quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Entrevista: Child

Novo membro, novo álbum, maior foco no blues e soul, os Child têm novo álbum intitulado Blueside. Ainda antes de embarcarem numa tour pela sua Austrália natal, contaram-nos como evoluiu o trio desde o álbum homónimo de estreia.

Viva pessoal! Como estão? Desde a última vez que conversamos, há cerca ano e meio, o que aconteceu no reino dos Child?
Desde essa última vez fizemos a nossa primeira tournée pela Europa em outubro de 2015 e tivemos um novo membro a entrar nos Child. Danny Smith entrou para o lugar de baixista e não poderíamos estar mais felizes com o quão suave foi a mudança.

E é evidente o trabalho que desenvolveram neste novo álbum. Que objetivos tentaram alcançar com Blueside?
O nosso objetivo era fazer um disco que fosse honesto em todos os sentidos e mostrasse o crescimento que tivemos ao longo da viagem desta banda.

Quão semelhante ou diferente é este novo álbum em comparação com o anterior?
É difícil dizer da perspetiva dos criadores. Abraçamos o nosso amor do blues e soul muito mais em Blueside. Quem sabe o que o próximo disco nos pode trazer.

Depois do lançamento de Child tiveram a oportunidade de tocar muito. Isso influenciou o vosso processo de escrita?
Definitivamente. Tocar é o que faz de ti uma boa banda. Tocar novas músicas ao vivo foi sempre algo que usamos para refinar as músicas. Tocar ao vivo é certamente onde o coração da banda está.

A respeito do processo de gravação, mudaram alguma coisa desta vez no vosso procedimento habitual?
Agora estamos mais experientes, portanto imagino que teve algum efeito. Também tivemos o nosso bom amigo Dave Byrne que masterizou o Child a gravar, misturar e masterizar este Blueside. Dav fez um trabalho brilhante com o tempo e o equipamento que tínhamos à nossa disposição. Tentamos manter todo o processo dentro do nosso círculo de amigos mais chegado.

Permitam-me que diga que Blueside tem uma capa muito bonita. Quem foi o responsável? Conseguiu captar toda a essência do álbum…
Como em Child, optamos por trabalhar com o excecional Nick Keller mais uma vez. Tem uma ótima maneira de interpretar a nossa música numa pintura. Penso que encontramos um ótimo relacionamento.

Voltando às vossas aparições ao vivo, o que têm programado?
Até agora, temos agendado uma tour pela Austrália no início de 2017 e uma tour europeia para meados/finais do ano está a ser trabalhada.

Mais uma vez, muito obrigado! Querem acrescentar mais alguma coisa?
Agradecemos muito o teu apoio e estamos ansiosos por ir a Portugal quando surgir a oportunidade. Obrigado!

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