Escape Music

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quinta-feira, 27 de Novembro de 2014

Playlist 27 de novembro de 2014


Review: KillSmith & The Greenfire Empire (Neal Smith)

KillSmith & The Greenfire Empire (Neal Smith)
(2014, Kachina Records)
(5.5/6)

Neal Smith é, essencialmente, conhecido por ter sido o primeiro baterista de Alice Cooper. Em nome individual, KillSmith & The Greenfire Empire, é já o terceiro álbum, embora seja o primeiro conceptual. Uma ópera rock criada com base num heavy rock sujo muito por culpa dos vocais sinistros de Smith e das guitarras obscuras. Isso não impede o multi-instrumentista de, todavia, promover outras ambiências neste disco. Desde logo a entrada por alguns campos mais experimentais, por exemplo em The KillSmith Overture e na sinistra e pesada Pandemonium. Depois na introdução de criatividade no honky tonk, saxofone e coros gospel em Good Morning Blue Soul Land, no flamenco e música étnica de The Killsmith Overture, no saxofone e voz femininas em Death To The King e na melódica canção de Natal em Noelle No Wonder. Finalmente na capacidade de incutir emotividade num álbum tão obscuro principalmente notória na acústica Remember Blue Soul Land e Noelle No Wonder. O trabalho de guitarra é sensacional e bastante pesado em grande parte do disco. Pelo contrário, a secção rítmica é simples, ritmada e bastante eficaz. A exceção surge em Pandemonium com uma bateria demolidora e tribal. Do cruzamento destes predicados com as nuances antes apresentadas surge um disco de grande personalidade que a espaços se aproxima de Trans-Siberian Orchestra, essencialmente no conceito, mas pontualmente também na forma. Em suma, um grande disco de um mítico músico.

Tracklist:
1.      Blessings And Curses
2.      Good Morning Blue Soul Land
3.      Screaming Bloody Murder
4.      The Killsmith Overture
5.      Palacio de Esmeraldas
6.      Greenfire Born Of Poison
7.      I Want Money
8.      Pandemonium
9.      I Remember Blue Soul Land
10.  Death To The King
11.  Noelle No Wonder

Line-up:
Neal Smith – vocais, bateria, guitarra ritmo, sintetizadores
Peter Catucci – vocais, baixo
Lady Elizabeth Dellinger – vocais
Kevin Franklin – guitarra solo
Pete “Keys” Hickey – sintetizadores, teclados
Hubert Martin – vocais
Joe Meo – saxofone
Rick Tedesco – guitarras
Doug Wahlberg – guitarra solo

Internet:

Edição: Kachina Records

quarta-feira, 26 de Novembro de 2014

Entrevista: Wild Rose


Os Wild Rose atingem a marca do seu terceiro trabalho de forma sustentada e madura. Pela primeira vez na AOR Blvd Records e a trabalhar com o vocalista David A Saylor pela segunda vez, Hit ‘n’ Run assume-se como o melhor trabalho dos gregos. Por isso fomos falar com o teclista Dirty Haris.

Olá Dirty, obrigado pelo teu tempo despendido com Via Nocturna! Que melhor maneira de comemorar o vosso 10º aniversário do que com um novo álbum de estúdio...
Hahaha, sim, foi tipo uma dupla comemoração.

Como analisas esses primeiros dez anos da vossa carreira? Alcançaram os objetivos a que se propuseram inicialmente?
O nosso objetivo inicial era ir lançando álbuns, depois de obtermos um line-up estável. Nos últimos quatro anos acho que superamos as nossas expetativas, uma vez que os nossos álbuns têm esgotado muito rápido.

Em termos musicais, de que forma Hit 'n' Run se aproxima ou afasta dos vossos lançamentos anteriores?
Hit 'n' Run está mais próximo dos nossos lançamentos anteriores no sentido que que é um álbum original dos Wild Rose. Tudo o que conheces sobre a banda está lá. No entanto, Hit 'n' Run também é um pouco diferente dos álbuns anteriores, o que significa que o nosso som está a progredir.

Já que falamos de álbuns anteriores, Half Past Midnight está esgotado, não é verdade? Existe alguma ideia para uma reedição, por exemplo, pela vossa nova editora?
Não está nos nossos planos atuais fazer uma reedição de Half Past Midnight, mas vamos considerar isso no futuro, juntamente com um par de faixas inéditas, talvez.

Novamente com David A. Saylor como vocalista. É já o segundo álbum com ele. Suponho que já seja membro efetivo e não apenas um convidado...
Por enquanto, David é vocalista da banda. Ele continua a ser um vocalista de sessão, mas temos uma cooperação muito boa e todos nós esperamos que esta cooperação continue.

Segundo álbum com David e primeiro para a AOR Blvd. Records. As duas coisas estão ligadas? É um contrato para um álbum apenas?
Bem, David disse-nos que as coisas estavam a ir bem com AOR Blvd, então decidimos dar-lhe uma oportunidade. Paul (CEO da AOR Blvd.) fez-nos uma oferta que não podíamos recusar e aqui estamos nós. É um contrato de um disco, assim como a grande maioria dos contratos nos dias de hoje.

Aliás, três álbuns, três editoras diferentes. Sempre à procura do melhor, certo?
Claro! Não podemos recusar uma oferta melhor apenas para lançar um álbum com a mesma editora. Nós tentamos sempre obter várias ofertas e vamos com a melhor.

Durante quanto tempo trabalharam nestas músicas?
Durante todo este tempo todos trouxeram ideias e trabalhamos em conjunto para obter as demos prontas. Fizemos as demos no verão passado, depois estivemos vários meses a melhorar e completar as músicas, a gravar e, claro, muito tempo para a mistura e masterização do álbum. Eu diria que para todo o processo foi um ano completo.

Já têm feedback relativo a este novo álbum? O que nos podes dizer sobre isso?
Os nossos fãs parecem adorar e muita gente que só nos descobriu agora parece estar à procura dos primeiros álbuns para obterem um pouco mais de Wild Rose. Portanto, o feedback é definitivamente positivo até agora. E acho que Hit 'n' Run vai ser o nosso álbum mais bem-sucedido.

Têm outros projetos extra-Wild Rose?
O Andy está a trabalhar num projeto – irás ter notícias dele em breve. Como também sabes, David lançou o seu álbum solo, que é uma enorme bomba AOR. Os restantes não estão envolvidos em mais nada.

Thru The Night é o primeiro vídeo filmado a partir do álbum. Porque essa música em particular? Há ideias para mais algum?
Thru The Night é realmente o nosso primeiro vídeo oficial. Escolhemo-lo coletivamente considerando que era aquele que todos mais gostam. Além disso, acho que é provavelmente a música mais apropriada para um vídeo. Não haverá outros vídeos de Hit ‘n’ Run para serem lançados.

E há alguma tour planeada?
Infelizmente, não. É muito difícil para nós, poder planear uma tournée já que eu e David estamos no Reino Unido e o resto da banda está na Grécia. No entanto, gostaríamos de tocar em todos os lados para onde formos convidados.

Dirty, foi um prazer conversar contigo. Queres acrescentar mais alguma coisa?
Quero dizer um grande "obrigado" a todos os fãs que nos apoiaram ao longo destes anos. Keep On Rockin’…

terça-feira, 25 de Novembro de 2014

Review: Timeless Warfare (Vengeful Ghoul)

Timeless Warfare (Vengeful Ghoul)
(2014, Independente)
(4.9/6)

Da Turquia, país pouco dado a estas coisas de peso, chegam-nos estes Vengeful Ghoul com um trabalho que segue, basicamente, duas direções. Por um lado, uma linha de heavy metal mais tradicional e clássico, com algumas aproximações aos Judas Priest; por outro a entrada em campos mais agressivos, de um thrash metal progressivo, onde os Nevermore são as principais referências, pelo menos ao nível vocal. Todavia, Timeless Warfare apresenta ainda outras ambiências ao longo dos seus nove temas que se devem descobrir e que tornam este disco bastante diversificado. Por exemplo, Schaukelstuhl, representa o momento mais calmo, com refrão muito melódico a até com algo de gótico. Do lado oposto, Under Control, mostra-nos a faceta mais crua e agressiva, no tema mais curto e pesado, com a bateria a varrer a competir com os blastbeats de Search For Apeiron. Já Fire & Spell é um tema compassado a lembrar, por vezes Dio, mas também a entrar por campos de doom à Candlemass. No entanto, todos estes exemplos são nuances de diversidade que vão incrustando o power thrash progressivo que falamos e cuja melhor confluência se pode sentir no épico final, Timeless Warfare. Em suma, estamos na presença de um trabalho com poder e técnica em doses equivalentes, que tanto pode agradar aos fãs de heavy, como de power, como de thrash metal.

Tracklist:
1.      Chained Freedom
2.      The Sovereign Place
3.      Ruthless Crow
4.      My Crowded Solitude
5.      Under Control
6.      Schaukelstuhl
7.      Search For Apeiron
8.      Fire & Spell
9.      Timeless Warfare

Line-up:
Emre Kasapoğlu – vocais
Özgür Nair – guitarra solo
Senem Ündemir – guitarra ritmo
Görkem Büyükesmeli – baixo
Volkan Beykoz – bateria

Internet:

segunda-feira, 24 de Novembro de 2014

Entrevista: Cody Beebe & The Crooks


Nasceram na cidade do grunge. Inspiram-se no oeste selvagem e no rock. Misturam soul e swing. Tocam as raízes americanas de forma subtil mas eficaz. Falamos dos The Crooks e do seu líder Cody Beebe com quem falamos a propósito de Out Here, numa altura em que a banda já vai fazendo as malas para vir até à Europa apresentar o seu rock.

Olá Cody! Tudo bem? Quem é o Cody Beebe e quem são os The Crooks? Podes apresentar este projeto para rockers portugueses?
Cody Beebe & The Crooks são um grupo americano de rock, de Seattle, WA. Tocamos rock’n’roll inspirado pelo espírito pioneiro do Oeste americano, misturando rock, country, folk, blues e jazz num som diversificado. A banda é composta por:
Cody Beebe - vocais e guitarra; Eric Miller – baixo; Aaron Myers – teclados; Brian Paxton – bateria; Skyler Mehal – guitarra solo.

Quais são as vossas principais influências?
Temos influências em toda a linha... Acho que é por isso que a nossa música às vezes é tão eclética. Gostamos da era do grunge, nos anos 90, incluindo Pearl Jam e Alice In Chains... Bandas de rock clássico, como Pink Floyd, Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, etc. Alguns de nós gostam de heavy metal, outros de jazz... Todos nós escrevemos as músicas juntos, pelo que elas saem com influências de vários géneros.

Qual é a vossa formação musical? Tiveram ou têm outros projetos musicais?
Todos nós viemos de diferentes bandas na faculdade e depois formamos os The Crooks quando nos mudamos para Seattle em 2009. Desde então, todos temos focado a nossa atenção principalmente sobre essa banda. Recentemente, Eric Miller e eu iniciamos um projeto paralelo com o guitarrista australiano Blake Noble, o violinista Tim Snider, e o baterista dos Candlebox, Scott Mercado. Este projeto chama-se Eust On The Rails.

Falaste do grunge e é engraçado porque vocês são oriundos de Seattle, precisamente a cidade natal do grunge. De que forma esse importante movimento musical ainda está presente na vossa música?
Adoramos a atitude que veio com a música grunge. Aaron Myers (teclista) é de uma pequena cidade no centro de Montana, que é o mesmo lugar do baixista dos Pearl Jam (Jeff Ament). Por isso Aaron cresceu a olhar para Jeff e tudo o que ele conseguiu. Isso ajudou-nos a tentar ser o mais original possível e a seguir os nossos corações, mesmo que não seja a coisa mais popular para fazer de momento. A minha inspiração vocal vem de cantores como Chris Cornell, Eddie Vedder e Layne Staley.

Out Here é o vosso primeiro álbum? Quais são os vossos sentimentos em relação a isso?
Out Here é realmente o nosso segundo álbum como banda. Lançamos o nosso primeiro álbum, Friends Of The Old Mill, em 2010. Depois andamos pelos EUA durante alguns anos em apoio desse lançamento e atingimos o número 64 na tabela Triple A com a nossa canção Waiting On You. Em 2013, lançamos Out Here. Estamos realmente orgulhosos deste disco e o facto de levar o ouvinte numa viagem. Nós gostamos de álbuns que são diversos, por isso, queríamos fazer um álbum que pudesse inspirar as pessoas através de tocar em diferentes géneros. Agora voltaremos a estúdio em dezembro para gravar um novo álbum com alguns singles que estarão incluídos num álbum que pretendemos lançar em 2015.

É um lançamento de 2013 com ótimas críticas. Como receberam isso?
Temos viajado muito nos últimos anos, tudo de forma independente. Tem sido muito trabalho duro, mas estamos determinados. Adoramos tocar para novas pessoas e fazer amigos e fãs ao longo do caminho. A melhor coisa para nós é podermos ter um impacto positivo sobre as pessoas e mudá-las para melhor. Esperamos que Out Here tenha ajudado as pessoas.

E em breve vêm até à Europa. Esperam a mesma receção? Quais são as vossas expetativas?
Não sabemos o que esperar. Essa será a nossa primeira vez em tournée pela Europa e estamos incrivelmente animados. Alguns de nós já viajaram pela Europa, mas nunca como uma banda. Esperamos que as pessoas gostem do nosso espetáculo ao vivo e mal podemos esperar para compartilhar a nossa música com diferentes culturas.

Alguns colegas da vossa empresa promocional – a Teenage Head Music – andaram/estão/irão em tournée pela Europa. Quando vêm cá os The Crooks?
Gostaríamos muito de ir! Esperamos que essa visita corra bem e possamos voltar a cada ano para uma tournée para novas partes da Europa. Gostamos de viajar e mal podemos esperar para tocar para todos vocês!

Out Here é um álbum com muito rock, mas também, com muito soul e swing. De onde vem toda essa inspiração?
Eu adoro a música soul vintage. O rock and roll é muito tão divertido de tocar... mas precisa ter alma, de modo que as pessoas sejam impactadas pela música. Nós esforçamo-nos para fazer música que toca as pessoas e as deixa com um impacto positivo. Mesmo nas nossas músicas mais pesadas de rock, temos uma mensagem profunda que tentamos passar. Isto é inspirado por grandes compositores como Steve Earle, Townes Van Zandt, Neil Young, etc.

E também com muitos convidados. Na minha opinião isto permite-vos introduzir variedade. Como aparecem estes convidados neste álbum?
Nós adoramos colaborar com outros músicos. Temos muitos grandes amigos no noroeste dos Estados Unidos que tocam em grandes bandas. Queríamos que eles fossem uma parte do nosso álbum porque nós realmente gostamos de todos e de cada um deles, e quisemos ajudar a promover o que eles estão a fazer bem, porque pensamos que eles são todos incríveis. Isso foi muito divertido para nós e adicionou camadas adicionadas e textura à música.

Foi uma experiência de gravação fácil com tantos convidados... Como geriram essa situação?
Uma vez que todos nós tivemos outras bandas no passado, realmente gostamos de colaborar e ouvir as impressões das outras pessoas sobre a nossa música. Muitas das pessoas que colaboraram já tocaram connosco no passado ou escreveram canções connosco e são nossos bons amigos, por isso tornaram o processo de gravação ainda mais divertido e memorável para nós.

Depois do lançamento do álbum vocês tiveram algumas mudanças de line-up. Como foi a integração dos novos membros?
Após a gravação deste álbum, os nossos percussionista e baterista deixaram o grupo. Em seguida, arranjámos um novo baterista, Brian Paxton, e um novo guitarrista, Skyler Mehal. Brian é incrível e adoramos tocar com ele. A sua energia em palco é incrível e faz com que os nossos shows ao vivo sejam ainda mais agradáveis…  Mais: ele é um grande baterista de rock e pode deixar crescer uma barba incrível!!! Quanto ao guitarrista, não estávamos à procura de um, mas Skyler entrou e gravou no nosso álbum e ficámos todos deslumbrados pela forma como ele é bom. Perguntamos-lhes se gostaria de vir para a estrada e estamos muito felizes que tenha aceite. Ele tem muita energia e é um músico fenomenal. Sinto que este line-up é o melhor dos Crooks de sempre.

E quanto a uma tournée pelos EUA, alguma coisa programada?
De momento, estamos a trabalhar nos nossos planos de uma tournée dos EUA, que acontecerá depois da europeia.

Bem Cody, mais uma vez, obrigado, e dou-te a oportunidade para deixares uma última mensagem...
Muito obrigado pelo teu apoio e interesse na nossa música. Mal podemos esperar por ir à Europa pela primeira vez!!!!!!

domingo, 23 de Novembro de 2014

Notícias da semana

A editora gaulesa Send The Wood Music apresentou a banda Tess, praticante de um cruzamento entre o metal e o punk. O seu próximo álbum, já o quarto, chamar-se-á Que S’Élève La Poussière e estará nas lojas a 3 de fevereiro. O vídeo para o tema Otage já está disponível no seu canal de Youtube.



A Ethereal Sound Works anunciou a sua campanha de Natal que consiste na oferta de um CD gratuito em compras de valor igual ou superior a 10,00€ na sua loja online. O CD gratuito pode ser escolhido de uma lista específica de CDs editados pela própria editora de 2004 a 2013. A campanha termina a 31 de dezembro de 2014.



As lendas da bateria Carmine e Vinnie Appice têm uma extraordinária carreira atrás dos seus kits de bateria. Carmine nos Cactus, Vanilla Fudge, Rod Stewart e Ozzy Osbourne. O seu irmão Vinnie, mais virado para o metal com participações nos Dio, Black Sabbath e Heaven & Hell. Recentemente estes dois irmãos e monstros sagrados têm surpreendido as audiências com o seu espectáculo rock denominado Drum Wars, incluindo não só temas das suas bandas, como também batalhas de solos de bateria. Felizmente para todos, um desses shows foi gravado em Junho no Iridium em Nova Iorque e está agora disponível via Deadline Music e Rocker Records. Juntamente com Carmine e Vinnie, estão Jim Crean, Ethan Brosh e James Caputo! Um tema deste álbum está disponível para download gratuito no bandcamp da Rocker Records. Coincidente com este lançamento, está disponível uma série de espectáculos na Europa com Carmine e Vinne tocando com um conjunto de vocalista e músicos metal. Intitulado como The Metal All-Stars, a edição deste ano conta com Zakk Wylde, Joey Belladonna, Geoff Tate, Dave Ellefson, James LaBrie, Chuck Billy entre muitos outros. Para mais pormenores acedam aqui.



Os Johnny Fontane And The Rivals apresentam o seu álbum de estreia, Lemme Tell Ya a 23 de janeiro de 2015 o que, desde logo, traz uma nova dimensão ao blues suiço. São 12 temas com riffs catchy, solos e belas harmonias vocais. Vinnie Moore (Alice Cooper/UFO), Justina Lee Brown e Marco Pantherra surgem como convidados.



A Audio Fidelity já nos habituou a colocar no mercado trabalhos de excelente qualidade sonora e musical. Agora prepara-se para dar um passo em frente com a junção com a ETrain Records, editora do multi-vencedor de Grammys, Elliot Schneider.  O primeiro resultado desta parceria será a edição de Let It Snow dos New York Voices, uma coleção de clássicos temas de Natal.



Iniciado no início deste ano por Marcelo Beckenkamp, o novo metal operático brasileiro, Waterghost, surge com a proposta de apresentar materiais de qualidade e expandir o seu trabalho pelos quatro cantos do globo, com uma ideologia diferente, ser deixar de lado a real essência desse estilo musical. Nos seus trabalhos, o projeto optará em abordar assuntos mais amplos na composição das letras, possibilitando, assim, o público ter uma reflexão maior com as mensagens atribuídas. Para já, os Waterghost têm dois vídeo-singles: Four Elements e Let’s Carry On, precisamente lançado na última semana. Este último conta com os vocalistas André Anheiser Ferrari (Mr. Ego), Mischa Marmade (Zaltana) e Raphael Dantas (Perc3ption).





Como já tínhamos anunciado na semana passada, os Inkilina Sazabra apresentaram o seu novo e segundo single retirado do disco Maldita (Mente), lançado em junho pela Dicepeca Records. O novo single intitula-se Oiço Conselhos Demais.





O vocalista Mário Kohn acaba de lançar vídeo, interpretando o tema Cryin', dos Aerosmith. Entretanto, Mário está em fase de pósprodução do álbum da sua banda, Eyes Of Gaia!



New Generation é o novo tema e vídeo dos Metal Machine a ser disponibilizado. O tema fará parte do segundo álbum da banda a ser lançado no início de 2015. O vídeo foi filmado por Gustavo Freeze da espanhola Elborato Productions e editado por Axel W. da Rock’N’Growl.



Os PhaZer foram confirmados como convidados especiais e banda suporte no concerto dos D. A. D. no Paradise Garage em Lisboa, no próximo dia 6 de dezembro de 2014. Este concerto da banda dinamarquesa faz parte da digressão 30 Years, 30 Gigs, comemorativa do seu trigésimo aniversário, ao mesmo tempo que os PhaZer celebram o seu décimo aniversário.



Uma caixa com 4 discos – 3 CD’s e 1 VD – compilando todo o material que Todd Rundgren apresentou entre 1972 e 1983 na rádio e televisão BBC. Um verdadeiro must para os fãs do artista. A edição é da Esoteric Recordingse tem como título genérico Todd Rundgren At The BBC.

Flash-review: Songs From November (Neal Morse)


Álbum: Songs From November
Artista: Neal Morse 
Editora: InsideOut Music 
Ano: 2014
Origem: EUA
Género: Rock/americana
Classificação: 5.2/6
Breve descrição: Já não é a primeira vez que Neal Morse desliga a distorção, corta no tempo dos seus temas e apresenta um álbum de canções simples, onde o mais importante é a emoção. Morse é um verdadeiro camaleão da composição e, pelos vistos, adapta-se a qualquer tipo de situação, como mais uma vez fica demonstrado, juntando elementos acústicos, violinos, metais, pianos e coros gospel na criação de uma emotiva coleção de canções.
Highlights: Whetever Days, Heaven Smiled, Love Shot A Arrow, Sonf For The Free
Para fãs de: Beatles, Neal Morse, Philip Claypool

Tracklist:
01. Whatever Days
02. Heaven Smiled
03. Flowers In A Vase
04. Love Shot An Arrow
05. Song For The Free
06. Tell Me Annabelle
07. My Time Of Dying
08. When Things Slow Down
09. Daddy's Daughter
10. Wear The Chains
11. The Way Of Love

Line-up:
Gabe Klein – bateria, piano
Chris Carmichael – cordas
Jim Hoke – saxofone, pedal steel
Steve Herrman – trompete
Eric Darken – percussão  
Regina and Alfreda McCrary – Background Vocals
Eric Gillette – vocais
Neal Morse – teclados, vocais, guitarras, baixo, percussão, bateria