segunda-feira, 14 de março de 2016

Entrevista: Her Name Was Fire

Se 2015 marca o nascimento, 2016 regista o primeiro grito de fogo com epicentro em Lisboa. Her Name Was Fire surge numa noite de conversa de bar entre dois amigos, em que a presença de espírito já era pouca e as emoções estavam ao rubro. Das mentes de João Campos (Gula, ex-Rejects United, ex-Summer of Damien) e Tiago Lopes (ex-Rejects United, ex-Witchbreed, ex-Parasomnia Noise), nasce um coeso duo de Rock com groove embebido em Stoner, Grunge e Blues. Fomos conhecê-los nesta conversa com João Campos.

Olá João, tudo bem? Como vão os HNWF?
Olá, está tudo óptimo, vamos bem e com pica para mostrar os Her Name Was Fire ao vivo o mais possível.

Antes de mais, quando e como surgiu a ideia de se juntarem neste novo projeto?
Eu já andava com ideias de fazer algo assim há algum tempo. Depois de ter estado em projetos de 4/5/6 membros, pensei em tentar condensar uma banda em dois elementos e ver se funcionava. Numa noite de copos falei com o Tiago no sentido de experimentarmos fazer uma jam sem compromisso e a química no primeiro ensaio foi tão grande e produtiva que acabámos por alinhavar a base do que viriam a ser quatro temas, então decidimos começar a tentar dar forma a isto e passado uns meses aqui estamos.

Mas ainda são membros dos outros grupos ou está é a vossa única prioridade atualmente?
Eu continuo com GULA, o Tiago tem outros projetos também.
   
E que objetivos pretendem atingir com HNWF?
Queremos fazer música, espalhá-la pelo mundo, chegar às pessoas, tocar em palcos de todo o tipo e divertirmo-nos a fazer o que nos dá prazer e nos surge instintivamente. Queremos “ver” a música de Her Name Was Fire em todo o lado.

Como surge este tão peculiar nome? Tem algum significado?
Tivemos vários nomes em cima da mesa e depois de alguma discussão sentimos que era o nome que melhor representava a ideia que queríamos passar com a nossa música. Her Name Was Fire representa aquela femme fatale que rouba corações, destrói vidas e leva os homens à loucura.

Como descreveriam esta vossa primeira experiência?
Este EP é um cartão de apresentação que tem como objetivo dar às pessoas uma boa amostra geral do que virá no álbum. Os três temas podem saber a pouco mas ilustram bem o que nós pretendemos fazer; tem sido uma experiência muito produtiva, frenética e compensadora.

Quais são as vossas principais influências?
Nós acabamos por ser influenciados pelo nosso imaginário, por música de vários estilos e artistas diferentes; ambos gostamos de ouvir aquilo que para nós é fundamentalmente boa música, que nos pode influenciar ou não num determinado momento. Para efeitos de contextualização diria que somos mais afetados por Rock em geral e Stoner em particular. Desde Queens of the Stone Age a All Them Witches, B.R.M.C., Reignwolf, Black Keys, etc... desde que tenha groove, boas canções/composições e fuzz é mel para os nossos ouvidos.

Sei que um álbum está em preparação. Quando esperam tê-lo cá fora?
Contamos tê-lo cá fora na reta final do ano, lá para outubro.

E em termos de concertos, como estamos?
De momento temos dia 19 de março na Marinha Grande e 30 de abril no Sound Bay Fest, mas estamos a preparar uma série de datas sobre as quais não podemos avançar muito ainda, mas estamos ansiosos por partilhá-las.

Mais uma vez obrigado. Queres acrescentar mais alguma coisa?
Obrigado nós pelo interesse e pela entrevista! Passem pela nossa página de FB , oiçam o nosso EP, e comentem, apareçam nos concertos, etc... Um abraço!

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