Num universo onde a relação entre homem e máquina deixa de ser metáfora para se assumir como destino inevitável, Necro Algorithm afirma-se como um dos projetos mais conceptualmente rigorosos do underground nacional. Com Machina Omnipotens , Melkor leva a lógica mecanizada do projeto ao seu extremo absoluto, abandonando qualquer vestígio de ambiguidade ou coexistência para abraçar uma visão totalitária da supremacia algorítmica. À conversa com a Via Nocturna, o multi-instrumentista fala-nos da evolução do projeto, da colaboração estrutural com D-Void, do papel central da tecnologia enquanto tema e ferramenta, e da construção de um universo sonoro que recusa conforto, esperança ou compromisso. Olá, Melkor, como estás? Obrigado pela disponibilidade. Machina Omnipotens marca um novo capítulo no percurso de Necro Algorithm. Em que ponto criativo sentiste que este álbum precisava de existir e o que o distingue, à partida, do lançamento anterior e dos teus outros lançamentos? E...
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