quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Melhores de 2014: Categoria "Heavy Metal"


Playlist 29 de janeiro de 2015


Review: Caerus (HeKz)

Caerus (Hekz)
(2014, BMHAudio/Cherry Red Records)
(5.7/6)

Se algumas dúvidas a respeito do estado de saúde do prog metal britânico elas ficam completamente desfeitas com a edição de Caerus, segundo trabalho dos HeKz. Se Tabula Rasa já havia enchido as medidas dos críticos e fãs, esperam uma nova dose ainda com mais criatividade e originalidade. Porque, de facto, os Hekz revolucionam a forma de fazer prog metal. Mantém as tradicionais estruturas o que os aproxima de uns Threshold (a atender pela superior capacidade melódica) ou de uns Dream Theater (se levarmos em linha de conta os empolgantes e complexos arranjos e excitantes cavalgadas técnicas). Mas surpreendem por um setor vocal com um grande desempenho – seja nas situações mais melódicas, seja quando puxa a sério, pela utilização de coros imponentes e muitíssimo bem trabalhados (particularmente relevantes em From Obscuity To Eternity e em Homo Ex Machina) e pela inclusão de apontamentos de música contemporânea e de futurismo – bem patente nas vozes robotizadas em Kingdom ou Homo Ex Machina. Como qualquer bom grupo prog, os temas são longos – frequentemente próximo dos 10 minutos e alguns a ultrapassar mesmo essa marca - a permitir desenvolvimentos exploratórios das potencialidades dos instrumentistas em jeito de desafio com sucessivos breakdowns. Mas, por exemplo, um dos melhores temas, pela sua intensa musicalidade é Disconnect The World que até é bem curto! Outros dois temas que servem de referência e marcam este disco: Homo Ex Machina por conjugar de forma perfeita tudo o que esta banda representa e The Left Hand Of God por nos mostrar que o quinteto britânico também consegue ser agressivo. Referência final para a introdução, aqui e ali, de apontamentos de cordas e flauta o que se torna em mais uma notoriedade relevante na personalidade Hekz. Uma personalidade que deverá ser levada em linha de conta no panorama metálico dos próximos anos, porque há ali imensa qualidade.

Tracklist:
1.      Progress & Failure
2.      Liberation
3.      Disconnect The World
4.      From Obscurity To Eternity
5.      The Black Hand
6.      Kingdom
7.      The Left Hand Of God
8.      Homo Ex-Machina
9.      Journey’s End

Line-up:
Matt Young – vocais e baixo
Alastair Beveridge – guitarras
Tom Smith – guitarras
James Messenger – teclados
Kirk Brandham – bateria

Convidados:
Audrey Riley – violoncello
Owen Highes – violin
Abi Murray – flauta

Internet:

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Entrevista: Tyler Porch Band



Tyler Porch é um músico americano de apenas 18 anos que lidera uma das grandes revelações do ano de 2014 – os Tyler Porch Band. O EP Only The Sky Knows, já o segundo do power trio, é verdadeiramente excitante e mostra um coletivo que conhece bem os terrenos que pisa e que mostra criatividade e ambição para voos mais altos. Atualmente a estudar no Berklee College of Music, em Boston, MA, Tyler Porch arranjou tempo para falar a Via Nocturna.

Olá Tyler! Obrigado por esta entrevista. Quem é a Tyler Porch Band? Podes apresentar este projecto aos rockers portugueses?
Hey! Tyler Porch Band é uma banda de Atlanta, Georgia (EUA), com Joey Robertson (bateria), Brad Kemp (Bass), e eu, Tyler Porch (Guitarra e Vocal). Todos nos conhecemos de tocar localmente em diferentes bandas no circuito de Atlanta e quando tive a visão para esta banda, não houve nenhuma dúvida sobre quem convidar. Nunca encontrarás uma secção rítmica mais dedicada e oleada. Tenho muita sorte como frontman em estar a tocar com músicos incríveis.

Uma vez disseste que "onde há paixão, há um caminho". São estes os teus sentimentos após o lançamento deste segundo EP?
Sim, isto é um mantra do nosso trabalho. Somos todos apaixonados pelo que fazemos e tentamos seguir o que nos faz sentir bem como banda, de modo a darmos ao nosso público o que desfrutamos.

É verdade que este EP foi gravado numa cave e num quarto?
Haha, sim, é. Fizemos as faixas básicas ao vivo na cave do Joey e eu terminei os vocais e mistura/masterização no meu quarto. Honestamente, não o teria feito de outra maneira. Não havia ninguém a dizer-nos o que fazer ou tentar impor a sua ideologia sobre as músicas. O que ouves é o que nós, banda, imaginamos.

Este foi totalmente criado por vocês os três em dois meses de trabalho duro. Quais foram as tuas primeiras palavras depois de terminar este trabalho?
Acredito que as minhas primeiras palavras foram: "Graças a Deus está feito." Tenho uma reputação de longa data como perfecionista quando se trata de gravar música, de modo que na altura em que eu terminar um trabalho ou tenho que o colocar cá fora, ou vou continuar brincar até que fique com o rosto azul.

Os power trios têm uma longa história na música rock. Também estão a tentar gravar o vosso nome nessa linhagem?
Claro! Todos nós somos inspirados por alguns dos grandes power trios, tanto antigos como mais recentes. Tentamos empurrar-nos para sermos melhor e não ficarmos presos num barranco, por assim dizer. Acho que, por essa razão, estamos a começar um caminho para podermos ser uma banda que os fãs de trios clássicos podem realmente desfrutar.

De que forma este novo EP é diferente ou não da vossa estreia?
Acho que o nosso som como uma banda se desenvolveu muito desde o primeiro EP. De certa forma, somos melhores tanto num sentido musical como pessoal. Gravamos o nosso primeiro EP, logo após algumas semanas de estarmos constituídos como banda, o que implica que não tivemos muito tempo para nos reunirmos e fecharmos da forma que o fizemos agora. Amadureci como músico, Brad e Joey melhoraram as suas capacidades, e nós tornamo-nos um coletivo melhor por causa disso.

Dois EP’s, pelo menos este segundo com ótimas críticas, um grande som... Os TPB poderão chegar onde?
Sempre a subir. Tenho grandes esperanças sobre o que queremos realizar no futuro próximo. Estou atualmente a frequentar o Berklee College of Music, em Boston, MA, e o que aprendi aqui só me pode ajudar a crescer como músico, compositor, engenheiro de música, e produtor, que poderá, depois, aplicar-se a nossa banda.

Próximos projetos? O que têm em mente?
Teremos mais trabalhos quando voltar a Atlanta no verão e espero continuar a expandir a nossa base de fãs. Devemos-lhe muito por nos apoiarem como têm feito.

Obrigado Tyler! Foi um prazer poder fazer esta entrevista. Queres deixar alguma mensagem?
Gostaria de vos agradecer por nos terem dado uma classificação tão alta. Para quem gosta da nossa música, continuem a espalhar a palavra e a ouvir bandas novas e futuras. Elas são o sustento do rock, por isso apoiem-nas tanto quanto puderem!

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Review: La Chinga (La Chinga)

La Chinga (La Chinga)
(2014, Bilocation Records)
(5.7/6)

Como? La Chinga? Sim! Nome estranho para uma das últimas chegadas do ano passado. Um power trio canadiano, cheio de power, boogie, sleaze, rock ‘n’ roll e stoner. O seu trabalho homónimo já havia sido editado, de forma independentemente, no ano de 2013, mas em boa hora a germânica Bilocation Records o descobriu e promoveu a sua edição na Europa adicionado de mais três temas. Localizando este disco no tempo e no espaço diríamos: anos 60/70 – Led Zeppelin/Deep Purple. Pontualmente, embora raro e pouco intenso, algum psicadelismo numa linha Hawkwind. O estilo já o dissemos. A atitude é a de tocar alto a sua electric black magic music. O resto é um conjunto de grandes canções, cheias de ritmo, com um agradável acentuado travo vintage. Mais que uma homenagem aos grandes nomes do passado, La Chinga, é a forma como se deve fazer música orgânica, de dentro, sem artificialismo, nos dias de hoje tão toldados pelas tecnologias. Tudo aqui é simplesmente… simples e humanamente… humano. Tudo aqui é música. Ponto! Rock feito por rockers para rockers

Tracklist:
1.      Early Grave
2.      Snake Eyes
3.      The Wheel
4.      Catty
5.      To Let Silver
6.      Boogie Children
7.      Country Mile
8.      La Chinga
9.      When I Get Free
10.  The Universe Is Mine

Line-up:
Carl Spackler – vocais, baixo
Ben Yardley – guitarras
Jay Solyom - bateria

Internet:

Edição: Bilocation Records 

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Entrevista: Cheers Leaders

Rei morto, rei posto. Diz o povo e com razão e plena aplicabilidade a este novo projeto Cheers Leaders que junta três ex-elementos dos extintos The Bourbons. Segundo nos confidenciou o vocalista Nelson Fontes, vontade de trabalhar não falta portanto, seguramente que em breve surgirão resultados desse empenho. 

Este é um novo projeto que surge na sequência dos The Bourbons. Podemos afirmar que surge sobre ou paralelamente?
Os Cheers Leaders surgem na sequência do projeto anterior, com a mesma vontade de fazer a musica que gostamos e acreditamos. Para tal, continuamos com 3 membros da antiga banda: Gilberto Ferreira o nosso Baixista, Nelson Fontes dá a voz uma vez mais, Tiago Marques o nosso Guitarrista. Convidámos o Baterista Miguel Ferreira que já conhecemos pessoalmente e de outros projetos, para fazer parte da nossa secção rítmica. Convite aceite e prontamente começámos esta nova fase da nossa aventura musical.

Afinal, o que se passou com os The Bourbons e como nascem os Cheers Leaders?
A nossa anterior experiência musical terminou no final de 2014 após constatarmos que algumas prioridades a nível profissional e pessoal iriam comprometer o futuro do projeto que estava a começar a dar frutos do trabalho que fizemos durante os 3 anos de existência. Decidimos então por termo a essa fase e iniciar uma nova banda, à qual decidimos nomear de Cheers Leaders.

O facto de haver outras bandas com o mesmo nome (The Bourbons) influenciou a mudança de nome ou querem mesmo frisar que se trata de uma projeto novo e independente?
Podemos afirmar que ambos os motivos estão corretos. Por um lado haver outras bandas com o mesmo nome que o nosso, seria um ponto negativo para nós. Portanto houve vontade e iniciativa de alterar esse facto. Por outro lado, queremos também sublinhar esta nova fase, com um novo nome para nos destacarmos e dar importância aos 4 elementos que fazem parte de uma nova banda que se chama Cheers Leaders, evitando assim, comparações com as nossas prestações anteriores.

Sendo que ainda estão numa fase inicial, qual o trabalho que tem sido desenvolvido de forma prioritária?
Estamos de momento na fase de criação de novos temas para que possamos ter reportório suficiente para começar a fazer concertos ao vivo, algo que nos enche de vida, sendo aquilo que mais gostamos de fazer. No entanto estamos também a organizar os sítios na internet onde pretendemos marcar presença, tais como Facebook, You Tube, ReverbNation, Vimeo…etc. Nesta fase inicial do projeto, estamos a reunir material para inserir nos locais acima mencionados, para ir mostrando o desenvolvimento do nosso trabalho e chegar até ao público que possa estar interessado em o conhecer.

Quais os objetivos, então, definidos numa primeira fase?
Para já estamos a ensaiar o mais que nos é possível, para que as músicas comecem a ganhar forma, para quando chegar o momento de as tocar ao vivo, estarem corpulentas e nós estarmos com um bom nível de confidência e química na nossa prestação em palco. Acreditamos que a partir desse momento tudo o resto começará a surgir naturalmente.

Em termos musicais, o que podem os ouvintes esperar dos Cheers Leaders? Algo próximo ao que os The Bourbons faziam ou há um distanciamento?
Com a nossa marca pessoal e caraterística de sempre, agora com o Miguel a bordo nesta aventura, o nosso horizonte musical está em muito boa forma. Como anteriormente, gostamos de fundir e misturar uma sonoridade com bases no Rock, combinando-o com outras influências das quais também gostamos, mais direcionadas para o ambiente do Metal.

Nessa perspetiva, irá haver a recuperação de algum tema da antiga banda?
Mantemos a nossa fórmula de composição de temas e construímos bons temas no final da caminhada anterior aos Cheers Leaders. Existem portanto músicas nas quais estávamos a trabalhar, que agora estamos a envolver numa nova roupagem para esta nossa renovada fase musical.

A gravação de um disco estará, porventura, nos vossos planos. Ainda é cedo para falarmos nisso? Qual é o ponto da situação?
O nosso disco de estreia é algo que está bem presente nos nossos planos para o futuro, embora para já ainda sem que possamos avançar uma data provisória para esse acontecimento. Estamos a trabalhar para amadurecer os temas que já temos e a compor mais músicas para incluir no disco, que pretendemos que seja forte a nível musical e com uma identidade que possa fazer reconhecer o nosso trabalho.

Para além dos Cheers Leaders, estão envolvidos em mais algum projeto?
Alguns membros dos Cheers Leaders mantêm em paralelo outros projetos como por exemplo Primal Attack, O Cerco, Wolf Owl Bear e Falcata de Fogo, todos bastante distintos uns dos outros e principalmente de Cheers Leaders.

Mais uma vez obrigado! Querem deixar alguma mensagem?
Os Cheers Leaders agradecem esta entrevista e saúdam os leitores interessados em saber sobre o nosso trabalho! Esperamos que nos continuem a acompanhar tanto nos sítios na internet, como se possível, nos concertos que iremos divulgar futuramente. Até breve…CHEERS!

domingo, 25 de janeiro de 2015

Notícias da semana


Os Lancer anunciaram o lançamento do seu álbum Second Storm a 10 de Abril via Despotz Records. O primeiro single é Masters And Crowns cujo vídeo já está disponível.




Sobrenatural é o 5º álbum dos portugueses Gazua. São 11 temas de Rock cantado em português, gravados nos Estúdios WRecords (Setúbal), com produção de António Corte-Real (UHF) e Wilson Silva (More Than a Thousand). A edição é num bonito Digipack CD, com ilustrações de Adriana Pardal e design de João Corrosão. Contém um poster A2 no interior, com todas as letras incluídas. Sobrenatural será lançado dia 09 de março via Rastilho Records. A festa de lançamento é dia 07 de março no RCA Club Lisboa.



Os Keep Razors Sharp são uma espécie de Allstar band nacional com Afonso Rodrigues (Sean Riley), Luis Raimundo (The Poppers), Bráulio Alexandre (ex-Capitão Fantasma) e Carlos Bibi (Pernas de Alicate, Men Eater). A Rastilho Records anuncia. Agora, uma edição ultra limitada em Vinil Rosa, com ilustrações/grafismo a cargo de Sara Feio.



Foram 5 anos. Cinco agonizantes anos de espera desde a edição do último álbum de originais Álbum Negro, mas os Bizarra Locomotiva estão de regresso em 2015 com Mortuário, uma obra-prima, o melhor álbum na longa carreira de (mais de) duas décadas. A edição é da Rastilho Records! Mortuário estará nas lojas a 23 de fevereiro em duas edições: Earbook (Livro+CD) e Digipack. A edição Earbook é um verdadeiro luxo: 28 páginas de artwork recriadas por João Diogo | Coma Visions, em formato Livro. O single de avanço chama-se Mortuário e pode ser ouvido em streaming na página do Soundcloud da Rastilho. As festas de lançamento já estão marcadas: dia 21/02 no RCA Club em Lisboa e dia 25/04 no Hard Club no Porto. 



Os Xtasy são um coletivo rock espanhol com voz feminina que acaba de se estrear com o álbum Revolution. São 10 temas misturados e masterizados por Erik Martensson (W. E. T./Eclipse) nos Blowout Studios em Estocolmo. A edição está a cargo da Melodic Rock Records. O video oficial do tema Stronger pode ser visto aqui.




O projeto de metal operático brasileiro Waterghost, liderado por Marcelo Beckenkamp cresce cada dia mais. A banda que está em préprodução do novo single, nos DRK Studios, acaba de anunciar Otavio Nuñez, como baterista. Otávio é baterista há 15 anos, e comanda as baquetas dos Vandroya desde 2006. Fez, também, parte da lista de melhores bateristas de 2013, da imprensa especializada. Nuñez participará nas gravações do terceiro single, ainda sem nome, com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2015.



A Purple Pyramid republicou um dos mais ambiciosos trabalhos de todos os tempos: um tributo aos Pink Floyd, Back Against The Wall, originalmente lançado em 2005 com a presença de membros dos King Crimson, ELP, The Doors, Jethro Tull, Yes, Toto, Styx entre outros. Agora, na comemoração do 10º aniversário deste histórico lançamento, a editora americana apresenta um novo artwork e cinco bónus. Este trabalho está disponível em CD e vinil.



Os Crimson Wind, banda de power metal sinfónico italiana acaba de se juntar ao catálogo da cipriota Pitch Black Records para o lançamento do álbum Last Poetry Line, sucessor da estreia de 2011 The Wings Of Salvation e onde se estreia um novo vocalista, Guido Macaione.



24 de fevereiro é a data agendada para o lançamento de Glory Bound, o novo trabalho dos californianos Robert Jon & The Wreck. A banda que venceu um Orange County Music Award anunciou que a produção esteve a cargo de Warren Huart (Aerosmith) e que o álbum foi gravado nos lendários Sunset Sound Studios (Led Zeppelin, Prince, The Doors). Disponíveis estão já os vídeos para Rhythm Of The Road e Gypsy Of Love.





A verdadeira instituição alemã de stoner rock que são os Gorilla Monsoon anunciou o lançamento do seu terceiro trabalho, genericamente intitulado Firegod – Feeding The Beast lançado em CD e vinil via Supreme Chaos Records. O video para o tema March Of The Hellrock Inc. já está disponível.



Kyle Gass, dos Tenacious D tem um novo projeto, o The Kyle Gass Band, onde surge acompanhado de John Konesky, Mike Bray, Tim Spier e Jason Keene. O álbum homónimo sai pela Steamhammer em abril.




Sucessor do seu aclamado álbum de estreia Cross Your Heart, os Daylight Robbery estão de regresso com o seu segundo trabalho intitulado Falling Back To Earth, lançado a 13 de outubro de 2014 pela Solar Flare Records.




Liderados por Csaba Zvekan, os doomy heavy metallers Exorcism já se encontram a trabalhar no successor de I Am God, de 2014. Dentro de dias o vocalista entrará nos TMS Studios em Espanha para gravar os vocais com o produtor Jeff Billmann



Na semana passada apresentamos os Ash Is A Robot que lançaram a 19 de janeiro o EP digital Sympathetic Vibration. Retirado deste trabalho já está disponível o vídeo de Sleep Paralysis.

Flash-Review: Heart Over Head (Kissin' Black)


Álbum: Heart Over Head
Artista: Kissin’ Black 
Editora: Motor Music 
Ano: 2014
Origem: Suiça
Género: Dark Country Rock
Classificação: 4.8/6
Breve descrição: Com uma base acústica mas por vezes agreste, os suíços Kissin’ Black apresentam o seu primeiro álbum cheio de boas melodias, dividindo o tempo entre alguns momentos ríspidos e outros doces e até românticos. Uma banda sonora agradável para momentos calmos e intimistas.
Highlights: Blues: Unpardonable, Borderline, Marrakech, Wild Child, Heart Over Head
Para fãs de: Neracruz, The Dogs D’Amour, The Dark Shadows, Saints Of Ruin

Tracklist:
1. Blues: Unpardonable
2. Borderline
3. Ella-Marline
4. Marrakech
5. More Than Life
6. Recitation: Blindfold
7. Can’t Stand It Anymore
8. Wild Child
9. How It Ends 040707
10. Sex Is A Drug
11. Heart Over Head
12. Fiore
13. Goth: Has No Name

Line-up:
Giuseppe Mastrogiacomo: vocais
Sandro Stomeo: baixo
René Meyer: guitarras
Marcel Spiga: bateria