terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Review: Debackliner (Debackliner)

Debackliner (Debackliner)
(2016, Pitch Black Records)
(5.0/6)

Qualquer coisa se passa no meio rockeiro/metaleiro francês. Assim de repente, nas últimas semanas recebemos e tratamos coisas tão díspares como Existance, Grit e Fourth Circle, sendo que estes Debackliner são mais um novo nome a surgir na cena na região de Marselha. Este álbum homónimo é a sua estreia e mostra-nos uma banda com muita criatividade mas, por vezes, algo confusa. O seu metal parte do tradicional mas incorpora as mais díspares influências que vão até ao death metal. Os temas são bastante complexos, desenvolvendo-se em sucessivas camadas e com bastantes variações quer instrumentais quer vocais. No entanto, os melhores momentos, quanto a nós, são obtidos quando a banda se foca mais no tradicional. A abertura Pandora tem uma parte final assombrosa e o final, The Omega, Jolly Roger e a épica Circle, são os pontos mais altos de uma coleção de temas que consegue agradar a Iron Maiden, Blind Guardian, Nevermore, Avenged Sevenfold ou Gloryful. Old school metal, pirate metal, symphonic metal, thrash metal e death metal combinam-se de forma que, aparentemente nem seria possível, num disco com uma bateria poderosíssima e a composição  roçar sempre os limites… e adornada com um toque de modern metal que acentua toda a força e energia. Um disco de estreia claramente adequado a quem gosta de desafios extremos.

Tracklist:
1. Pandora
2. Rise of Angel
3. Children Of The Night
4. Werewolf
5. Erase The Hordes
6. Mr. Jack
7. The Omega
8. Jolly Roger
9. Circle

Line-Up:
Bob Saliba – vocais
Thomas Pognante - baixo
Rémi Caleca - guitarras
Serge Servise - bateria
Eric Luvera guitarra ritmo

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Edição: Pitch Black Records   

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