segunda-feira, 29 de junho de 2015

Entrevista: UFO


Claro que pode não ser relevante, mas os seminais UFO regressaram ao seu país para gravar, o que não acontecia há mais de 20 anos. A causa pode ou não ter sido uma conspiração das estrelas – Andy Parker acabou por não nos explicar isso – mas o certo é que o 22º (!!) álbum dos viajantes espaciais mais rockeiros que há memória  está ao nível do melhor que a banda já fez. Vejamos então as considerações do baterista.

Olá Andy! Em primeiro lugar, obrigado pela tua disponibilidade e deixa-me dizer que, para mim, é uma honra fazer esta entrevista com uma banda com a qual eu cresci! Como se sentem com um novo álbum de estúdio?
Estamos muito felizes com o novo álbum a julgar pelos comentários e também pelos nossos fãs.

A principal novidade aqui é que pela primeira vez, em mais de 20 anos, gravaram no vosso país. O que vos motivou a voltar para casa - uma conspiração de estrelas ou não?
A banda sentiu que era altura para uma mudança e o Reino Unido parecia ser a escolha natural.

É incrível, mas A Conspiracy Of Stars é já o vosso 22º álbum! Olhando para trás, como vês a vossa evolução que os trouxe até aqui?
Embora tenhamos feito 22 álbuns, sinto que temos sorte de ainda termos oportunidades para gravar novo material e ter o apoio de uma grande editora.

Ainda é fácil para vocês continuar a tocar, compor e gravar depois destes anos todos? Ainda sentem a mesma emoção como quando eram mais jovens?
Absolutamente, talvez até mais agora do que quando eu era mais jovem.

Desta vez trabalharam com Chris Tsangarides. Foi a vossa primeira experiência com ele? Foi um fator importante para o sucesso do álbum?
Não, já tínhamos trabalhado com ele no álbum Phenomenon. Acredito que a sua produção foi muito importante para o resultado final.

E há, também, a estreia de um novo line-up. Rob de Luca pode ser considerado membro efetivo dos UFO?
Não posso dizer que seja efetivo, mas claro que estamos a gostar de trabalhar com ele agora.

Suponho que já terminaram a vossa tour europeia. Correu tudo bem?
Sim, foi muito bem-sucedida.

Estão a trabalhar, como banda ou de forma individual, em alguns novos projetos?
Não, agora estamos apenas a trabalhar para promover o novo álbum.

Muito obrigado, Andy. Foi um prazer! Queres acrescentar mais alguma coisa?
Obrigado pelo teu tempo. Estamos muito ansiosos para ir a Portugal num futuro próximo.

domingo, 28 de junho de 2015

Flash-Review: From This Hell (Deadlyforce)


Álbum: From This Hell
Artista: Deadlyforce 
Editora: StormSpell Records 
Ano: 2014
Origem: Portugal
Género: Heavy Metal
Classificação: 5.4/6
Breve descrição: Os Deadlyforce são uma banda de Heavy Metal português, pertencentes ao NWOPHM que se estreiam com o EP From This Hell, originalmente lançado em 2014, mas que começa a sua conquista neste ano de 2015. Com algumas influências Doom, nomeadamente no tema titulo, o Heavy Metal tradicional dos Deadly Force na sua versão épica e old school tem bastante qualidade o que fica bem patente neste EP de 5 temas apenas.  
Highlights: The Tunnels Beneath, Whitechapel, Witchcraft And Blood
Para fãs de: Satan, Iron Maiden, Candlemass, Alkateia, Vicious Rumours

Tracklist:
1.      From This Hell
2.      Gray Man
3.      The Tunnels Beneath
4.      Whitechapel
5.      Witchcraft And Blood   

Line-up:
André Assunção – baixo
Lino – vocais
Emídio – bateria
Nelson Carmo – guitarras

Hugo Fernandes - guitarras

INFO: The Tangent com novo álbum mantendo a tradição

12 anos. 8 álbuns de estúdio. 2 DVD’s ao vivo. Tours de Moscovo ao Quebec. Agora, uma das mais interessantes bandas da chamada terceira geração do prog rock está de regresso e mantendo a tradição de não repetir o mesmo line-up do álbum anterior. De facto, nunca os The Tangent utilizaram a mesma formação em dois álbuns. No entanto, há alguns nomes mais usuais. Neste novo trabalho intitulado A Spark In The Aether (5.4/6) quem está de regresso é o baixista Jonas Reingold (The Flower Kings), Theo Travis (Steven Wilson, Gong, Robert Fripp) que adicionou fantásticas texturas de flautas e saxofones e Luke Machin, um guitar hero de grande capacidade. Isto, naturalmente para além de Andy Tillison, teclados e vocais, líder da banda e que tocou em todos os discos dos The Tangent. A esta equipa juntou-se o baterista sueco Morgan Ågren que já tocou com Frank Zappa, Kaipa, Devin Townsend e na sua Mats/Morgan Band. O curioso é que a banda que só deveria ter feito um disco em 2003, já vai no seu… oitavo! E A Spark In The Aether é uma viagem que nos mostra os The Tangent ao seu melhor nível com belas estruturas melódicas em canções inspiradas. Segundo Tillison, os The Tangent já tiveram demasiadas experiências associadas ao negativismo e tristeza, portanto estava na altura de deixar apenas falar a música com divertimento na sua execução. Sem dúvida uma forma de retorno às origens, até confirmada pelo subtítulo The Music That Died Alone Volume 2, numa clara referência ao trabalho de estreia da banda. E apesar da existência de algumas novas fontes de inspiração, A Spark In The Aether é um disco totalmente Tangent. Um disco que Tillison apelida de Transatlântico, explicando que, provavelmente, inventaram o prog rock dos… Açores!

Tracklist:
1. A Spark In The Aether  
2. Codpieces And Capes  
3. Clearing The Attic  
4. Aftereugene 
5. The Celluloid Road  
6. A Spark In The Aether (Part 2)
7. San Francisco Radio Edit 

Line-Up
Andy Tillison – teclados, vocais, guitarras, baixo
Jonas Reingold - baixo 
Theo Travis – saxofone e flauta
Luke Machin - guitarras 
Morgan Ågren – bateria

Discografia:
The Music That Died Alone – 2003 
The World That We Drive Through – 2004 
Pyramids And Stars (Live) – 2005 
A Place In The Queue – 2006 
Going Off On One (Live CD/DVD) – 2007 
Not As Good As The Book – 2008 
A Place On The Shelf"" – 2009 
Down And Out In Paris And London – 2009 
Going Off On Two (Live CD/DVD) – 2011 
COMM" – 2011 
Le Sacre Du Travail (The Rite Of Work) – 2013 
A Spark In The Aether – 2015

sábado, 27 de junho de 2015

Notícias da semana

Os gregos The Silent Rage terminaram a mistura e masterização do seu álbum The Deadliest Scourge tendo disponibilizado já um pequeno sample do mesmo. Atualmente a banda está à procura de uma editora.




Os ColdSpell disponibilizaram um novo vídeo para o tema Legacy, retirado do seu último trabalho, Frozen Paradise. A banda sueca entrará em estúdio durante o outono para gravar aquele que será o seu quarto álbum.



Um dos lançamentos mais quentes de 2015 é, sem dúvida, o novo álbum do power trio de metal alternativo Tang. O coletivo conhecido pela sua dual vocalização feminina apresenta ainda um convidado de peso – o lendário Dee Snider dos Twisted Sister que colabora no tema Reign Of Blood, um dos mais fortes do novo trabalho intitulado Blood & Sand. O vídeo do tema Crashing já está disponível.



Tiago Silvestre é um compositor que já anda nisto da música há alguns anos, mas só agora decidiu arriscar num projeto a solo. O single de apresentação chama-se Cavaleiros da Távola Redonda, mas o músico já se encontra a trabalhar no EP de estreia. No Youtube podem ver uma entrevista com o músico bem como uma interpretação do tema Frágil de Jorge Palma.



O álbum de estreia dos Affäire já tem nome: At First Sight e tem lançamento previsto para setembro. Foi gravado e misturado por Fernando Matias nos estúdios Pentagon AM, com masterização analógica nos Groove Room, em San Rafael, California. Antes disso, a banda vai regressar aos palcos este Verão, estreando ao vivo o line-up que já gravou At First Sight.



Depois de, em finais de 2013, se ter estreado com The Sky Over Brooklyn, João Martins prepara agora o seu segundo trabalho. O novo álbum está a ser criado por um grupo internacional de músicos e artistas visuais de diversas áreas e inclui jazz e choro brasileiros, ritmos folclóricos do nordeste do Brasil e influências de rock independente e RnB. A campanha de crowdfunding e pré-encomenda do disco decorre até ao dia 16 de julho e pode ser acedida aqui. João Martins é um pianista e percussionista que reside em Nova Iorque. Formado na Berklee College of Music, em Boston, e especializado em música brasileira, João Martins estudou/atuou com artistas brasileiros de renome (entre eles, Ivan Lins, Quênia Ribeiro e escolas de samba da Mangueira e Grande Rio) e tem tocado em diversos países.



Em Busca de Lemúria é o título do primeiro romance de Alexandre Cthulhu. Trata-se de um romance de ficção histórica ocorrido no início do Seculo XVII durante o reinado de D. Filipe IV. A narrativa centra-se numa epopeia colossal, levada a cabo por Alexandre o Ruivo, um jovem pirata obcecado pela desaparecida ilha de Lemuria. A bordo da Nau Santo Espíritu enfrenta diversas adversidades no mar, até encontrar essa ilha, onde ele acredita que se esconde um tesouro imensurável. O livro encontra-se à venda na página Amazon.





The Scam é o novo vídeo retirado de Dead But Not Forgotten, terceiro álbum dos Degreed lançado a 19 de junho via Sun Hill Production.





Turdus Merula é o disco de estreia dos Country Playground e será editado no próximo dia 20 de julho. Os concertos de apresentação confirmados para os próximos tempos são:
- 4 de Julho, Comboio de Lata, Marinha Grande
- 18 de Julho, Beat Club, Leiria
Turdus Merula é composto por 7 temas originais. Uma edição de autor feita em tempo record, entre maio e agosto de 2014. Desde então, tem estado na gaveta à espera de quem o editasse, ou para ser lançado apenas em formato digital pela banda. De disco na mão e à procura da melhor forma de o fazer chegar ao público, Rodrigo Cavalheiro e Fernando Silva chegaram até à Preguiça Magazine que decidiu editar o álbum. De sonoridade rock com forte influência country, Turdus Merula resume-se em sete “canções de amor, de dor e lamento”, que homenageiam e se inspiram em Neil Young, Johnny Cash, Buffalo Springfield, Willie Nelson, Towns Van Zandt, entre outras entidades do universo country que, com Turdus Merula, se assume em formato eletrificado. Os Country Playground são uma banda recente, têm apenas um ano de existência mas os membros andam há muito nas lides do rock’n’roll. Rodrigo Cavalheiro, baterista e vocalista dos Born a Lion, e Fernando Silva, ex-guitarrista dos leirienses e extintos Canker Bit Jesus, juntaram-se para fazer aquilo a que, em tom de brincadeira, chamam electric farmer rock. Confiram o vídeo do tema Grandpa’s Grave.



Os melodic rockers suecos Miss Behaviour já trabalham no seu quarto álbum, ainda sem título definido, mas que deverá estar nas lojas no outono. A banda está em estúdio com o produtor Patrik Magnusson (Crashdiet, Mick Mars, Ace Wilder). Os Miss Behaviour assinaram recentemente pela Sun Hill Production, casa de nomes como Soto, Jeff Scott Soto, Talisman, ColdSpell, Reach, Night By Night e Degreed.



Letters From Far Away é o nome do novo trabalho do pianista/compositor Heidi Breyer, aqui com a colaboração de Will Ackerman. Um trabalho composto dos dois CD’s – um com um trabalho a solo de piano e outro com subtis arranjos de piano com violoncelo, violino, saxofone, trompete, trombone, baixo e guitarra.




A Deadline Music prepara-se para prestar homenagem a um dos mais importantes nomes do hard rock clássico. Falamos dos Axe, banda nascida em 1978. Rock‘n’ Roll Party In The Streets – The Best Of é o nome do duplo CD retrospetivo da longa carreira dos Axe e que reúne 36 temas da clássica banda.




Uma nova banda nasceu juntando músicos com créditos firmados. Senão reparem: Csaba Zvekan (Exorcism, Metal Machine) nos vocais, Joe Stump (Exorcism, Holy Hell) nas guitarras, Marc Cross (Tainted Nation, ex-Firewind, ex-Helloween) na bateria, Maestro Mistheria (Vivaldi Metal Project, Mistheria) nos teclados/hammond e Andreas Passmark (Royal Hunt) no baixo. O nome da banda: Tower Of Babel. E uma demo de Dragon Slayer foi já avançada.

Review: Survival Of The Fittest (Blackwelder)

Survival Of The Fittest (Blackwelder)
(2015, GoldenCore Records/ZYX Music)
(5.6/6)

Sim, definitivamente este é mais um supergrupo. Os Blackwedler foram fundados pelo guitarrista Andrew Szucs dos Seven Seraphim que recrutou um ilustre conjunto de instrumentistas com créditos firmados no cenário de peso mundial – Aquiles Priester, Bjorn Englen e Ralf Scheepers. Desde logo garantida está a qualidade técnica. Mas em Survival Of The Fittest, primeiro trabalho do projeto, há muito mais que simples capacidade técnica. O quarteto destila um conjunto de 10 temas de poderosos power metal cheio de ganchos melódicos e impregnado de elementos prog e neoclássicos. Aquiles Priester apresenta um trabalho com um poder e dinamismo formidáveis, Andrew Szucs exibe-se a um nível estratosférico com a sua guitarras com riffs poderosos e altamente criativos e solos de nível técnico impressionante; Bjorn Englen desempenha um trabalho coerente para a manutenção de todo o poder da secção rítmica e, simultaneamente, ajudando as guitarras na sua estrutura e Ralf Scheepers, como sempre nos habituou, no seu registo rasgado, sendo capaz de introduzir melodia/emotividade e, logo a seguir, entrar por campos mais agressivos sem vacilar. São todos músicos de topo e altamente experientes e isso nota-se na abordagem que fazem a este conjunto muito homogéneo de temas velozes, fortes e melódicos, naturalmente numa linha Angra/Gamma Ray/Yngwie Malmsteen/Iced Earth e muitas vezes enriquecidos com inteligentes e perspicazes breaks. O sensacional lead introdutório de The Night Of The New Moon é o sinal efetivo que, daí para a frente, muita coisa boa irá acontecer. O que se vem a verificar numa intensa e envolvente viagem de quase 50 minutos de genuíno power metal que, sem esquecer as regras ditadas pelos mestres, consegue inovar e mostrar-se perfeitamente atualizado.

Tracklist:
01. The Night Of New Moon
02. Spaceman
03. Adeturi
04. Freeway Of Life
05. Inner Voice
06. With Flying Colors
07. Remember The Time
08. Play Some More
09. Oriental Spell
10. Judgement Day

Line-Up:

Ralf Scheepers – vocais (PRIMAL FEAR, ex-GAMMA RAY)
Andrew Szucs – guitarras (SEVEN SERAPHIM)
Bjorn Englen – baixo (DIO DISCIPLES, ex-YNGWIE MALMSTEEN)
Aquiles Priester – bateria (PRIMAL FEAR, HANGAR, ex-ANGRA)

Internet:

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Review: Jimmy McIntosh And... (Jimmy McIntosh)

Jimmy McIntosh And… (Jimmy McIntosh)
(2015, Arizona Club Records)
(5.7/6)

Sucessor do álbum de 2006 intitulado Orleans To London, Jimmy McIntosh (nasceu no Brasil, mas cedo se mudou para Temperance, Michigan) finda este longo jejum de 9 anos com o álbum Jimmy McIntosh And… um disco que como facilmente se percebe junta o guitarrista a uma série de convidados mais ou menos conhecidos, mas todos de elevado virtuosismo. O mais mediático será Ronnie Wood guitarrista dos Rolling Stones que aqui divide os solos em algumas canções. Por falar em dividir solos, refira-se que os empolgantes diálogos entre guitarras/órgão/piano/contrabaixo são do que melhor este disco tem. Jimmy McIntosh And… apresenta um conjunto de 12 canções instrumentais e que vivem bastante do virtuosismo dos executantes e da sua capacidade de improvisação. Jazz/fusão é basicamente o que aqui é tratado. Com uma costela de blues mais acentuada em temas como a introdução Slow Blues (apenas com as guitarras de McIntosh e Wood) e principalmente no sensacional I Gotta See com um enorme trabalho do saxofonista Albert Wing. Mesmo num tema intitulado PM Blues, a espinha dorsal é fortemente jazzística com o contrabaixo de Dan Lutz a brilhar com um desempenho irrepreensível numa faixa de puro devaneio de exploração e improvisação. Já falamos de alguns músicos, mas falta uma palavra para o homem que cria magia no órgão e piano – Ivan Neville e para um assombroso baterista que é Toss Panos. Portanto, instrumentista de eleição reúnem-se para fazerem o que melhor sabem fazer que é tocar. Deixam espaço para a sua criatividade, libertam-se e criam um disco envolvente e empolgante. Não existe muita musicalidade nem melodias orelhudas, porque esses parâmetros são criados sempre em modo solo. Mas existe uma grande entrega, um grande virtuosismo e uma enorme capacidade empolgar. Também é importante.

Tracklist:
1.      Slow Blues
2.      The Logue
3.      Letsco
4.      Ju Ju
5.      PM Blues
6.      Sophisticated Lady
7.      Lavona’s Boogie
8.      I Gotta See
9.      Demon
10.  32 20 Blues
11.  Back2Cali
12.  Fast Blues

Line-Up:
Jimmy McIntosh – guitarras
John Scofield – guitarras
Mike Stern – guitarras
Ronnie Wood – guitarras
Ivan Neville – piano, órgão
Toss Panos – bateria
John Humphrey – baixo
Keith Hubacher – baixo
Dan Lutz – contrabaixo
Albert Wing – saxofone tenor

Internet:

Edição: Arizona Club Records

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Playlist Via Nocturna 25 de junho de 2015


Review: Jukehouse Revival (The Statesboro Revue)

Jukehouse Revival (The Statesboro Revue)
(2015, Blue Rose Records)
(5.8/6)

Os The Statesboro Revue já são nossos conhecidos desde o sensacional disco Ramble On Privilege Creek. Dois anos se passaram, a banda andou pela Europa em tournée e regressa com um novo disco. Ponto em comum com o anterior: a superior qualidade das grandes canções orgânicas e honestas que apresenta. Ponto de afastamento: menos rockeiro e mais tradicionalista – leia-se mais orientado para um delta blues, um blues de cariz rural, algum soul e funk e até muita country music. Referências fortes em Jukehouse Revival são a intensa utilização de elementos acústicos, da slide guitar e do honky tonky, complementados a espaços pelo violino e pela harmónica. Uma brilhante forma de manter bem vivas as tradições e as raízes da música texana, donde são originários os The Statesboro Revue e perpetuar nomes como The Allman Brothers ou Creedence Clearwater Revival. Agora, sinceramente, e sem nos alongarmos muito, simplesmente deixem-se envolver e conduzir pela beleza e emoção de temas como Every Town, Undone, Tallahassee, Roll On Mama, Like The Sound, Honkytonkin’ ou Satisfied. Meus amigos, isto é apenas coisa: MÚSICA!

Tracklist:
1.      Bedroom Floor
2.      Every Town
3.      Undone
4.      Tallahassee
5.      Roll On Mama
6.      Count On Me
7.      Like The Sound
8.      Honkytonkin’
9.      Satisfied
10.  Go Down Slow
11.  Last Ramble

Line-Up:
Stewart Mann – vocais, guitarra acústica, harmonica
Garrett Mann- guitarra elétrica
Ben Hussey – baixo
Kris Schoen – bacteria
Travis Bishop- teclados
Cody Luster- violino, pedal steel
Steel Bonnie Riley- violin

Internet:

Edição: Blue Rose Records