sexta-feira, 17 de abril de 2015

Entrevista: The Leeway

Os The Leeway são uma banda Indie/Folk de Brooklyn, NY, criada pelo músico português Pedro Barquinha que compõe as músicas, toca bandolim e dá a voz a um projeto com arranjos complexos e melodias ricas inspirado por grupos como Simon and Garfunkel, Punch Brothers ou Bob Dylan. Em 2014 saiu o primeiro EP de 6 faixas, gravado no Bunker Studio sem Brooklyn, onde regressaram recentemente para registar vídeos de 4 temas. A explicação desta iniciativa está aí nas palavras de Pedro Barquinha.

Olá Pedro, tudo bem? Obrigado pela tua disponibilidade. Podemos começar por falar um pouco deste projeto The Leeway? Quando e como começaste esta aventura americana?
Tudo bem. De nada! Vim para os Estados Unidos em 2010 para estudar na New School for Jazz And Contemporary Music. No início comecei como baterista, mas a partir do segundo ano comecei a estudar composição e pouco depois a tocar bandolim.

De que forma surgem os The Leeway contigo?
Quando cheguei ao meu último ano na New School tive que preparar um recital final de curso. Nessa altura decidi que o recital seria uma amostra das várias coisas que eu tinha feito enquanto estudei. Desde peças clássicas a músicas tradicionais de folk. Nesse contexto decidi acabar algumas músicas que tinha começado há uns tempos e juntei pela primeira vez o grupo que não tinha nome ainda mas que se tornaria os The Leeway. O público gostou tanto das músicas e a nossa experiência foi tão positiva que decidi falar com o resto dos músicos e formar um grupo formal. Decidi logo que devíamos gravar no início desse ano (2014). Marquei estúdio e acabei de compor as músicas. Gravámos e lançamos o EP em maio de 2014.

Em termos de sonoridade/conceito, como definirias este projeto?
A minha ideia foi juntar uma instrumentação folk/bluegrass com arranjos complexos e canções que são interessantes mas também acessíveis a um público geral.

Sendo que utilizas elementos folk, pergunto-te se recorres ao folk português?
Infelizmente o folk português não é algo que eu conheça. Não cresci com ele. Mas tenho interesse em tirar inspiração e influência de todos os lados por isso hei-de ouvir e conhecer.

Já tens no mercado um EP de seis temas com lançamento no ano passado. O que nos podes dizer sobre esse trabalho?
Acho que foi uma boa primeira iniciativa. Nesse EP existe uma boa amplitude dos tipos de sons que conseguimos produzir como grupo. Mas acho que cada gravação vai demonstrar a nossa evolução musical e novas tendências.

E agora preparas algo não muito vulgar. Gravaste 4 temas que irão ser disponibilizados sequencialmente nos próximos meses. Porque esta opção? Que objetivos?
Estes temas não são em si um EP como o primeiro. São, antes de tudo, vídeos de uma
performance em estúdio. A decisão foi feita porque achámos que seria bom lançar algum material novo, tanto em vídeo como áudio.

O primeiro desses temas, If Only, já está disponível. Uma versão intimista só contigo ao piano…
Essa música fez todo o sentido gravar a solo porque foi composta antes da banda existir... para piano, ao piano. Quando a banda se juntou eu decidi fazer o arranjo para o primeiro EP.

E quanto aos restantes temas, o que podemos esperar? Temas originais ou novas roupagens dos temas do EP?
Temos duas do EP (Mother, If Only) e também duas novas que irão estar presentes numa gravação que façamos de estúdio.

E pelos vistos sempre a gravar em formato live em estúdio…
Sim, porque como disse antes, não queríamos fazer um álbum disto mas sim vídeos com áudio disponível.

Voltaste ao Bunker Studio como já tinha acontecido aquando do primeiro EP. Sentes-te bem lá? Como é trabalhar lá?
Gosto imenso do estúdio como estúdio e também do ambiente e das pessoas que lá trabalham! É um ambiente superdescontraído e sério ao mesmo tempo.

O objetivo final será juntar esses temas num EP, certo? Tens datas previsíveis de lançamento?
Uma espécie de EP com lançamento casual do áudio dos vídeos! Algures em junho.

E como estamos de apresentações ao vivo?
Temos tocado por NY com bastante frequência. Acho que cada performance tem sido melhor que a anterior. Mais pessoas vêm e temos tocado em salas cada vez melhores também.

Obrigado Pedro, mais uma vez. Queres acrescentar algo mais?
Acho que está tudo! Obrigado eu.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Playlist 16 de abril de 2015


Review: The Chosen Few (Worldview)

The Chosen Few (Worldview)
(2015, M24 Music Group)
(5.2/6)

O falecimento de Rick Macias (Sacred Warrior) esteve na origem da junção de um conjunto de músicos com créditos firmados na cena metálica norte-americana resultando do nascimento dos Worldview que rapidamente se estreiam com The Chosen Few. Algures entre o power metal, o metal melódico e até com alguns apontamentos progressivos, The Chosen Few é uma agradável coleção de 10 temas que se vão desenvolvendo em crescendo o que faz com que o final do disco seja bem mais interessante que a sua parte inicial. É precisamente em Walk Through Fire, The Chosen Few e The Last Cry onde o coletivo atinge aquilo que busca ao longo de todo o trabalho: o perfeito cruzamento entre uma assinalável riqueza instrumental, o lado melódico que transpira do desempenho vocal e a envolvência de uma heavy metal bem estruturado e pleno de emotividade e musicalidade. Antes há tentativas, nem sempre plenamente sucedidas de se almejar o mesmo desiderato. Aqui e ali há alguma agressividade vocal e em alguns temas surge a temática oriental com a introdução de fraseados arábicos. The Chosen Few não é o típico disco de consumo imediato, de forma que os argumentos que apresenta carecem de algumas audições atentas. Pelo que se aconselha a sua descoberta de forma gradual.

Tracklist:
01. Mortality
02. Illusions Of Love
03. Back In Time
04. The Mirror
05. Why?
06. Prisoner Of Pain
07. Two Wonders
08. Walk Through Fire
09. The Chosen Few
10. The Last Cry

Line-up:
Johnny Gonzales – bateria e percussão
Todd Libby – baixo e teclados
George Rene Ochoa – guitarras e teclados
Rey Parra – vocais

Convidados:
Oz Fox [Stryper] – guitarra solo em Back In Time
Les Carlsen [Bloodgood] – bridge vocals em The Chosen Few
Larry Farkas [ex. Vengeance Rising] – guitarra solo em Prisoner Of Pain
Jimmy P Brown II [Deliverance] – backing vocals em The Mirror
Ronson Webster - teclados
Armand Melnbardis [Rob Rock] - piano em The Chosen Few e violin em Back In Time
Niki Bente – vozes femininas em The Chosen Few

Internet:

Edição: M24 Music Group

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Entrevista: Leah


Conhecida como a Enya do Metal, Leah, está de regresso aos discos com Kings & Queens, mantendo a sua veia celta, sinfónica e até progressiva. A canadiana falou a Via Nocturna desta sua nova proposta.

Olá Leah! Obrigado pela tua disponibilidade. Estás de regresso aos álbuns com Kings & Queens. Quais são os teus sentimentos actualmente?
Obrigado por esta entrevista. Estou a sentir-me muito bem! Feliz com a forma como tudo acabou e simplesmente desfrutando o momento.

Desde a tua estreia algumas coisas mudaram e, talvez, a mais importante foi a chegada à Inner Wound Recordings. Como se proporcionou?
Num determinado momento da minha campanha de angariação de fundos, estabelecemos contacto e conversamos durante algum tempo. No fundo, sabia que precisava da sua ajuda. Era uma tarefa árdua para mim lidar com tudo sozinha e senti que era o momento certo para uma parceria com eles.

Isso significou, também, a reedição do teu EP Otherworld. Esta nova versão tem alguma coisa de diferente em comparação com a primeira prensagem?
Sim, agora está disponível num Jewelcase e tem algum artwork adicionado ao booklet.

Falando do passado como analisas a tua evolução desde Of Earth And Angels?
Of Earth And Angels é a minha fundação e muitas das minhas músicas mais recentes ainda vêm dessa época, uma vez que eu tinha muitas para escolher. É uma questão de como são tocadas e misturadas. Vejo Of Earth And Angels como uma experiência. Não tinha fãs e ninguém mais a considerar para além de mim, portanto, limitei-me a colocar cá fora esse disco. A minha personalidade vai estar sempre presente, mas acho que encontrei a minha identidade à medida que o tempo tem progredido.

Falando agora de Kings & Queens – quais são os músicos que estão contigo neste álbum? Como se proporcionou esse contacto?
Barend Courbois tocou baixo, Sander Zoer bateria e Timo Somers guitarras. Conheci-os através do meu misturador que me apresentou a Timo quando estava à procura de um guitarrista. Por sua vez, Timo ajudou-me a encontrar os elementos certos para os outros instrumentos. Tudo funcionou muito bem em conjunto, já que se conheciam e havia uma grande química.

O processo criativo esteve apenas sob a tua responsabilidade ou foi uma tarefa coletiva?
Eu sou a principal compositora, e depois peço ajuda aos músicos para ajudar a desenvolver os temas. Neste caso, Timo realmente ajudou-me a produzir as músicas e levá-las para um nível superior (ou dois!).

Podemos falar um pouco a respeito do processo de gravação? Como decorreu? Sentiram alguma dificuldade ou não?
Foi tudo feito de uma maneira muito interessante, embora não para os fracos de coração, uma vez que muito foi feito através da internet. Timo e eu trocamos emails com demos durante meses, e quando chegou a altura de ir para estúdio, já sabia como iria soar. Trabalhar com as pessoas é sempre melhor que trabalhar on-line, mas é impressionante o que se pode fazer com a tecnologia nos dias de hoje!

Kings & Queens é um álbum muito longo, quase no limite do tempo disponível num CD. Ainda pensaste em deixar algumas músicas de fora ou não?
Sim, quase que eram necessários dois discos! Tinha muito material para começar, mas tirei algumas ideias que queria incluir. Acho que é um bom problema (risos). Decidi que seria muito tempo, porque era isso exatamente o que as canções precisavam ser. É difícil explicar, mas não me importei. Apenas fiz o que queria ouvir pessoalmente.

No teu facebook apareces a cantar algumas versões, incluindo uma para um fã. Para além deste relacionamento espetacular com os fãs, tens intenções de gravar essas versões de uma forma mais séria?
Poderá acontecer já que não me oponho a gravações de covers. Tenho algumas em mente que um dia poderiam ser feitas profissionalmente. Vamos ver.

Há já alguma coisa planeada para levares este álbum para palco?
De momento não, embora gostasse. Por enquanto estou a fazer uma agradável pausa e a desfrutar o álbum e todos os fãs, que é a minha coisa favorita.

Obrigado, Leah. Foi um prazer! Queres acrescentar mais alguma coisa?
Obrigado ao Via Nocturna e a todos que nos têm mostrado o seu apoio! Saudações desde o Canadá!

terça-feira, 14 de abril de 2015

Review: Fourplay (Talon)

Fourplay (Talon)
(2015, Escape Music)
(5.7/6)

Ao quarto álbum os californianos Talon voltam a contar com Michael O’Mara nos vocais e assinam aquele que deve ser o seu melhor trabalho até ao momento, Fourplay. Um disco com bases acústicas em temas como I Don’t Wanna Cry ou Ain’t Nothing In The World Like A Rockin’ Band, com uma balada (Tonight) que se transfigura completamente, com um tema como Hole In The Head bem pesadão, com ritmos espetaculares como em Rise’em High ou melodias memoráveis como em Set Me Free. No global os Talon mostram-se extraordinariamente competentes, conseguindo criar um disco de hard rock melódico com algum AOR e até glam rock onde o baixo tem uma prestação marcante, a bateria força e dinâmica e as guitarras bem puxadas. Um disco que os seus fãs vão apreciar mas que vai agradar também aos fãs de Scorpions, Whitesnake, Def Leppard ou Guns ‘n’ Roses

Tracklist:
01 – Spun
02 – Sin City Sister
03 – Holly Would
04 – Set Me Free
05 – Tonight
06 – It’s A Fine Line Between Love And Lust
07 – Evil
08 – I Don’t Wanna Cry
09 – Love Is Like A Drug to Me
10 – Raise ‘Em High
11 – Hole In The Head
12 – Ain’t Nothin’ In The World Like A Rockin’ Band

Line-up:
Michael O’Mara - vocais
Kory Voxen - guitarras
Jim Kee - guitarras
Phil Keller - baixo
John Parker - bateria

Convidados:
Tim Pierce – guitarras em Spun e Tonight
Pete Fry – guitarra solo em Love Is Like A Drug To Me

Internet:

Edição: Escape Music 

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Entrevista: Lynn Allen


A coisa é simples – os Lynn Allen estão de regresso e Billy Pfeiffer assina um dos seus melhores registos, mantendo a sonoridade tão típica do coletivo americano. No meio dos seus intensos afazeres, o vocalista e guitarrista teve tempo para responder a Via Nocturna sobre este regresso, sobre o passado e, mais importante, sobre o futuro!

Olá Billy! Em primeiro lugar, agradeço a tua disponibilidade O vosso mais recente disco foi em 2009, não foi? O que fizeram durante todo este período?
De nada! Sim, 2009 ou 10... Uma vez que a música é o meu trabalho, estou sempre em atividade. Estamos sempre ocupados. Mas não estivemos a escrever música, apenas a tocar.

Uma banda que nasce nos anos 80, cruza os 90 e chega ao novo milénio em grande forma. Qual é o vosso segredo?
Na realidade não temos nenhum segredo. No entanto, acredito que tens que permanecer fiel a ti próprio. Não tentar ser algo que não se é e não seguir tendências. Eu gosto da música que escrevo e espero que as pessoas também gostem. Não seria capaz de escrever uma música num estilo que não gosto.

O vosso histórico line-up está aqui presente ou não?
A formação original está muito longe, mas não está esquecida... Reunimo-nos há alguns anos e filmamos um DVD/Blu Ray intitulado One Last Night. Ainda somos grandes amigos, mas atualmente estamos todos espalhados pelos Estados Unidos.

De qualquer das formas, Streetlight traz a vossa sonoridade de forma indiscutível…
Sim, acredito que sim! E fico feliz por perceberes isso. Estamos muito felizes com a direção e com o som.

Como é que chegaram à AOR Blvd Records? Este disco tem uma prensagem de apenas 500 cd’s. Será um lançamento de culto? Mas terão a oportunidade de fazer mais prensagens se a procura o justificar?
A AOR Blvd entrou em contacto connosco através de Kelv Hellrazor. Kelv e eu somos amigos há anos. Na realidade, não gosto que haja apenas 500 cópias físicas do CD, mas entendo porque eles fazem assim. Mas, somos livres para produzir as cópias físicas que quisermos se assim o decidirmos. No entanto, nos dias de hoje a maioria das pessoas compram música para os seus dispositivos pessoais através de sites digitais. É triste mas é a realidade. Quando cresci, comprar um álbum, olhar para o artwork e ler os créditos enquanto o ouvia foi uma experiência importante para mim. Estamos gratos à AOR Blvd por este lançamento e iremos trabalhar juntos no futuro. Sempre pensei que “culto” como um mistério. Se uma banda tem um culto de seguidores isso significa que eles são bons e não apenas suficientemente bons? Ou será que, simplesmente, eles não têm o marketing adequado por forma a levar a sua música ao lugar certo? Por exemplo... esta semana vou ver os Manic Street Preachers em Chicago. A maioria do meu círculo nunca ouviu falar deles, mas eu percebo que eles são bastante populares no estrangeiro? Esta não foi a questão média nesta entrevista... Ótima pergunta!

E a partir de agora, teremos lançamentos mais regulares dos Lynnn Allen?
Haverá mais lançamentos no futuro pela AOR Blvd. Assinamos um contrato para o fundo de catálogo. Mas isso leva-nos de volta à questão do CD físico. Ainda estamos a decidir se colocar cá fora singles pode ser o futuro. Teremos de esperar para ver, mas não vou parar de escrever música.

Muito obrigado, Billy. Foi um prazer fazer esta entrevista. Queres acrescentar mais alguma coisa?
Realmente não tenho nada a acrescentar... Só espero que gostem de Streetlight e agradecemos a tua entrevista!!! Obrigado!!!!

domingo, 12 de abril de 2015

Notícias da semana

Os Silent Rage estão na fase final das gravações do seu álbum – os próximos passos serão a edição, mistura e masterização. Entretanto, a banda grega anunciou que Kostas Krikos é o novo guitarrista solo.



As superestrelas do rock Pat Benatar e Neil “Spyder” Giraldo estão a celebrar o seu último marco musical com o lançamento, a 28 de Abril, do CD/DVD Pat Benatar & Neil Giraldo: The 35th Anniversary Tour. Uma edição comemorativa com 14 hits memoráveis incluindo Promises In The Dark (do álbum Precious Time de 1981), primeiro single retirado deste álbum.


A Lightyear Entertainment e a Lobitos Creek Ranch, em associação com a Scabeba Entertainment e a Buddy Rich Estate, anunciaram o lançamento, a 26 de maio via Caroline Distribution, de Birdland, um álbum ao vivo de Buddy Rich e a sua Killer Force Band. Trata-se de uma gravação rara, nunca antes lançada.





Os espanhóis The Nottingham Prisas têm um novo álbum, intitulado Canciones Perdidas. São 8 temas de rock puro com algumas influências hard rock. O vídeo do tema título já está disponível.





Uma das mais icónicas bandas de sempre, os Kansas, com mais de 30 milhões de discos vendidos, assinaram com a APA de forma a continuarem a espalhar a sua sonoridade por todo o mundo.  Por isso, surge Miracles Out Of Nowhere, um documentário aprofundado que mostra os primórdios da banda e a sua ascenção. A estreia aconteceu em fevereiro no Santa Barbara International Film Festival e teve a estreia em televisão em simultâneo no VH 1 Classic e no Palladia a 20 de março. O filme e CD que o acompanha teve lançamento a 23 de março.



Os Darkology apresentam o seu novo álbum Fated To Burn entre 8 e 15 de Junho de 2015 numa edição a cargo da Prime Eon Media. Como forma de avanço podem visualizar o vídeo do tema On Morrow’s Break.





Os The Pinder Brothers lançam Melancholy Sea, mantendo a tradição das suaves e cantaroláveis melodias e harmonias vocais cruzadas com arranjos art-rock. Mas… esperem lá! Este nome Pinder soa-nos familiar! Pois é – Mike Pinder. Fundador dos lendários The Moody Blues. Os The Pinder Brothers são os seus filhos Matthew e Michael Lee que assinam o seu terceiro registo.




Continuando com a divulgação do seu aclamado álbum HellTherapy, os Eridanus acabam de lançar o seu mais novo vídeo. Trata-se dos guitarristas Roger Feilstrecker e Deivid Moraes executando a faixa single Set It On Fire, demonstrando toda a técnica e feeling empregada nesta música. Intitulado How To Play Set It On Fire On Guitars, o vídeo não é uma videoaula, mas sim uma demonstração detalhada de como os músicos executam as suas partes na guitarra. A banda prepara-se entretanto para entrar em estúdio para registar um novo single intitulado My Dead Emotions que será lançado.



Já está disponível o primeiro single de Only Ashes Remain, próximo trabalho dos hard rockeres suecos Days Of Jupiter. O álbum sai a 24 de abril via Ninetone Records e este single intitulado Last One Alive vem acompanhado de vídeo.



Os suecos Rebel Collective anunciaram que o seu novo álbum se intitulará Middle Age Famous e terá lançamento a 8 de maio.



O trabalho homónimo dos Tape Junk com lançamento físico no próximo dia 11 de maio pela Pataca Discos e digital a 20 de abril já se encontra em pré-venda no iTunes. Este segundo disco dos Tape Junk é uma espécie de statement sobre a banda. Foi gravado e produzido por Luís Nunes (aka Walter Benjamin) no Alvito, Alentejo. Ao contrário do primeiro, este trabalho resulta da interação direta entre todos os elementos do grupo. Durante três dias, os quatro músicos registaram juntos as nove músicas de Tape Junk, em live takes para gravador de 8 pistas. Praticamente metade dos temas do disco (Substance, Joyful Song, Six String And The Booze e Thumb Sucking Generation) nunca tinham sido tocados antes, nem ao vivo, nem em ensaios. Os restantes já faziam parte do repertório ao vivo e foram gravados como são tocados em concerto. O primeiro single do disco é Six String And The Booze.


O grupo nacional Secret Lie, que entrou no ouvido dos portugueses pela originalidade do êxito Love Me Until The End Time, editou a 6 de abril o seu segundo álbum, Pandora. Começando por Filling Spaces, um tema que mistura as sonoridades Pop e Rock da banda, passando pela balada Black Butterflies, pelo som mais pesado de Until Death Do Us Part e pelo virtuosismo do arranjo para o clássico de Vivaldi, As Quatro Estações (Verão, Presto), Pandora é uma viagem que retrata o espírito plural e livre de cada um dos membros do grupo.



O tema Quinto Império baseado no pensamento do P.e António Vieira [1608-1697], trata de uma crença messiânica, de teor milenarista e apocalíptico, a qual foi difundida postumamente na obra Historia do Futuro [Lisboa Ocidental, 1718]. E este é o single de avanço do álbum Morreremos de Pé dos Cruz de Ferro que, desta forma, prestam homenagem ao velho Portugal e à sua glória imortal.

 




Composto pelo guitarrista e vocalista Sepp Osley, pelo baixista Sohl Osley e pelo baterista Ben Riley, os Blurred Vision estrearam-se a 6 de abril com o álbum Organized Insanity lançado com o selo Cherry Red Records. A banda andará em tournée com os icónicos Huriah Heep.






Brantner é um duo de pop/rock alternativo, carismático e impetuoso, com uma abordagem muito própria no que respeita à sua música. Marco Brantner, de Caminha (Portugal) e Evita Brantner, de Brugge (Bélgica) juntaram forças em palco e como parceiros de vida, criando uma mistura direta e sincera de rock alternativo, apoiando-se em influências tão diversas como os Queen, U2, Pink Floyd, Beatles, Bonnie Tyler, Tinna Turner, CCR, Damien Rice, Ryan Adams, Bon Jovi, James, etc. A intimidade do artista-compositor mescla-se com a energia do rock and roll de uma forma muito pessoal e inovadora. Em 2014 editaram o seu primeiro álbum, que tem por nome You Can’t Be Waiting. Este álbum é composto por 11 temas, sendo que alguns são reedições do primeiro álbum dos Spleen Poetry, projeto anterior de Marco Brantner. Em setembro assinaram um contrato com a editora Music In My Soul, que gere a promoção e agenciamento da banda. Recentemente lançaram o segundo single do álbum, We Don’t Feel That Way.