Cinco anos depois de um arranque prometedor abruptamente travado pelas circunstâncias globais, e a estrearem-se numa nova editora, a Anti-Corpos Records, os Black Flare regressam com Scorched , um trabalho que reafirma a identidade, consolida intenções e, sobretudo, recupera o tempo perdido. Nesta conversa com Nuno, revisitamos o passado e olhamos para o futuro imediato e para a tão desejada afirmação em palco. Olá, Nuno, como estás? O que têm feito os Black Flare desde a última vez que conversámos em 2021? Olá! Infelizmente, para além de alguns concertos esporádicos, a banda não esteve muito ativa. Pode-se atribuir esse facto ao azar de termos lançado o primeiro álbum pouco antes do COVID, o que veio abortar aquilo que tínhamos planeado fazer. Scorched surge cinco anos após o álbum de estreia. Que fatores explicam este intervalo relativamente alargado? De alguma forma esse tempo contribuiu para a maturação da identidade da banda? Além da questão do COVID já falada...
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