quarta-feira, 23 de Julho de 2014

Entrevista: God's Army A. D.




Apesar de já se terem formado em 2004, só agora os God’s Army A. D. (adicionaram o A. D. mais tarde por questões legais) se estreia com um trabalho homónimo. Fomos falar com o guitarrista Ian O'Sullivan para percebermos o que se passou neste intervalo de tempo. E aconteceu muita coisa como poderão confirmar…

Olá Ian! Obrigado pela tua disponibilidade! Podes apresentar os God’s Army A. D. aos metaleiros portugueses?
Obrigado pela entrevista! God’s Army A. D. é a vossa nova banda favorita de heavy metal e estamos prontos para o rock Portugal!

God’s Army A. D. é a união de forças de alguns elementos bem conhecidos da cena heavy/power metal. Quando decidiram começar a trabalhar em conjunto e erguer esta banda?
A banda começou a juntar-se em 2005. John conheceu Mark Cross quando estavam em tour com os At Vance nesse ano e decidiram que gostariam de formar uma banda assim que já não andassem na estrada. Eu tinha tocado com John numa banda chamada Hallowed que se separou em 2004 e continuei a trabalhar em material com ele desde então. Foi assim que eu apareci! Tudo aconteceu com bastante rapidez e no final de 2005, estávamos prontos para ir para palco.

Nasceram apenas como God’s Army e, mais tarde acrescentaram, após o vosso regresso em 2012, o AD. Porque essa adição?
Muito simples na verdade. A nossa editora informou-nos que aquele nome já estava protegido por direitos de autor. Logo, para lançarmos o álbum tivemos que alterar o nome.

Facto curioso: em 2006, tocaram com Paul Dianno e Mystic Mrophecy, ainda sem qualquer registo. Como foi essa experiência?
Sim, nós tivemos um grande começo, mas para ser honesto, acho que merecemos esses shows. Todos os membros de God’s Army A. D. são músicos muito experientes com um conjunto de nomes bem conhecidos para arrancar. No final de 2005 tivemos uma música chamada I Will Survive incluída num sampler CD da Hard Rock Magazine. Isso atraiu a atenção dos fãs, da comunicação social e das editoras. O interesse na banda cresceu de forma constante e todo mundo queria ouvir mais. Portanto, na altura em que tocamos o nosso primeiro show na Alemanha como suporte de Paul Di Anno a sala estava completamente cheia e quando subimos a palco a multidão gritou por nós. Foi incrível! Os espetáculos com Mystic Prophecy também foram bons. Eles são uma killer band e tornamo-nos bons amigos. Encaixamo-nos perfeitamente com eles e os seus fãs foram ótimos para nós e deram-nos muito apoio.

Naturalmente, desses concertos e dos seguintes retiraram muita da energia que agora apresentam neste novo disco…
Isso é verdade. A bateria e os ritmos foram registados mais ou menos nessa altura e, definitivamente, acho que a energia em torno da banda pode ser ouvida no álbum.

Depois do acidente de viação do John ABC Smith vocês pararam algum tempo. Tudo bem com o John atualmente?
Bem, o primeiro momento de azar aconteceu quando Mark Cross teve uma oferta para se juntar aos Firewind em 2006. Foi uma grande oportunidade para ele e não a desperdiçou. Naturalmente isso atrasou o nosso ritmo já que Mark é um excelente baterista e não muito fácil substituir. Depois as coisas foram de mal a pior quando, em 2007, John esteve envolvido num acidente de carro. Fico feliz em dizer-te, no entanto, que o John está totalmente recuperado e a disparar em todas as direções!

De alguma forma a gravação de God’s Army A. D. funcionou como uma terapia para John?
Definitivamente sim. John passou por um período após o acidente em que não tinha a certeza se a música voltaria ou não a fazer parte da sua vida. Há cerca de três anos atrás, recuperou as velhas demos dos God’s Army para trabalhar nelas mais do que em qualquer outra coisa. Na altura, enviou-me algumas novas misturas e fiquei bastante animado com o que ouvi, mas agora todos têm essa oportunidade de ouvir essas faixas.

E esta estreia pode ser vista como uma forma de recuperar o tempo perdido?
Sim, de certa forma. Estamos a recuperar o tempo perdido e "mais vale tarde do que nunca”, como diz o ditado. A outro nível, porém, diria que este é um novo álbum de uma nova banda. Nós não somos as mesmas pessoas que eramos há 8 ou 9 anos atrás e a música no álbum soa mais fresca e mais atualizado do que as gravações originais. Os God’s Army estão mortos – vivam os God’s Army A. D.  

Quanto tempo levou todo o processo de composição e gravação do álbum?
É um pouco difícil dizer realmente. Devido aos anos de que separam as gravações originais e os novos temas tem sido uma longa e dura jornada!

Gods Must Be Crazy é o vídeo retirado do álbum. Estão a pensar em mais algum para breve?
Sim, estamos. Nesta altura há um novo vídeo em construção. Embora não vá dizer qual música. Gostaríamos de manter isso como uma surpresa.

E outros projetos, como tours ou qualquer outra coisa. Têm alguma coisa agendada?
Já estamos a trabalhar em novo material para o segundo álbum e em breve anunciaremos algumas datas ao vivo. Esperamos fazê-lo em Portugal antes de mais!

Bem Ian, foi um prazer conversar contigo. Queres acrescentar mais alguma coisa para os nossos leitores ou para os vossos fãs?
O prazer é todo meu. Obrigado! Uma coisa que eu gostaria de dizer aos fãs de rock portugueses: obrigado por apoiarem o Heavy Metal e o Rock! Aconteça o que acontecer nós iremos continuar a tocá-lo para sempre, mas sem vocês não haveria ninguém para espalhar a palavra. Vemo-nos na estrada! 

terça-feira, 22 de Julho de 2014

Review: Saturday Night Special (Great White)

Saturday Night Special (Great White)
(2014, Collectors Dream Records)
(5.8/6)

Os Great White foram um dos maiores nomes do hard rock com bastantes momentos altos, principalmente na altura do vocalista Jack Russel. Este lançamento da Collectors Dream Records é a continuação do trabalho de 2012, Ready For Rock ‘n’ Roll – Part I. Nada de novo, portanto, a não ser a escolha de grandes canções para fazer versões. E nesse conjunto destaca-se a escolha dos seus próprios hits Once Bitten, Twice Shy, Rock Me e Save Your Love. De resto, uma listagem de ilustres temas, alguns icónicos, como Hard To Handle (Black Crowes), Eye Of The Tiger (Survivor), Diamonds & Rust (Joan Baez), Kickstart My Heart (Mötley Crüe), Dazed & Confused (Led Zeppelin) ou Any Way You Want It (Journey). Uma muito boa listagem de grandes temas, tocados por uma grande banda, a proporcionar mais de uma hora de verdadeiro prazer auditivo.

Tracklist:
1.      Once Bitten, Twice Shy (Ian Hunter)                                
2.      Rock Me (Great White)                                                                
3.      Save Your Love (Great White)                                                      
4.      Keep Your Hands To Yourself (Georgia Satellites)           
5.      Hard To Handle (Black Crowes)                                       
6.      Eye Of The Tiger (Survivor)                                              
7.      Saturday Night Special (Lynyrd Skynyrd)                
8.      Same Old Song And Dance (Aerosmith)                           
9.      Kick Start My Heart (Mötely Crüe)                                   
10.   Any Way You Want It (Journey)                                        
11.   Unchained (Van Halen)                                                             
12.   Diamonds & Rust (Joan Baez)                                                   
13.   Dazed & Confused (Led Zeppelin)                          
14.   Sarah (Thin Lizzy)                                                                   
15.   Blue Christmas (Elvis Presley)                                           

Line-up:
Jack Russell – vocais  
Mark Kendall – guitarras 
Michael Lardie – guitarras, teclados 
Tony Montana – baixo 
Audie Desbrow – bateria

Internet:

segunda-feira, 21 de Julho de 2014

Entrevista: Jimmy Greenspoon


A Cleopatra Records tem no mercado, desde o dia 24 de junho o álbum tributo aos seminais The Doors – Light My Fire, assim se intitula - onde um line-up verdadeiramente galático presta homenagem, de forma muito própria a um dos mais marcantes coletivos da história do rock. Jimmy Greespoon, teclista de outro nome lendário como são os Three Dog Night é um dos convidados a colaborar, participando no tema The End juntamente com Pat Travers. Fomos falar com teclista norte-americano a propósito deste tributo e aproveitamos para uma rápida passagem pela sua carreira passada e atual.

Olá Jimmy! Obrigado pela tua disponibilidade em responder a estas questões. Tens um passado relevante na música rock, mas se me permites, começaríamos pela tua participação no tributo aos The Doors, edição da Cleopatra Records. Antes de mais, de que forma a música dos The Doors te influenciou como músico ou influenciou a tua vida?
Pedro, obrigado pela oportunidade em fazer esta entrevista. Os The Doors não influenciaram a minha música ou estilo de vida mais do que todos os outros grupos que tocaram na Sunset Strip naquela altura. Os The Byrds e Buffalo Springfield tiveram mais impacto na música que viria a tocar no futuro. No entanto, a atitude da música dos Doors continha elementos que abriram o caminho para a minha viagem no rock.

Tributos aos Doors deve haver imensos por todo o mundo. De que forma analisas a importância deste lançamento em particular?
Este tributo é especial por causa de todo o poder das estrelas que participam. Algumas pessoas vão gostar, outras odiar, mas esta é a visão pessoal que estes músicos possuem sobre canções clássicas. Ninguém tentou copiar ou soar como o original.

De facto, é realmente um line up galáctico! Uma garantia de qualidade, portanto…
Na realidade, não há nenhuma garantia de que as estrelas que participam neste CD proporcionem maiores vendas, mas sim, a qualidade está lá e é soberba.

E como é que apareces neste álbum?
Toco todas as partes de teclado na música que escolhi fazer.

E essa música é a The End. É uma das tuas músicas favoritas dos Doors?
The End não era uma das favoritas em comparação com os seus maiores hits. É uma melodia obscura e mal-humorada. Tentei levá-la para um nível ainda mais alto e obscuro.

E apareces nesta porque significa algo para ti ou simplesmente aconteceu?
Para ser honesto, todos os temas mais curtos já tinham sido escolhidos, assim escolhi uma das músicas mais longas dos Doors para criar uma história sonora.

Como foi a tua aproximação ao tema? Ainda não tive oportunidade de ouvir o disco, mas pelo que já percebi, houve uma visão muito pessoal tua?
Só na estrutura é que fiquei perto do original. A gravação dos Doors tinha uma instrumentação esparsa. Para este tributo criamos uma parede escura de som.

Neste tema surges em conjunto com Pat Travers. Como foi o trabalho em conjunto?
Pat Travers e eu não gravamos as nossas partes em conjunto. Eu gravei a minha parte num estúdio na Califórnia e ele gravou a sua parte em Orlando, Florida. Coloquei primeiro as minhas partes de teclado e Pat colocou as guitarras e vocais depois.

Tu és teclista e os Doors são conhecidos, também, pelo seu grande teclista Ray Manzarek, recentemente falecido. Tiveste algum contacto com ele enquanto vivo?
Eu sou e era amigo de todos os Doors. Não tanto Ray e John, mas Jim era um amigo de frequentes bebedeiras, e sou amigo de Robbie e da sua esposa. As vidas pessoais dos Three Dogs Night e dos Doors estão interligadas.


Saltando agora para a tua carreira como músico, quais os teus projetos atuais?
Estou a trabalhar em vários projetos a solo, quando não estou na estrada com os Three Dog Night. O maior deles é um filme atualmente em pré-produção. Chama-se Sins Of The Midnight Sons. Foi escrito por Kimberly R. Morgan baseado numa história verdadeira que ela e o seu marido viveram. Material fascinante. Estou também a gravar com a minha primeira banda, The New Dimensions. Foi há 52 anos que estivemos juntos. É uma surf band da Califórnia que toca instrumentais. Temos 5 dos 6 membros originais de volta e também irei filmar um documentário para publicar com o CD. Estou também no conselho da Murray-Wood Foundation, que promove a sensibilização para as doenças de mastócitos e fiz um concerto a solos de beneficência para a fundação.

Durante a tua vida artística, tocaste em diversas bandas e colaboraste com alguns músicos bem conhecidos. Quais foram os mais marcantes para ti?
Trabalhei com tantos artistas maravilhosos, porém ter tocado todos os teclados no CD a solo de Chris Hillman Like A Hurricane foi uma alegria pura. Chris é um querido amigo que eu conheci há muitos anos atrás, quando ele era membro dos The Byrds. Além disso, o meu trabalho com Lowell George e Linda Ronstadt foi emocionante.

De qualquer das formas és mais conhecido pelos Three Dog Night. Vocês regressaram em 1981, depois de alguns anos de ausência. Como estão atualmente?
Os Three Dog Night estão mais fortes agora. Mais espetáculos, todos esgotados. Gravamos algum material novo e os nossos antigos sucessos continuam a surgir em filmes e comerciais na TV.

Sei que têm alguns espetáculos em julho. O que irão apresentar ao público? Essencialmente novas canções ou hits antigos?
Tocaremos maioritariamente hits mas não todos, já que tivemos 21. Também tocaremos duas músicas novas, e excertos de álbuns que nunca tiveram airplay, mas são favoritos dos fãs. 

E para quando um novo álbum de estúdio? Há alguma coisa definida?
Estamos tanto tempo na estrada e toda a gente tem tantos projetos paralelos, que é difícil fazer com que todos se juntem no estúdio. Vivemos espalhados por todo os Estados Unidos. Mas, além das novas canções já, temos mais duas ou três concluídas que espero venham a sair em breve.

Bem, foi um prazer ter feito esta entrevista. Queres acrescentar mais alguma coisa?
Obrigado a todos os fãs de música em todo o mundo por manterem a chama acesa.

domingo, 20 de Julho de 2014

Flash-Review: Behind The Sun (Eric Clapton)

Álbum: Behind The Sun (reedição)
Artista: Eric Clapton
Editora: Audio Fidelity 
Ano: 2014
Origem: Reino Unido
Género: Blues/Rock
Classificação: (4.8/6)
Pontos Fortes: reedição de um álbum histórico; trabalho de guitarra de Eric Clapton, trabalho de bateria de Phil Collins; participação de Steve Lukather e Jeff Porcaro (Toto); rhythm & blues beat
Highlights: Just Like A Prisoner, Same Old Blues, Something’s Happening, Forever Man
Para fãs de… Eric Clapton

Tracklist:
1.      She’s Waiting
2.      See What Love Can do
3.      Same Old Blues
4.      Knock On Wood
5.      Something’s Happening
6.      Forever Man
7.      It All Depends
8.      Tangled In Love
9.      Never Make You Cry
10.  Just Like A Prisoner
11.  Behind The Sun

Line-up:
Eric Clapton – vocais e guitarras
Steve Lukather, Lindsey Buckingham - guitarras
Donald Dunn, Nathan East – baixo
Jamie Oldaker – bateria
Peter Robinson, Michael Omatian, James Newton Howard, Greg Phillinganes – sintetizadores
Chris Stainton – sintetizadores e Hammond
Ray Cooper – percussão e bongos
Phil Collins, Jeff Porcaro, John Robinson – bateria
Lenny Castro – congas
Ted Templeman – tambourine e shaker
Marcy Levy, Shaun Murphy, Jerry Williams, Nathan East - backing vocals

Notícias da semana


A um mês do início das gravações do novo álbum e a dois meses de compartilharem o palco com os Grave Digger, há boas notícias no reinado dos The Silent Rage: Bill Milios, guitarrista e fundador dos False Coda é o novo guitarrista do coletivo helénico, substituindo assim Laertis Toskas.



Os The Milestones são a nova contratação da Listenable. Praticantes de southern classic rock, o seu último disco Higher Mountain – Closer Sun é considerado o seu melhor e será lançado pela editora francesa fora da Finlândia com duas faixas bónus no final de setembro. Disponível está já o vídeo do tema Walking Trouble.


Os doom rockers de Leeds, Black Moth anunciaram o lançamento do seu segundo álbum Condemned To Hope a sair em setembro via New Heavy Sounds. O vídeo do primeiro single, Room 13, já pode ser visualizado.



120 espetáculos em 5 anos, mais de 40 cidades em França e na Europa, 263 cordas partidas, 2 dentes partidos… estatisticas curiosas para os Sticky Boys. O sucessor de This Is Rock ‘n’ Roll, trabalho de estreia de 2012, está a chegar. Trata-se de Make Art, um novo conjunto de 11 temas a sair com o selo Listenable. A festa de lançamento está marcada para o Divan Du Monde em Paris no dia 10 de outubro.


Os Heretic’s Dream assinaram com a editora italiana Agoge Records. A banda italiana encontra-se, de momento, a trabalhar no seu terceiro álbum com o produtor Gianmarco Bellumori. O lançamento está agendado para o fim do ano.


A mistura do clássico country elétrico com o southern rock tem um nome: The Captain Legendary Band. A banda da Louisianna já comparada aos The Marshall Tucker Band, The Flying Burrito Brothers, Merle Haggard e The Charlie Daniels Band, acaba de lançar o duplo álbum ao vivo TCLB Live, donde já foi retirado o vídeo do tema Brothers.




Os Trainwreck Architect disponibilizaram um novo vídeo do seu tour blog em DeadRhetoric.com, a propósito do seu último espetáculo em La Baie, QC.




Dois dos membros fundadores dos lendários Emerson, Lake & Palmer, precisamente Keith Emerson e Greg Lake têm um novo álbum ao vivo, intitulado Live From Manticore Hall. O álbum saiu a 14 de julho via Cherry Red Records. Neste álbum são apresentados alguns dos maiores hits do catálogo dos ELP.



Os Secret Lie entraram em estúdio, no passado dia 13 de Julho, para a gravação do seu segundo disco. Depois de três meses de pré-produção, o sucessor de Behind the Truth (o disco de estreia do grupo) começa agora a ganhar forma, nos estúdios Crossover, em Linda-a-Velha, onde decorre o processo de gravação. O primeiro single a extrair deste novo disco deverá ser apresentado em setembro. Os Secret Lie são Sara Madeira (voz), Pedro Teixeira da Silva (violino), Tó Pica (guitarra), Nuno Correia (baixo), Adelino Duarte (voz e guitarra) Nuno Louro (piano) e  Tiago Ramos (bateria).




O álbum Beholden To Nothing, Braver Since Then dos veteranos Leviathan está disponível para audição streaming, durante um período limitado de tempo, na sua totalidade.



Relauch II é o sucessor de Relaunch (lançado em 2011) e é o novo trabalho dos Houston. Em Relaunch II os suecos apresentam 6 versões (temas de John Farnham, John O’Banion, One Republic, Rick Springfield, Florida Georgia Line e Lady Gaga) e 4 temas novos: Don’t Look Back, Our Love, Downtown e Standing On The Moon. O teaser deste álbum pode ser visto aqui.



Os italianos Derdian estão de regresso. O seu novo trabalho, sucessor do espetacular Limbo chama-se Human Reset e tem edição agendada para o próximo dia 23 deste mês. Os fãs podem, desde já, fazer as suas encomendas no site da banda. Como sucedeu com Limbo, está será novamente uma edição de autor, com exceção do continente asiático onde será publicado pela Spiritual Beast. Aqui podem ouvir o teaser deste novo álbum.