com muitas bandas importantes e vivemos as melhores experiêcias do mundo.
Hell City Glamours é vosso primeira longa-duração. Estão totalmente satisfeitos com o resultado final?
Bom, quando se vai para estúdio nunca se tem a noção em que direcção se irá. Matt Voigt, a nossa escolha para produtor, revelou-se uma bênção na medida em que ele partilha o mesmo amor pela música que nós e tem uma visão similar à nossa no que toca a saber como um álbum de rock & roll deve soar. Ele permitiu que nós nos centrássemos preferencialmente na nossa performance e no nosso feeling, deixando a supervisão para ele.Por isso o disco tem esse som de uma banda a tocar rock & roll , o que, afinal de contas, era o que nós queríamos precisamente
A vossa mistura de hard rock, punk e algum glam é uma opção consciente na altura de escrever as canções?
Todos os membros da banda ouvem muitas coisas diferentes como Janis Joplin, Husker Du, The New York Dolls, Oasis, Tom Waits, The Band and Betty Davis. No entanto, partilham um gosto comum por coisas como Hanoi Rocks, The Rolling Stones, John Lee Hooker, The Hellacopters, Aerosmith dos anos 70, Otis Redding, Jimi Hendrix, Rancid, Ween, Guns and Roses, Sabbath, Zepplin, Thin Lizzy and AC/DC. Acredito que no nosso sub-consciente parte do que ouvimos afecta a forma como tratamos as nossas composições. Agora, as nossas canções são entidades próprias e, quando escrevemos, deixamos que cada uma delas cresça com a sua individualidade e não como cópias de outras.
Depois do que foi dito, será desnecessário perguntar-te quais as vossas principais influências.Realmente já enumerei muitas delas! Mas a influência é uma coisa engraçada. Por vezes a ouvir os Clash sou levado a pegar numa guitarra e tocar ou escrever alguma coisa, mas duvido que alguém nos possa associar aos Clash.
Em termos liricos, que temas são abordados pelos HCG?
Para mim, as letras têm que se basear em factos reais. Têm que significar algo para mim pois só assim se justifica perder tempo a escrever e… a cantá-las todas as noites. Podemos dizer que as nossas canções não estão cheias de poesias profundas. Eu escrevo sobre frustações, amor, amigos que tenho na minha vida, sobre tudo o que passamos quer como banda quer em termos individuais. Não interssa que falem das minhas letras ou da minha habilidade para escrever. Pelo menos sei que no fim do dia, acredito no que disse.
Hell City Glamours foi originalmente editado na Austrália em 2008 e só agoraa chega à Europa através do selo Powerage. Trata-se da mesma versão publicada o ano passado ou introduziram alguns extras?
A versão da Powerage é ligeiramente diferente (para melhor) porque apresenta melhorias ao nível da capa e inclui o video do primeiro single Josephine. Ambas as versões têm uma faixa secreta chamada Thankyou.
Como tem sido a reacção do público e dos media ao vosso álbum?
Tem sido realmente positivo! Mesmo aqui, na Austrália, os jornais maiores e mais chatos fizeram boas reviews o que acaba por ser engraçado. Não há nada mais assustador que abrir uma revista para ler as primeiras criticas de um álbum que adoras e onde dispendeste tanto tempo… e nada melhor que ver que eles até gostam das canções e do som.
Vocês são bem conhecidos na Austrália. A Europa ainda é um mercado para ser conquistado. Quando vêm cá?
Eu gostaria de vos dizer que nos veriamos em 2010. Veremos como o disco será aceite.
sexta-feira, 20 de Novembro de 2009
Novas datas da Tour Caramela 2009
Confiram, a seguir a s novas datas dos Shivers na sua Tour Caramela 2009/10:
21 de Novembro: Banda convidade para a final do Concurso de Música Moderna no Pinhal Novo 23 horas)
2 de Dezembro: Festival Secundário - Aveiro (16 horas)
4 de Dezembro: Ilha do Faial - Açores (23 horas)
5 de Dezembro: Ilha do Pico - Açores (23 horas)
7 de Dezembro: Bar Bacalhoeiro - LIsboa (23 horas)
11 de Dezembro: Sociedade Harmobna Eborense - Évora (23 horas)
17 de Dezembro: Festival Universitário - Cais do Sodré - Lisboa (23 horas)
18 de Dezembro: Aniversário da AJCOI - Pinhal Novo (22:30 horas)
30 de Janeiro: Unplugged no Auditório Municipal de Pinhal Novo (21:30 horas)
12 de Fevereiro: Marginália Bar - Portimão (23 horas)
13 de Fevereiro: FNAC - Algarveshopping (17:30 horas)
13 de Fevereiro: Bar da Luz - Tavira (23 horas)
14 de Fevereiro: Arcádia Bar - Faro (23 horas)
Shivers no Porto Canal
Os Shivers irão participar no programa Aquário da Porto Canal (Canal 13 da Zon TV). A sua presença contará com uma entrevista e a interpretação de oito músicas ao vivo. O programa será transmitido às 2 e às 18 horas do próximo sábado, dia 21 de Novembro. Para quem não consegue aceder à Porto Canal, poderá ver o programa no site oficial do canal.
Próximos concertos dos Switchtense
Para os interessados, aqui fica a lista dos próximos concertos dos Switchtense integrados na Confrontour 2009/10:
21 Novembro: IV RASTILHO METAL NIGHT - Santiago Alquimista - Lisboa (com Echidna e The Spiteful )
11 Dezembro: FestiRock - Parque de Exposições do Montijo (com Pull the Plug, Concealment e The Firstborn )
12 Dezembro: Warm up Hard Metal Fest - Side B - Benavente (com Witchburner, Motorpenis e Mass Brutality )
19 Dezembro: Rise of Warriors Metal Fest - Tábua - Arganil (com Pitch Black, Straight Beyond e Last Dogs of War )
15 Janeiro: Warm up Moita Metal Fest - In Live Caffe - Moita (com Contradiction, Pitch Black e Seven Stitches )
27 Fevereiro: Velha Guarda Metal Fest III - Teatro Sa da Bandeira - Porto
13 Março: Eira Vedra Metal Fest II - Vieira do Minho
terça-feira, 17 de Novembro de 2009
Review: Down To The Bone (Electric Mary)
Da longínqua Austrália chega-nos mais um colectivo pleno de atitude positiva, rock & roll e muita, mas mesmo, muita classe. Os Electric Mary são um quinteto que tendo por base o hard rock dos anos 70/80 (D.A.D. ou Motörhead são alguns dos nomes que frequentemente nos vêm à cabeça) não se coíbem nunca de meter a colherada em tudo quanto seja boa música. Num conjunto de temas que variam entre os muito rápidos e os a meio-tempo, os australianos tem tempo para introduzir variações jazzistico-progressivas naquele que é um dos melhores temas do álbum (One In A Million), ritmos thrash megadethianos no trabalho base da guitarra e nos solos em duelo em Sorry; uma piscadela de olho ao alternativo, nomeadamente pela aproximação a uns Tool, em Luv Me, por exemplo, se bem que neste mesmo tema o que surpreende é a base a meio-tempo, compassada e numa linha muito stoner. Com um instrumental variado e com uma qualidade assinalável para álbum de estreia, os Electric Mary conseguem ainda apresentar um notável desempenho ao nível vocal, cortesia de Rusty que com o seu timbre arranhado e bem puxadinho mantém a intensidade em alta. Quando assim é, ficamos bem descansados: o verdadeiro rock & roll está vivo e recomenda-se.
Tracklist:
1. Let Me Out
2. Gasoline And Guns
3. No One Dies It Better Than Me
4. Right Down To The Bone
5. One In A Million
6. Sorry
7. Crashdown
8. Luv Me
9. One Foot In The Grave
10. Do Me (Long Way From Home)
11. Spread The Electric Luv
12. All Comin Down
13. Busted
Line up: Rusty (vocais), Venom (bateria), Irwin (guitarras), Pete (guitarras), Neilo (baixo)
Myspace: www.myspace.com/electricmary
Website: http://www.electricmary.com/
Review: Unleash The Deceased (Behead The Dead)
Ainda há bem pouco tempo nos referíamos, a propósito dos Skewer, que o trio era um formato não muito habitual em Portugal. Pois bem, para nos contrariar, de repente vieram os Assassinner e agora os Behead The Dead. Este último nome que aqui nos traz apresenta desde logo duas curiosidades: (i) são de Oeiras mas não têm nenhum elemento português; (ii) não tem baixista. Postas estas considerações falemos da música. Este EP de cinto temas mais uma curta intro (curiosamente – afinal havia outra curiosidade – com o título do seu EP de estreia) que se pode considerar de thrash ou death metal mas sempre na sua vertente mais progressiva e, diriamos mesmo, progressista. A banda consegue criar tantos cenários diferentes ao mesmo tempo que chega a parecer impossível que só sejam três elementos. Também o vocalista revisita diversos registos desde o mais gritado ao mais gutural. O facto de não terem baixista (excepção para as duas partes de Incense onde um músico convidado, Vasco Abreu, assume esse papel) leva a que guitarrista e baterista se desmultipliquem em predicados técnicos só ao alcance de alguns. E é isso, precisamente, que leva a que os temas de Unleash The Deceased sejam extremamente apelativos em termos técnicos. No entanto a coesão entre os membros nem sempre parece ser a melhor, muito provavelmente fruto de alguns contratempos que a banda tem sofrido ultimamente. E mesmo que alguma repetição se possa notar em alguns momentos, Unleash The Deceased assume-se como um dos melhores lançamentos do ano no seu segmento e os Behead The Dead como uma banda a acompanhar com atenção.
Tracklist:
1. An Absconding Recluse
2. Stones To Throw (Awaken)
3. Megalomaniac
4. Entertain Broken Souls
5. Incense Pt. 1: Demons Within
6. Incense Pt. 2: Lethal Dispatch
Line up: Matthew Jozsef (vocais), Adam Kirchberger (bateria), Jeremy Pringsheim (guitarra)
Myspace: www.myspace.com/beheadthedeadband
Website: http://www.beheadthedead.com/
Nota VN: 16,2 (11º)
sexta-feira, 13 de Novembro de 2009
Review: New Device (New Device)
Com apenas dois anos de existência (formaram-se em Londres em 2007), os New Device chegam já ao seu primeiro registo em formato profissional. Tal rapidez pode induzir que o quinteto pratique uma sonoridade da moda, mas nem é o caso. A independente britânica Powerage Records que tem apostado em publicar artistas numa onde mais revivalista dentro do verdadeiro espírito hard-rockeiro (como por exemplo os aqui recentemente referenciados Hell City Glamours). E é bom, quando olhamos à nossa volta e parece que o que importa é ser cada vez mais extremo, surgirem bandas assim que nos relembram como o bom rock’n'roll pode funcionar como uma libertação de sensações negras. E é isso que os New Device nos trazem: ritmo, alegria, melodia, grandes malhas e grandes refrãos para serem gritados a plenos pulmões em qualquer concerto. Quer isto dizer que os londrinos também não inventam nada. A sua sonoridade vai beber nos grandes nomes do hard rock do passado, com os Guns n’ Roses à cabeça mas sem esquecer outros ilustres como Warrant ou Motley Crue. A atitude glam, embora menos acentuada (os tempos são claramente outros) também está presente. Dito isto importa referenciar que o seu trabalho homónimo é um trabalho dentro da linha que foi referenciada. O colectivo mostra-se certinho, toca temas agradáveis e apelativos, mas arrisca pouco e é esse, precisamente, o problema. Com o decorrer das audições começamos a ficar um pouco saturados face à repetição da mesma fórmula. Ainda assim, em Heaven Knows a banda consegue imprimir algo de novo na sua forma de estruturar os temas e até nem se sai mal. No entanto, ninguém poderá por em causa a qualidade e a vivacidade de temas como On Fire, Pedal To The Metal ou Moth To The Flame, verdadeiros e genuínos hinos hard rock.
Tracklist:
1. Make My Day
2. Never Say Never
3. You've Got It Comin'
4. In The Fading Light
5. On Fire
6. Pedal To The Metal
7. Until The End
8. Moth To The Flame
9. Seven Nights, Seven Bodies
10. Heaven Knows
11. Hope Is Not Enough
12. No One Does It Better Than Me
Line up: Daniel Leigh (vocais), Phil Kinman (guitarra solo), Robb Wybrow (guitarra ritmo/vocais), Andy Saxton (baixo), Rozzy Ison (bateria)
Myspace: www.myspace.com/newdevice
Edição: Powerage Records
Nota VN: 14,5 (18º)
Novo álbum dos K2O3
No Fio da Navalha é o o novo disco dos míticos K2O3 que vê a luz do dia 10 anos após a última edição discográfica, numa edição da Infected Records.
Notícias dos Heavenwood
O videoclip do tema 13th Moon dos Heavenwood tem exibição programada para o Episódio 7 da Norte-Americana IndiMusic TV, o qual terá transmissão no dia 14 de Novembro ás 02:00 AM (Hora local) na WLNY (Nova Iorque). A banda encoraja todos a registarem-se, gratuitamente, no website da IndiMusic TV para que possam votar no vídeo da banda na semana após a sua transmissão. Por outro lado, uma pré-produção de um novo tema, The Arcadia Order, a ser incluído no próximo álbum de originais da banda nortenha está disponível para streaming exclusivo na MySpace da banda. A banda encontra-se actualmente a trabalhar arduamente no sucessor do seu 3º e álbum de regresso datado de 2008 e intitulado de Redemption. O novo longa-duração dos Heavenwood está a ser composto juntamente com o compositor Orquestral/ Clássico de Moscovo, Dominic Joutsen .Epica: nova data em Portugal
Após o adiamento do espectáculo agendado para 1 de Novembro devido a problemas de saúde da vocalista Simone Simons, os holandeses Epica regressam a Portugal no próximo dia 28 de Março, para um espectáculo no Incrível Almadense. Os bilhetes adquiridos para o espectáculo de 1 de Novembro são válidos para a nova data. Já com um novo trabalho em carteira, vamos poder assistir à apresentação de Design Your Universe, o quinto trabalho de originais do colectivo que promete dar cartas no estilo.
quarta-feira, 11 de Novembro de 2009
terça-feira, 10 de Novembro de 2009
Entrevista com The Godspeed Society

Os The Godspeed Society são uma nova e intrigante entidade musical lusa que reúne antigos elementos dos Sarcastic. A associação entre a música e a representação teatral é o seu objectivo na criação de Killing Tale, uma história de arrepiar. O álbum só deverá estar pronto em 2010, mas 2 temas já podem ser ouvidos no seu myspace. Via Nocturna quis conhecer melhor este colectivo e aqui fica o registo.
Como surgiu a ideia de criar os The Godspeed Society?
A ideia surge, de uma troca de ideias entre amigos, que com a experiência que tinham, procuravam algo onde conseguissem encaixar todas as suas influências, que iam além, do universo músical, como o cinema, a literatura ou mesmo a banda-desenhada.
Como surgiu a ideia de criar os The Godspeed Society?
A ideia surge, de uma troca de ideias entre amigos, que com a experiência que tinham, procuravam algo onde conseguissem encaixar todas as suas influências, que iam além, do universo músical, como o cinema, a literatura ou mesmo a banda-desenhada.
Como descreveriam a vossa sonoridade?
Começo por dizer, que não sou adepto de rotúlos. Por vezes, os rotúlos restringem a criatividade das bandas, levando-as em direções não desejadas, mas a sonoridade deste projecto, flutua algures entre o rock , o blues e o jazz.
O facto de terem elementos com créditos firmados no panorama musical nacional, poderá de alguma influenciar a implantação dos TGS?
É concerteza uma forma mais rápida de ter atenção, mas não será por si só suficiente, para fazer o projecto crescer e ter notoridade. É fundamental a aceitação por parte do público.
Como surgem, no vossa sonoridade, os elementos acordeão e saxofone?
Foi um processo natural de composição, a determinada altura, percebemos que queremos ter este tipo de sonoridade, que vem exactamente ao encontro daquilo que procuramos enquanto músicos. Queremos acrescentar sonoridades habitalmente usadas noutros estilos e mostra-las com uma nova roupagem.
Expliquem-me o conceito da produção Killing Tale
O que posso adiantar para já, é que o projecto anda em torno de um conto, escrito propositadamente para este efeito, que será editado juntamente com o registo músical e que as apresentações ao vivo estarão mais perto de uma peça de teatro, que propriamente de um concerto. Queremos que, quem venha aos nossos espectáculos, tenha uma experiencia, diferente.
Ainda estão à procura de vocalistas femininas para o vosso projecto? Têm aparecido muitas candidatas?
Felizmente têm aparecido algumas..., mas ainda estamos à procura. Também aqui, procuramos uma voz singular, com um registo mais grave. Se houver interessadas a residir na zona de Lisboa, dispostas a fazer uma audição, contactem o mail da banda: thegodspeedsociety@gmail.com
Felizmente têm aparecido algumas..., mas ainda estamos à procura. Também aqui, procuramos uma voz singular, com um registo mais grave. Se houver interessadas a residir na zona de Lisboa, dispostas a fazer uma audição, contactem o mail da banda: thegodspeedsociety@gmail.com
A atender pela sonoridade presente nos temas disponíveis no vosso myspace, poderá dizer-se que sofrem algumas influências de bandas como os Diablo Swing Orchestra. Concordam ou nem por isso?
Confesso, que só fiquei a conhecer a banda depois das ditas comparações, feitas na revista Loud!. Consigo estabelecer alguns paralelos, mas de forma alguma influência. Os D:S:O, vão beber mais à fonte clássica e ópera.
Definem-se como uma história de arrepiar num registo musical. Porquê?
Essa definição foi atribuida, por um jornalista que nos fez uma entrevista e que iniciou a peça com esse título. Sendo que vamos transportar para o palco todo o conceito da história, não nos limitaremos a tocar as músicas que a compõe, a representação estará muito presente nos nossos espectáculos.
Acho muito curiosa a vossa postura em termos visuais. Acredito que tenham em mente também a representação de diversos tipos de personagens, não?
Cada elemento do projecto é um personagem, que faz parte integrante da vida de Bloody City, a cidade onde decorre toda a trama. Esses personagens têm uma identidade própria, que irá transparecer depois nos espectáculos.
Tem consciência que a conjugação da vossa musicalidade com a vossa imagem representa uma inovação no panorama musical português? De que forma é que sentem isso?
É curioso, que a primeira manifestação de agrado de alguém quando nos conhece é exactamente essa ainda antes de ouvirem a música ou saberem sequer que existe um conto. Uma vez que estamos a representar, adicionamos ao papel de músico, o de actor. Temos noção que no momento em que nos demos a conhecer no Myspace, a escalada de visitas foi extraordinária e que o principal motivo é a nossa imagem. Por vezes as bandas descuram a imagem, mas este é um dos pontos fulcrais para um projecto ser bem sucedido ou não.
Em termos de edições, para quando o primeiro álbum?
Se tudo correr como esperamos, será no primeiro semestre de 2010.
E em termos líricos, que temas se propõe os TGS abordar?
Neste primeiro registo, as letras são como que sinópses, dos capítulos que compõem a história e falam de amor, ódio e essencialmente vingança. O conto é bastante negro, com litros de sangue e as letras acompanham com a mesma intensidade.
A terminar, quais os principais projectos a mais breve trecho?
Para já estamos a gravar, o video do primeiro single, Dark River e a montar todo o espectáculo, que como devem imaginar é uma tarefa enorme, de forma a podermos fazer a apresentação oficial ao público, no início do próximo ano.
domingo, 8 de Novembro de 2009
Edição n.º 4 de Versus Magazine
A quarta edição da Versus Magazine já se encontra disponível para leitura e download.A revista possui agora um formato diferente, pois conta com um maior número de notícias e reviews. Podem encontrar entrevistas com The Firstborn, Walls Of Jericho, Switchtense, Process Of Guilt, Nableena, Pitch Black, No Tribe, Promethevs, Futile Existence, Enday, bem como um total de 23 reviews.
Fantasy Opus assinam mais um deal de endorsement
Os Fantasy Opus acabam de se associar à CURT MANGAN STRINGS ficando, a partir deste momento Marcos Carvalho, Cláudio Shiver e Nilson Santágueda a usar apenas CURT MANGAN STRINGS, com a tecnologia patenteada Fusion Match, conhecida por permitir extraordinário tone e sustain.
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