sexta-feira, 1 de Agosto de 2014

Entrevista: Jay Smith

Em 2010 o seu álbum homónimo atingiu a marca de platina na Suécia, pelo que o regresso de Jay Smith era aguardado com bastante expetativa. Até porque é um dos nomes mais fortes da atual geração de vocalistas do seu país. E, de novo, sem impor limites à sua criatividade apresenta outro soberbo trabalho na forma de King Of Man. Fomos perceber, junto do vocalista sueco, o que mudou desde a sua estreia e o porque de tanto tempo em silêncio.

Viva Jay! Obrigado por nos concederes esta entrevista. Novo álbum para fora e, naturalmente, deves estar satisfeito. Qual é o sentimento geral?
É bom ter tido tantas boas reações na Europa e espero poder sair em tournée no final do outono.

Passaram-se quatro anos desde a tua estreia. O que fizeste durante este tempo?
Estive na estrada, a tocar e a compor música. E a gravar quando achava que era o melhor momento.

Após as excelentes reações ao álbum Jay Smith, este longo período foi bom para cortar qualquer tipo de pressão que pudesse existir?
Eu acho que quando se trata de lançar um álbum há sempre pressão, mas porque o álbum demorou tanto tempo a ser feito, agora que foi lançado sinto alívio. Pelo menos já cá está fora.

Como foi a preparação para este álbum, desta vez?
Eu queria que ele tivesse um tipo de vibração bluesy, mas como eu disse: foi muito tempo para a sua realização. Por isso, tornou-se uma viagem, tanto na minha vida privada com na música. E acho que é por isso que o álbum é tão variado.

E de onde vem toda essa inspiração?
A maioria das músicas são coescritas e por isso recebo a minha inspiração das pessoas com quem trabalho. Eu tenho uma ideia e, geralmente preciso de alguém para me ajudar a quebrar o código para a transformar numa canção. As letras são tiradas diretamente das minhas próprias experiências e sentimentos pessoais.

Quem são os músicos que tocam contigo em King Of Man?
A maior parte foi especialmente o coprodutor do álbum Richard Larsson, que toca teclados. Depois trabalhei com alguns grandes músicos como Linus Blad que toca baixo, Rob Young na bateria e Pelle Holmberg na guitarra. Mas houve muito mais pessoas envolvidas e quero agradecer-lhes mesmo que os não tenha mencionado acima.

Porquê um título como King Of Man?
Bem, excetuando Cowboys From Hell, King Of Man é o único tema do álbum que não foi escrito por mim. Foi escrito por Richard Larsson e Alexander Schele. Ouvi uma demo, apaixonei-me por esse tema e quis colocá-lo no álbum. E senti que seria um título fixe… algo para fazer as pessoas pensarem...

A produção esteve a cargo do vencedor de um Grammy Dan Sundquist. Como se proporcionou essa colaboração e qual foi o seu input na tua música? 
Fomos apresentados por um amigo em comum e decidimos trabalhar juntos. Ele deu uma grande força nos arranjos… ele sabe o que faz.

Já foram retirados três singles de King Of Man. Todos muito bem-sucedidos, suponho...
Muito bem-sucedidos pode ser um exagero! Mas sim, têm sido bem recebidos pelos meus fãs...

És ainda um nome jovem na área, mas até onde achas que podes ir no futuro? Quais são os teus objetivos?
Espero ser ouvido e obter algum reconhecimento. Quero percorrer o mundo!

Há alguma coisa planeada para levares King Of Man para a estrada?
Vou estar na Alemanha em outubro e espero que também no Reino Unido.

Bem, Jay, muito obrigado! Foi um prazer conversar contigo. Queres acrescentar mais alguma coisa?
Gostaria de agradecer a todos os que vêm aos meus concertos e todos os meus fãs espalhados por aí. Há mais para vir… 

quinta-feira, 31 de Julho de 2014

Playlist 31 de julho de 2014


Review: Maldita (Mente) (Inkilina Sazabra)

Maldita (Mente) (Inkilina Sazabra)
(2014, Dicepeca Records)
(4.5/6)

Aquilo que começou como uma curiosa junção dos ritmos maquinais de Carlos Sobral com os poemas e voz de Pedro Sazabra cresceu de uma tal forma que já é um dos projetos mais interessantes do cenário nacional, atingindo já a marca do terceiro álbum. Maldita (Mente) tem muito do que eram os Inkilina Sazabra. A sua imagem de marca, portanto. Ritmos maquinais, letras fortes, pesadas e densas que ganham ainda mais vida pela forma também intensa como o seu autor as liberta de dentro de si, numa forma mista de spoken word e tentativa de cantar. Mas agora apresentam algo mais: a densidade rockeira acentuou-se e fortes riffs de guitarra surgem bem estruturados e equilibrados com a maquinaria e com os ritmos quase belicistas. Pelo menos na primeira metade do disco é bem notória esta nova abordagem. Maldita (Mente) é já apontado como o melhor álbum do coletivo. Poderá ser, embora haja ainda muito para descobrir dentro desta rodela maldita que não se esgota numas audições rápidas. Mas o que já é indesmentível é a evolução que os Inkilina têm tido de álbum para álbum desde o seu início. E o que também é indesmentível é a capacidade de o quarteto tem demonstrado para sucessivamente se ir reinventando sem ter, necessariamente, de cair na tentação de repetir a fórmula do sucesso. E isso mais uma vez isso fica provado em Maldita (Mente).

Tracklist:
1.      Maldita (Mente)
2.      Oiço Conselhos Demais
3.      Desejo Maldito
4.      Sê Maldito
5.      Aos Mortos
6.      Capitalista Animal
7.      Não Queiras Como Amigo
8.      Mesquinho
9.      Lado Negativo
10.  Psico
11.  Vejo a Tortura
12.  Ao Longe
13.  E Se For Amor?

Line-up:
César Palma – guitarras
Pedro Sazabra – vocais
Carlos Sobral – bateria
Paulo Dimal - teclados

Internet:

Edição: Dicepeca Records

quarta-feira, 30 de Julho de 2014

Entrevista: Spencer Day

O aclamado cantor/compositor Spencer Day está de regresso com o seu 5º álbum, primeiro em edição independente em sete anos. O músico que nos confidenciou gostar muito de falar português, abordou a criação e lançamento de Daybreak e deixou em aberto a possibilidade de vir à Europa, Portugal incluído.

Olá Spencer e obrigado por esta oportunidade. Daybreak é o teu novo álbum, uma coleção de alguns originais e algumas covers. Poderíamos começar precisamente por aí: porquê a decisão de incluir este conjunto de versões?
Já não fazia versões nos meus álbuns há alguns anos. Depois, tinha algumas versões que admirava e que queria apresentar de uma forma original e única.

E como escolheste as canções que querias apresentar como versões?
Normalmente, quando estou inspirado durante um período, escrevo canções originais que surgem dessa inspiração. As covers de Daybreak trazem de volta memórias felizes para mim e adoro o clima dos anos 60.

Sendo este já o teu quinto álbum, como o comparas com os teus anteriores?
Acho que é mais up-tempo, mais pop e menos jazz. Se calhar tive mais controle sobre a gravação e a produção do álbum. Tendo mais controle fui capaz de trabalhar com grandes músicos e amigos e produzir o álbum de forma mais rápida, com um orçamento menor.

Uma das diferenças é que Daybreak é o teu primeiro lançamento independente em sete anos. Os dois últimos álbuns tinham sido lançados pela editora Concord/Jazz. Porque essa opção?
Decidi ir de forma independente devido aos timings. Ainda tenho boas relações com a Concord, e posso até voltar a trabalhar com eles num futuro próximo, mas, desta vez, estava muito animado para fazer um álbum independente. Abracei completamente o processo.

Podes apresentar os músicos que tocam contigo neste álbum?
Trabalhei com tantos músicos talentosos de Los Angeles, Califórnia, em Daybreak! Trabalhei com o meu amigo de longa data e baixista Erik Kertes. Ele co-produziu o álbum comigo. Toquei com o guitarrista John Storie durante anos. Os backing vocals são de Rayne Dee e Kathlene Grace. Um dos meus dias favoritos de gravação foi com os músicos da Budman Levy Orchestra. Escrevi canções com Cliff Goldmacher. Ele tocou cavaquinho em Daybreak. Matt Mayhall na bateria, Brett Farkas na guitarra, Alan Chang no piano e Paul Cartwright no violino. Grandes músicos e grandes pessoas! Não poderia ter feito isso sem todos eles!

E deixa-me dizer-te que a secção de metais está espetacular! Como foi trabalhar com a Budman Levy Orchestra?
Jeremy Levy da Budman Levy Orchestra fez os arranjos. Jeremy tocou trombone, Alex Budman tocou saxofone e Jamie Hovorka tocou trompete.

Missing Tonight é o primeiro single. Porque a escolha desta música? Há ideias para mais algum single?
Sim, iremos lançar outro single. Escolhi Missing Tonight porque faz a ponte entre o jazz e o pop. Os hits de rádio de The Mystery Of You e Vegabond tinham elementos de ambos, por isso combinei-os e criei Missing Tonight.

E tem sido um sucesso. Esperavas tal?
O que aprendi neste processo é não esperar nada. Pode ser um desafio, mas realmente tento não ter expetativas. Agora, vendo o sucesso de Missing Tonight, faz-me sentir muito agradecido.  

Daybreak foi lançado física e digitalmente em todo o mundo, mas antes disso, houve um lançamento direct to fans. Em que consistiu?
Fizemos isso porque tivemos que adiar a data de lançamento físico. E uma vez que hoje em dia a música está mais disponível na forma digital lançamos o álbum para os fãs na data de lançamento inicialmente prevista.

Tens algum vídeo retirado de Daybreak?
Estou a trabalhar em dois novos vídeos para Daybreak. Estamos em conversações com um aclamado realizador de vídeos musicais de Nova Iorque. Isso é tudo que posso dizer de momento. Por favor, fiquem atentos!

Como estamos em termos de tournées para promover Daybreak? Alguma coisa prevista para a Europa?
Atualmente tenho tido muitos espetáculos nos EUA. Também estive em Mallorca, pela primeira vez. Adoraria voltar a Espanha e também atuar em França e Itália. Vou fazer um evento privado em Praga neste verão e espero ter mais espetáculos futuros na Europa.

Bem, foi um prazer conversar contigo. Queres acrescentar mais alguma coisa para os nossos leitores ou para os teus fãs?
Gostaria de dizer obrigado! Obrigado por esta entrevista! Estou animado com os meus próximos projetos, em continuar a tournée de apoio ao meu novo álbum Daybreak e viajar mais, espero que para Portugal! O português é uma das minhas línguas favoritas para falar. Paz e amor. 

terça-feira, 29 de Julho de 2014

Review: Tibetan Monk (Domadora)

Tibetan Monk (Domadora)
(2013, Independente)
(5.9/6)

De repente somos assaltados por um turbilhão musical que vai arrastando tudo na sua frente. Não chega a três minutos, mas é suficiente para espalhar lava, fumo e fogo por toda a envolvente. Falamos de Tibetan Monk tema de abertura e que dá nome ao trabalho dos Domadora, banda de Paris. Daí para a frente seremos esmagados por múltiplas paisagens de stoner, doom, rock, psicadelismo. Uma impressionante viagem que começa em Jimi Hendrix e acaba onde só a clarividência e imaginação do trio permite que acabe. Três temas acima dos 10 minutos, outro próximo. Tempo suficiente para o trio desenvolver a sua brutal capacidade de improvisação, a sonoridade altamente distorcida, os longos solos de guitarra, os ritmos e contra-ritmos, os tempos e contra-tempos, as percussões alucinogénias, a fumacenta cacofonia, o psicadelismo, a fusão e a… genialidade! Tempo em que as canções crescem e respiram densidade e riffs blacksabbathianos. Pelo meio, apenas um tema cantado – Chased And Caught – mais easy listening embora mantendo a sua capa stoner/doom bem acentuada. Tibetan Monk é um disco verdadeiramente desconcertante, brilhante na forma e no conteúdo, impressionante na construção e desconstrução de estruturas assumidamente retro e vintage. Obrigatório descobrir. Obrigatório conhecer. Obrigatório possuir!

Tracklist:
1.      Tibetan Monk
2.      Ziggy Jam
3.      Naïroya
4.      Chase And Caught
5.      The Oldest Man On The Left
6.      Domadora Jam
7.      Wild Animal Skin

Line-up:
Belwill – guitarras, vocais
Gui Omm – baixo
Karim Bouazza – bateria

Internet:

segunda-feira, 28 de Julho de 2014

Entrevista: AOR


Frédéric Slama continua a inspirar-se na cidade dos anjos (Los Angeles) para criar música. O seu projeto AOR atinge com L. A. Connection a marca de 13 álbuns. Verdadeiramente notável, como notável é a lista de convidados que sempre têm acompanhado o francês. Via Nocturna foi entrevistar este simpático e muito bem-disposto multi-instrumentista, a respeito de L. A. Connection acabando a conversa por fluir para o mundo do AOR/rock melódico em geral.  
                                                     
Olá Frédéric! Obrigado pela tua disponibilidade. 13 º álbum cá fora. Como te sentes? É o teu álbum de sorte?
Olá Pedro! Fico feliz em responder a estas perguntas para o teu grande blog. Estou muito feliz com este novo álbum, que é o número 13 em 15 anos. Comecei o projeto AOR em 2000 e sinto que L.A. Connection é, sem dúvida, um dos meus melhores discos de sempre com um monte de grandes cantores.

Desta vez, diz o comunicado de imprensa, entras em campos mais pesados. Era a tua intenção desde o início?
Sim, eu queria ter um álbum de rock mais melódico do que nunca. Nos últimos seis álbuns, coloquei o estilo Westcoast de lado para ser mais Rock. Com este novo CD era minha intenção ser mais pesado do que o normal e seguir os caminhos de bandas como Giant ou Survivor!

Muitos vocalistas estão contigo neste disco, nada mais nada menos do que um para cada canção. Como foi a seleção desses vocalistas?
Quando escrevo uma canção tenho uma ideia concreta de que tipo de voz poderia encaixar nela. Não há mais que 2 ou 3 cantores, de cada vez, que poderiam caber em cada canção. Depois tento ver quem está disponível e ver se eles estão interessados no meu novo projeto (e normalmente estão). (risos)

Foi uma tarefa fácil encontrá-los todos disponíveis?
Não, às vezes tenho que esperar meses e meses para que eles estejam disponíveis. É por isso que comecei a trabalhar neste álbum, mesmo antes do lançamento do álbum anterior. Às vezes pode demorar 2 ou 3 anos para conseguir obter o cantor certo. Portanto, é preciso ter muita paciência!

Na parte instrumental, Tommy Denander foi o teu "maestro", não?
Tommy é um dos melhores guitarristas do mundo e um grande amigo meu. Ele é um mestre da guitarra, por isso muitas vezes é melhor deixá-lo tocar os seus longos solos, porque ele é o mestre da guitarra AOR! (risos)

Por isso tens tocado com ele nos últimos anos... grande equipa…
Sim, Tommy e eu trabalhamos juntos em 11 álbuns dos AOR ao longo dos últimos 12 anos. Ele também me ajudou em canções de outra produção minha, Chasing Violets e outras coisas. Agora é parte da equipa dos AOR e posso contar com ele sempre! Decidimos gravar juntos 100 álbuns de AOR! (risos)

Mas tu próprio e outros músicos também tocam…
Sim, toquei bastantes guitarras e teclados e houve outros grandes músicos que tocaram neste álbum com quem já tinha trabalhado antes como Colin Rodgers ou Pat Thern entre outros. Mas houve menos músicos do que em álbuns anteriores porque Tommy e eu fizemos quase tudo.

E mais um álbum sob o tema L.A. Tu realmente amas essa cidade?
Não, eu odeio essa cidade! (risos) Não, estou a brincar, é claro! Los Angeles é uma cidade fabulosa onde tudo é possível e onde Westcoast, AOR e Melodic rock ainda vivem. Podes encontrar lá os melhores músicos do mundo pelo que esta cidade é fascinante para mim.

O estilo AOR parece estar de novo em alta. Sentes isso? Tens acompanhado alguma banda nova? Existe alguma que gostes particularmente?
Sim, ouço muitas bandas e compro muitos discos todos os meses. Existem muitas bandas novas como Chasing Violetas (risos), Seven, Angelica, WET, Lionville, Diesel, Vega, White Widdow, Seventh Key e tantos outros. Por exemplo, adoro o novo álbum de Overland, o novo CD dos Alien ou o novo Impera e caixa de Radioactive do meu amigo Tommy Denander.

Haverá alguma oportunidade de levares L.A. Connection aos palcos?
Espero que sim, mas não vai ser fácil ter todos estes grandes músicos, ao mesmo tempo, portanto, não antes de 2015.

E quais serão esses músicos que te acompanharão?
Para os cantores ainda não sei, mas haverá membros dos Hardline, Lionville, Alien e Tommy Denander nos músicos. No caso dos vocalistas vai depender das suas disponibilidades.

Bem, foi um prazer conversar contigo. Queres acrescentar mais alguma coisa para os nossos leitores ou para os teus fãs?
Foi muito bom falar contigo. Obrigado pelas tuas grandes questões e espero que os leitores tenham tempo para ouvir e comprar o meu novo CD dos AOR que é realmente o melhor que fiz nos últimos anos! Obrigado pelo teu apoio e keep on rocking meus amigos!

domingo, 27 de Julho de 2014

Flash Review: Vigilante (Planet Of Zeus)

Álbum: Vigilant
Artista: Planet Of Zeus
Ano: 2014
Origem: Grécia
Género: Southern/Stoner Metal
Classificação: (3.8/6)
Pontos Fortes: Southern rock-boogie; groove da secção rítmica
Highlights: The Great Dandolos, A Girl Named Greed, No Tomorrow
Para fãs de: Moustache, Clutch, Truckfighters, Monster Magnet

Tracklist:
1.      The Great Dandolos
2.      Second Coming
3.      A Girl Named Greed
4.      Burn This City Down
5.      Tornado
6.      No Tomorrow
7.      Vigilante
8.      Sky High Heels
9.      Disappointment Blues
10.  The Best Within

Line-up:
Babis – vocais e guitarras
JayVee – baixo
Yog – guitarras
Syke - bateria

Noticias da Semana

Os lendários músicos Jon Anderson (vocalista original dos Yes) e Jean-Luc Ponty (pioneiro na utilização do violino no jazz rock) uniram forças na criação de um novo projeto musical: a The Anderson Ponty Band. Com o duo estão Jamie Dunlap nas guitarras (conhecido pelas suas composições para filmes), Wally Minko nas teclas (virtuoso que tem tocado com Pink, Toni Braxton e Tom Jones), Baron Brown no baixo (já tocou com Steve Smith, Billy Cobham e Jean-Luc Ponty) e Rayford Griffin na bateria (antigo membro, entre outros, de Michael Jackson). A banda tem estado a escrever novos temas nos últimos três meses para um álbum que se prevê venha a ser lançado no início de 2015.




A estreia de Tommy Bolin no seu mais importante coletivo, os Zephyr, álbum lançado em 1969, será alvo de uma reedição pela Purple Pyramid a 5 de agosto deste ano. Uma edição limitada a 2000 cópias de uma luxuosa caixa de 3CD já tinha sido lançada em maio e já se encontra esgotada.




As editoras Cleopatra Records e Rocker Records (de Carmine Appice) juntaram-se para a edição de raras gravações de estúdio e ao vivo dos Cactus, Tim Bogert & Carmine Appice e Pat Travers & Carmine Appice. Dos Cactus (banda que ficou conhecida como os Led Zeppelin Americanos) trata-se dos álbuns An Evening In Tokyo (concerto gravado no final de 2012), Live In The USA (duplo CD gravado em Nova Iorque em junho de 2006 no seu concerto de reunião) e TKO Tokyo – Live In Japan (duplo CD com DVD gravado ao vivo em 2012). De cooperação de Carmine Appice com Tim Bogert (Bogert & Appice) é o álbum Friends e com Pat Travers (Travers & Appice) o álbum Live In Europe, gravado em 2004.


Os franceses Domadora têm estado muito ocupados nos últimos dias a gravar a sua nova demo que será lançada, em formato digital, por volta de setembro. Entretanto, a banda aproveita para apresentar o seu mais recente elemento: trata-se do baterista Alex que já gravou dois temas (Devil’s Sad Eyes e Bacchus Grapes).




Depois de, na semana passada, termos referido o regresso dos doomsters Black Moth com Condemned To Hope, fica aqui agora o respetivo artwork numa espantosa criação de Roger Dean. Condemned To Hope tem data de lançamento agendada para 15 de setembro via New Heavy Sounds.



8 de setembro é a data apontada para o lançamento, há muito aguardado, da estreia dos Skyscraper. O seu título é Elevation e tem edição a cargo da Ghost Dancer/Cargo Records.



Os The New Jacobin Club, sexteto de punk rock cabaret, preparam-se para lançar o seu nono álbum, Soldiers Of The Mark a 2 de setembro. O primeiro single Champagne Ivy já está disponível.



Os Sticky Boys apresentaram mais um tema do seu próximo álbum Make Art com data de lançamento agendada para 29 de setembro, via Listenable Records. Trata-se de Mary Christmas e pode ser ouvido no site da Hard Force.

A Audio Fidelity irá reeditar em SACD o álbum Super Sessions que conta com a participação de Al Kooper, Steven Stills e Mike Bloomfield. Este álbum foi concebido como uma jam session com Al Kooper (A & R da Columbia Records, ex- Blood, Sweat & Tears) nos teclados, Mike Bloomfield (The Butterfield Blues Band) na guitarra, o veterano músico de estúdio e membro dos Wrecking Crew, Eddie Hoh na bateria e Barry Goldberg, também nos teclados. Bloomfield esteve disponível no primeiro dia de gravações e registou o lado A do disco (temas 1 a 5); Para o segundo dia, Kooper trouxe o guitarrista dos Buffalo Springfield Steven Hills que gravou os restantes temas. Super Session tornou-se um clássico e vendeu mais de um milhão de exemplares.

A espera terminou! Aí está, finalmente, o novo vídeo dos Lucid Dreams. Trata-se de For Your Love, tema retirado do álbum homónimo dos noruegueses.