sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Entrevista: The Livesays

 
À partida para o seu novo álbum Billy Livesays não tinha ideias pré-concebidas sobre como iria soar. O músico de Miami pegou nalgumas canções mais antigas, construiu umas outras novas e o resultado é o melhor disco da carreira –acima de tudo, um disco de grandes canções de neo-classic-rock made in Florida.

Olá Billy! Obrigado pela disponibilidade! Novo álbum cá fora - quais são os teus sentimentos neste momento?
Bem, estou muito animado. Há algo especial neste disco. Adoro os outros álbuns que fizemos, mas por alguma razão este destaca-se.

Quais são os aspetos que consideras inovadores, relativos aos teus trabalhos anteriores?
Bem, não diria inovador, é mais como uma evolução em relação aos outros. Este é mais rock e, ao mesmo tempo, é mais sentido.

Neste álbum, há algumas músicas que foram feitas há alguns anos. É a primeira vez que surgem num álbum?
Sim. Parece que me esqueci delas (risos). A canção This Side Of Town foi regravada. É uma que a banda gosta, temo-la tocado ao vivo e recuperamo-la. Foi uma das primeiras canções que apresentamos em televisão.

Não considerando essas canções mais antigas, durante quanto tempo trabalharam nesta coleção de músicas?
Desde Faith, Hope and Love, aproximadamente 2anos. Começamos logo a tocar ao vivo.

Analisando as letras, este parece ser um álbum autobiográfico. É verdade? Basicamente sim embora, algumas músicas sejam sobre amigos e situações humanas.

E, também, olhando para o título, um álbum muito positivo...
Bem, a vida é um passeio selvagem como sabes e pode ser implacável se não estiveres atento às tuas costas.

Como descreverias este álbum para quem não vos conhece?
Eu diria que tem muitas influências Springsteen, bem como pop/rock de Miami.

Há outros projetos nos quais estejas envolvido atualmente?
Eddie Zyne, o baterista e eu tocamos com Tony Stevens, o baixista original de Foghat e Savoy Brown.

A respeito de estrada... o que está previsto?
Para já estaremos na Florida nos próximos meses. Estamos ansiosos por ir à Europa em 2017.

Muito obrigado, Billy! Queres acrescentar algo mais?
Apenas dizer obrigado pelo teu interesse e esperamos que o disco vos toque de alguma forma.

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