Escape Music

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quinta-feira, 30 de Outubro de 2014

Playlist 30 de outubro de 2014


Review: Out Here (Cody Beebe & The Crooks)

Out Here (Cody Beebe & The Crooks)
(2014, Independente)
(5.3/6)

A primeira referência a ser notada (para além do nome, claro!) é a origem deste coletivo: Seattle – a terra onde o grunge nasceu. E mesmo que a banda ainda cite os Pearl Jam como influência, parece-nos que essa é mesmo muito subtil. A abrir Out Here promete muito rock, muito hard rock mesmo, com as guitarras bem distorcidas. Mas o quinteto acaba por evoluir e por não se prender muito tempo em nenhum género. Daí para a frente pode ouvir-se rhythm ‘n’ blues, soul, funk e swing, tudo cruzado com americana e roots-country. Ah! E rock, claro! Para isto tudo resultar minimamente ocorre o recurso a uma série de argumentos que passa pela inclusão de violinos, hammond, saxofone, trompete, voz feminina, elementos acústicos. O resultado? Um disco suficientemente rico, equilibrado e diversificado com um conjunto de agradáveis surpresas e bastante emotividade. E que atinge os momentos mais altos em temas como Dangerous (é realmente brilhante!), Out Here (aquele piano parece ter saídos dos Supertramp!), Bitter Run e Sweep (emocionalmente muito fortes). Nesta altura a banda encontra-se a preparar o sucessor deste Out Here, sendo certo que os espera uma tarefa importante para se superarem a si próprios.

Tracklist:
1.      Alleyway
2.      Hold The Line
3.      Never Too Young
4.      Circle
5.      Dangerous
6.      Out Here
7.      Bitter Run
8.      I’ll Get Mine
9.      Anvil
10.  Sweep
11.  Counting Sheep
  
Line-up:
Cody Beebe – vocais, guitarras
Aaron Myres – piano, órgão, teclados e sax alto
Eric Miller – baixo e guitarra
Joe Catron – percussão
Chris Green – bateria

Convidados:
Fysah – vocais
Ty Paxton – harmónica
Greg Floyd – guitarra solo
Tim Snider – violino
Andrew Vait – backing vocals
Pauline Wick – backing vocals
RL Heyer – guitarra e lap steel
Tommy Simmons – backing vocals
Skyler Mehal – guitarra solo
Daniel Kamas – backing vocals
David Miner – sax tenor
Blake Noble – didgeridoo
Steve O’Brien – trompete

Internet:

quarta-feira, 29 de Outubro de 2014

Entrevista: Choque em Cadeia

São jovens. Mas os argumentos que apresentam são de peso. Falamos dos Choque em Cadeia e do seu refrescante álbum de estreia Pés na Estrada. Mais uma interessantíssima revelação neste ano de 2014. Por isso, quisemos conhecer um pouco melhor o quarteto lisboeta que se reuniu para nos saciar a curiosidade.

Olá pessoal! Obrigado pela vossa disponibilidade. Quem são os Choque em Cadeia?
Luís Lança de Morais na bateria, João Costa na guitarra solo, Manel Parreira no baixo e Carlos Noronha na voz e na guitarra.

O que vos motivou a criar este projeto?
Decidimos criar a banda quando tínhamos 13 anos porque queríamos fazer a nossa própria música, no fundo, a música que gostávamos de ouvir mas que achávamos que ainda não existia. Por outro lado, desde cedo que nos apercebemos que era coletivamente que o poderíamos fazer da melhor maneira e por isso juntámo-nos, começámos a tocar e fomos gostando cada vez mais e banda foi se tornando cada vez mais importante para nós.

Que nomes ou movimentos mais vos influenciaram ou influenciam nesta vossa caminhada?
Musicalmente, as nossas influências assentam muito no movimento Rock‘n’Roll, que tem como pais os Rolling Stones e que tem sido passado de geração em geração através de bandas como os Black Crowes ou os Strokes, que também são influências importantes para nós. No fundo, é o lado do Rock mais groovie, mais cru e com um toque de Blues muito importante. Em termos de letras, neste disco, está muito presente a influência do ambiente da estrada do Dylan, da viagem sem destino, da boémia e da festa. Mas também está presente o espírito da denúncia e da crítica social, muito influenciado pela vida quotidiana e pelas notícias.

Já tinham tido outras experiências noutros projetos? Dentro da mesma linha musical orientadora?
Ao longo do tempo fomos tocando com outras pessoas e alguns de nós já fizeram parte de outras bandas mas nunca foram projetos comparáveis a este que temos agora com os Choque em Cadeia. De qualquer maneira, e ainda que tenhamos aprendido muito uns com os outros e tenhamos limado melhor o nosso som, já tínhamos definido, antes de começarmos a tocar juntos, que a melhor maneira de nos expressarmos era o Rock. Sendo todos autodidatas, acabámos por encontrar no espírito do Rock’n’Roll a melhor forma de nos expressarmos, e no fundo foi isso que nos juntou.

Porquê Choque em Cadeia! Algum significado?
Não existe grande história por trás do nome, simplesmente surgiu essa ideia e foi ficando. Agora já nos habituámos…

Recentemente lançaram o primeiro longa duração, Pés na Estrada. Como o descreveriam?
É sempre difícil para nós descrever música, mas podemos dizer que é um bom álbum de Rock’n’Roll, com bastante groove, com um toque importante de Blues e, sobretudo, muito sentido e espontâneo. Quando nós estamos a escrever ou a gravar músicas tentamos sempre preservar a sua essência, porque achamos que isso é que é realmente importante. Outro aspeto importante no disco são as letras, que acabam por ser uma parte muito importante das músicas e às quais achamos que vale a pena dar atenção porque transmitem mensagens que mostram bem a forma de estar e atitude da banda.

Precisamente, é interessante a abordagem lírica, em jeito de contar histórias, numa linha Jorge Palma. É uma referência para vocês?
O Palma é sem dúvida uma referência para nós, sobretudo no que diz respeito às letras. Até porque achamos que ele é um dos melhores letristas portugueses. Mas as semelhanças que possam existir entre o nosso estilo e o dele também têm a ver com o facto de termos algumas influências em comum: desde o Dylan ao Lou Reed…

Um dos temas mais curiosos é Rockinho Mandado. Podem contar-nos como surgiu a ideia para desenvolver esse tema? A quem é “dedicado”?
Esse tema é o único do disco que não é original, é uma cover dos Sheiks. Gostámos dele pelo ambiente Rock’n’Roll que tem e pela letra, que é dedicada aos Rock doutores. Ou seja, aos críticos que dão muitas opiniões e se acham donos da verdade, mas que na maior parte dos casos não trazem nada de novo ao Mundo porque o que importa é a opinião do público. Parafraseando a letra da música, a única coisa que temos a dizer a todas essas pessoas é “Vão dar leis para outro lado!”.

Sendo ainda bastante jovens, acredito que tenham sido afetados por toda a crise vivida em Portugal. Pés na Estrada é uma resposta ao convite do Primeiro-ministro para se emigrar?
Não, até porque não damos assim tanta importância ao primeiro-ministro. A única relação que se pode fazer em todo o disco com esse “convite” é uma das frases do Deixa Rolar: “E o teu país não te deixa ficar”. De facto, achamos que esta vaga de emigração forçada não é justa e a nossa geração tem de fazer alguma coia contra isso rapidamente.

Deixa Rolar é o primeiro vídeo retirado do álbum. Porque a escolha deste tema?
Foi o tema que nos pareceu mais indicado para primeiro single por ter uma boa energia e uma boa letra. Achamos que define bem o estilo da banda e, mais importante que tudo, achamos que é uma boa música. De qualquer maneira já está na altura de lançar mais um single com vídeo e fá-lo-emos brevemente.

Sim, o álbum tem outros temas bastante fortes. Há, portanto, ideias para mais algum vídeo…
Sim, por enquanto estão pensados mais 3 vídeos, que iremos gravar dentro de pouco tempo e que esperamos que estejam disponíveis brevemente.

Este é um lançamento iPlay. Como se proporcionou o contacto com a editora?
Esta relação com a editora resultou de um acaso. Nós estávamos a gravar um EP e um dia apareceu no estúdio o nosso atual manager, que ainda não nos conhecia, que nos ouviu a gravar e ficou interessado na banda. Mais tarde, fez-nos uma proposta para trabalharmos com ele e para gravar um disco com mais temas do que um EP e com uma produção “a sério”. Depois a Iplay gostou do resultado do disco e decidiu editá-lo.

Que projetos e ambições têm para os Choque em Cadeia na música, mesmo que em outros projetos?
Nós agora queremos tocar o Pés na Estrada pelo país inteiro. Ainda estamos na fase de promoção e por isso é que ainda não começámos a tocar ao vivo. Estamos muito ansiosos para que cheguem os concertos e para ver a reação do público a este nosso primeiro disco. Achamos que vai resultar bem ao vivo, até porque somos uma banda muito virada para o palco e gravámos o disco a tentar que ele soasse ao máximo como o que soa nos concertos.

Então ainda não há muito agendado para os próximos tempos?
Brevemente vamos anunciar o concerto de apresentação do disco e a ideia é, depois disso, fazer uma digressão pelo país.

Mais uma vez obrigado! Querem deixar alguma mensagem?
Obrigado nós! Queremos dizer a toda a gente que ainda não nos conhece, que nos procure nos locais habituais e que oiça o nosso disco, de preferência bem alto!

terça-feira, 28 de Outubro de 2014

Review: Light My Fire - A Classic Rock Salute To The Doors (V/A)

Light My Fire – A Classic Rock Salute To The Doors (V/A)
(2014, Purple Pyramid Records)
(5.4/6)

É indiscutível que os The Doors foram uma das bandas mais marcantes de toda a história do rock e que influenciaram gerações e músicos dos mais diversos quadrantes. Portanto, todos os tributos são mais que justificados. Agora não é lá muito compreensível a mesma editora lançar dois tributos separados por um par de meses. O primeiro, um tributo mais psicadélico, vamos passar ao lado, e vamos dedicar-nos a este Classic Rock Tribute. Em 16 temas emblemáticos da banda de L.A., virtuosos membros dos Deep Purple, Foreigner, Yes, Rainbow, Mountain, Moody Blues, ELP e outros prestam a sua homenagem de uma forma sentida e… bem rockeira! E temas clássicos como Light My Fire, Riders On The Storm, Break On Through (To The Other Side), Love Her Madly, L. A. Woman ou People Are Strange, ganham uma nova vida e um novo significado com as roupagens aqui apresentadas que são capazes de inovar os temas sem nunca desvirtuarem os originais. E merece especial referência a junção de dois membros dos lendários Yes (Rick Wakeman e Steve Howe) com Ian Gillan (Deep Purple) no título que foi utilizado para batizar a obra: Light My Fire. O grupo californiano foi responsável por criar um som muito próprio, que pode ser classificado como o som de L. A.. Som esse que, ainda hoje, continua a ecoar no tempo e no espaço, tocando as novas gerações e mantendo bem acesa a chama dos The Doors. E se é verdade que a sua música viverá para sempre, não é menos verdade que tributos honestos e com versões de alta qualidade como estas, ajudam a manter bem alto o espírito da banda.

Tracklist:
1. L.A. Woman – Jimi Jamison (Survivor), Ted Turner (Wishbone Ash) & Patrick Moraz (Moody Blues)
2. Love Me Two Times – Lou Gramm (Foreigner), Thijs van Leer (Focus) & Larry Coryell
3. Roadhouse Blues – Leslie West (Mountain), Brian Auger & Rod Piazza
4. Love Her Madly – Mark Stein (Vanilla Fudge) & Mick Box (Uriah Heep)
5. Riders On The Storm – Joe Lynn Turner (Rainbow), Tony Kaye (Yes) & Steve Cropper (Booker T. & The M.G.’s)
6. The Crystal Ship – Edgar Winter & Chris Spedding
7. Intro (People Are Strange) – Keith Emerson, Jeff “Skunk” Baxter & Joel Druckman (John Fahey)
8. People Are Strange – David Johansen (NY Dolls) & Billy Sherwood (Yes)
9. Touch Me – Robert Gordon, Jordan Rudess (Dream Theater), Steve Morse & Nik Turner (Hawkwind)
10. The Soft Parade – Graham Bonnet (Rainbow), Christopher North (Ambrosia) & Steve Hillage (Gong)
11. Hello, I Love You – Ken Hensley (Uriah Heep) & Roye Albrighton (Nektar)
12. Spanish Caravan – Eric Martin (Mr. Big) & Elliot Easton (The Cars)
13. Alabama Song (Whiskey Bar) – Todd Rundgren & Geoff Downes (Yes / Asia) & Zoot Horn Rollo (Captain Beefheart)
14. Break On Through (To The Other Side) – Mark Farner (Grand Funk Railroad) & Chick Churchill (Ten Years After)
15. Light My Fire – Ian Gillan (Deep Purple), Rick Wakeman (Yes) & Steve Howe (Yes)
16. The End – Pat Travers & Jimmy Greenspoon (Three Dog Night)

Internet:

segunda-feira, 27 de Outubro de 2014

Entrevista: Los Waves

Os Los Waves são uma das grandes revelações do rock nacional. A banda que já andou por aí como League promete agitar o panorama rockeiro nacional com This Is Los Waves So What, trabalho recentemente lançado de forma independente e com distribuição a cargo da Sony Music Portugal. O núcleo duro do coletivo - Jorge Da Fonseca e José Tornada – juntou-se para nos falar deste projeto nascido em Londres.

Olá pessoal! Obrigado pela vossa disponibilidade. Quem são os Los Waves?
Então, os Los Waves são um projeto de dois rapazes - Jorge Da Fonseca e José Tornada - que se apresenta ao vivo com outros dois - Bruno Santos e Marco Jung - e que tocam algo entre rock, indie, pop e psicadélico.

Uma vez que este projeto nasceu em Londres, pergunto se foi apenas coincidência ou se se deslocaram para lá já com o propósito de começar a trabalhar…
Sempre pensámos em viver em Londres e quando acabámos as primeiras músicas com o nome League, recebemos logo na primeira semana contactos de managers e editoras para reuniões em Londres e isso não nos fez pensar nem mais um minuto. Fizemos as malas e fomos passados dois dias.

Já agora que falamos de nomes, em 2012 chegaram a apresentar-se em Portugal como League, não foi? O que se passou nessa altura?
Voltámos de Londres e editámos o EP Golden Maps na Optimus Discos. Esse ano foi bom, assim de repente quase acabados de chegar fizemos o Paredes de Coura, o Milhões de Festa e o Mexefest.

E o que vos motivou a criar os Los Waves?
Foi apenas uma mudança de nome, muita gente dizia-nos que não nos encontrava na net sob o nome League, por ser demasiado genérico.

Que nomes ou movimentos mais vos influenciaram ou influenciam nesta vossa caminhada?
Humn, talvez o Damon Albarn, a Cat Power, o Devendra Banhart, a Stevie Nicks, os Pink Floyd, os Archive, as Cocorosie.

Já tinham tido outras experiências noutros projetos? Dentro da mesma linha musical orientadora?
Nunca tivemos banda nenhuma conjunta antes. Ah! O Zé tocava numa banda de covers de Blink 182 e Nirvana!

Los Waves é um nome algo… estranho! Algum significado?
Inicialmente seríamos Marble Waves, um efeito de ondas que se produz em minerais como o mármore, mas achámos que Los era muito mais distintivo e ficava mais na cabeça (o tal problema de nos encontrarem).

De que forma é que temas vossos chegaram a séries importantes nos EUA como Gossip Girl ou Mentes Criminosas?
Enquanto tocávamos em Londres conhecemos um pitcher de Los Angeles que ao ouvir o concerto achou que as músicas tinham um potencial comercial grande. Ficámos com o contacto dele e enviámos as coisas e parece que ficou ainda mais convencido.

Acima de tudo muito orgulho ou maior responsabilidade?
Temos orgulho na vertente de projeto que damos à banda, não é apenas um grupo de pessoas que se quer divertir, beber umas cervejas e libertar o stress. Há uma preocupação grande com a composição e com as estruturas e com o entretenimento que as faixas podem dar, de certa forma ficamos contentes por isso se traduzir em coisas como por exemplo as participações nas séries.

De qualquer forma, acredito que essas presenças nessas séries vos tenham aberto algumas portas…
Assim de repente… não. Talvez seja apenas algo que é conteúdo para reportagem e referência mas para nós enquanto oportunidades a surgir daí…nada.

Recentemente lançaram o primeiro longa duração. Como o descreveriam?
É um processo longo que apanha várias fases, uma mais eletrónica, outra com uma exploração mais psicadélica e outra mais rock, mais direta, e em todas sempre presente a preocupação de fazer "canções".

A criação desta obra foi dividida entre Portugal e Inglaterra, certo?
Sim, as músicas mais eletrónicas como a Golden Maps, a Modern Velvet, a How Do I Know,  até a Your World e a Strange Kind Of Love  foram começadas em Londres, num quarto minúsculo, num laptop, só depois foram regravadas para o álbum, as outras foram acabadas cá.

E tem distribuição também na Inglaterra e Estados Unidos. Ainda será cedo para vos questionar nomo está a ser a aceitação nesses mercados?
Sim, ainda não temos muita noção, vamos apanhando algumas estatísticas, principalmente as do facebook que dizem que a maior parte dos likes e dos visitantes mais assíduos vêm dos USA e México e Austrália, imagine-se, mas ainda não conseguimos prever como vai correr com o lançamento do longa-duração.

Em termos de vídeos, já têm alguma coisa retirada de This Is Los Waves So What?
Temos, temos o vídeo da Strange Kind Of Love e o vídeo da Darling e agora vai seguir-se o da Your World.

E em termos de apresentações ao vivo? Alguma coisa agendada para os próximos tempos?
Sim, vamos apresentar o disco no dia 13 de novembro no Sabotage em Lisboa, 14 de novembro no Maus Hábitos no Porto e 15 no Texas Bar em Leiria!

Mais uma vez obrigado! Querem deixar alguma mensagem?
Obrigado! Então, para quem nos quiser seguir… estamos no facebook e apareçam nos concertos e apresentação, vamos fazer Dj sets a seguir, vai ser divertido!

domingo, 26 de Outubro de 2014

Notícias da semana


A Ovo Editora irá realizar o seu primeiro OvonovO, dia 30 de Outubro, no Bar Canhoto (Travessa de Cedofeita 60, Porto). O OvonovO tem como objetivo proporcionar aos artistas uma oportunidade de mostrar parte do seu trabalho, receber feedback e ao mesmo tempo permitir que o público venha a seguir o seu percurso artístico em futuros eventos. Assim, estão garantidas as presenças dos Mattéria, General Flowers, Alma|Animal e DJ Jonas.

                         


O quarteto de power metal progressivo Viathyn, tem disponível o lyric video para o tema The Coachman, retirado do seu excelente novo trabalho Cynosure, lançado a 7 de outubro.





Os Blind Charge não são um projeto eletrónico, têm muito pouco de glitch e tal como os The Ramones não tocam blues. Os Blind Charge são uma banda de rock originada em 2002 e são formados pelo Pedro, Telmo, Márcio e Daniel. Voltam à carga, num exclusivo Antena 3, com o single de estreia The Buzzer do novíssimo disco Natural Animal com data de lançamento a definir.



Com David Paich (Toto), Robby Krieger (The Doors), Mark Stein (Vanilla Fudge), Jimmy Haslip (Yellowjackets) e Rudy Sarzo (Quiet Riot), a Lightyear Entertainment e os Speciality Studios em associação com os Rockin’ The Wall Studios anunciaram o lançamento da Rockin’ The Wall a 4 de novembro, como forma de comemorar o 25º aniversário da queda do muro de Berlim. O filme de Larry Schweikart e Marc Leif é baseado no livro de Schweikart Seven Events That Made America America. O documentário apresenta uma exploração do poder do rock como força para mudanças sociais e liberdade. Rockin’ The Wall inclui mais de uma dezena de canções originais e remakes de poderosas canções dos anos 60 e 70. Desde setembro que uma tournée teatral tem percorrido os Estados Unidos.



Dois lendários músicos – Jon Anderson (Yes) e Matt Malley (Counting Crows) – uniram-se para gravarem um single com efeitos de beneficência. Trata-se de The Family Circle, tema a ser lançado pela Gonzo Multimedia e cujas receitas revertem integralmente para a Flutie Foundation - http://www.flutiefoundation.org , Sahaja Yoga Meditation - http://www.sahajayoga.org e para a National Autistic Society. Um sample da faixa pode ser ouvido aqui.




Os We Buffalo, banda de rock alternativo, formada no início de 2013, lançam e promovem  o primeiro trabalho de longa duração, All In. Após o EP de estreia editado em 2013 também com selo Raging Planet, a banda tem nova digressão para mostrar a sua música. Entre ambientes psicadélicos  e um toque do deserto, vozes femininas e masculinas juntam-se a teclados galopantes, baixos tenebrosos e baterias gigantes. Nesta nova aventura de 10 canções trazem a companhia de ilustres convidados  da música portuguesa...



5 Monstros é o nome do novo EP dos Tio Rex, uma edição da Biruta Records. O primeiro single, Joe é um relato, na primeira pessoa, de motivações/atos de um Monstro que viveu no séc. XIX, em terras de Sua Majestade. O vídeo de Joe foi editado por Hugo Martins a partir de clips de The Lodger: A Story of the London Fog (1927) por Alfred Hitchcock.




Três anos após o lançamento de Wild Grown, os nacionais Cinemuerte estão de regresso com um novo trabalho DHIST, agendado para novembro via Raging Planet Records. O artwork esteve a cargo do prestigiado fotógrafo sueco Tommy Ingberg. O primeiro single é Dog que já pode ser escutado aqui.

Flash-Review: Abandoned Dancehall Dreams (Tim Bowness)


Álbum: Abandoned Dancehall Dreams
Artista: Tim Bowness 
Editora: InsideOut Music 
Ano: 2014
Origem: Inglaterra
Género: Art-rock/prog rock/ambient
Classificação: 3.9/6
Breve descrição: Regresso em nome individual de Tim Bowness num álbum muito introspetivo, contemplativo e ambiental. Frequente uso de pianos, guitarras acústicas e partes orquestradas e sinfónicas, com reduzidas explosões elétricas e alguma experimentação.
Highlights: Smiler At 50, I Fought Against The South, Dancing For You
Para fãs de: Judy Dyble, Anatema, Phideaux

Tracklist:
01. The Warm-Up Man Forever
02. Smiler At 50
03. Songs Of Distant Summers
04. Waterfoot
05. Dancing For You
06. Smiler At 52
07. I Fought Against The South
08. Beaten By Love

Line-up:
Tim Bowness
Michael Bearpark
Stephen Bennett
Andrew Booker
Pete Morgan

Convidados:
Steven Wilson
Pat Mastelotto
Colin Edwin
Anna Phoebe
Andrew Keeling
Steve Bingham